Nem sempre as boas intenções são realmente boas…

Nem sempre as boas intenções são realmente boas…

Um exemplo bíblico bastante conhecido.
A dificuldade de Pedro em compreender os planos de Deus acerca da crucificação de Cristo.

Porque, declarando Jesus que tinha que morrer pelo bem da humanidade, Pedro se levantou, dizendo que eles deviam impedir isso.
Quando Jesus disse:

“Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens”.”
Mateus 16: 23

Claro que a expressão dura de Jesus não foi exatamente contra Pedro, mas contra o inspirador dos pensamentos equivocados de Pedro, o Inimigo de Cristo (Anticristo) cercando-o em cada oportunidade que tinha para botar impedimento à sua gloriosa missão messiânica.

Muitas vezes, tudo o que o Inimigo da Luz precisa é de um canal mental chamado IGNORÂNCIA para atuar com eficiência em nossos próprios tropeços na vida.

Nem sempre as nossas intenções são pautadas numa compreensão profunda da Verdade e das coisas, como devem ser feitas, mesmo contrariando nosso bom senso.

No caso de Cristo, era a Vontade de Deus que deveria ser honrada, e não a vontade dos homens.
Conforme a oração:
“Seja feita a Tua Vontade, e não a minha”
(Cristo no Horto das Oliveiras)

Os homens julgam que o mal da vida é morrer.
Mas Deus de fato julga que o mal da vida não é morrer.
Mas viver longe de Sua Presença, em estado de rebelião e ódio contra a sua Vontade, o que apenas produz sofrimento e prisão da vida num eterno morrer…

E na escala de valores do Universo-Deus, não há glória maior do que morrer em nome da Verdade, e nem desonra pior do que ser um servo da mentira.

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E se Cristo ia ganhar a Eternidade ao lado do Pai por causa do seu sacrifício redentor, a Cruz compensou e justificou todas as suas dores.

Não basta ter boa intenção.
É preciso estar consciente do resultado final.

JP em 17.03.2021

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