Existem profecias bíblicas revelando que o sinal dos monolitos apareceria no fim dos tempos!

E vamos começar com a mais interessante e direta, que consta no Livro de Isaías:

Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira.
E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará.”

Isaías 19:19,20

Essa profecia está no tempo futuro. O Senhor terá um altar.
E uma COLUNA se erigirá ao Senhor.

Egito? Há duas maneiras de se interpretar o termo EGITO.
Primeiro, em relação aos tempos dos primeiros escravos hebreus na terra do Egito, sob o governo tirânico de Ramsés. Então, por extensão, o Egito aqui, no futuro do tempo da profecia, pode referir-se a todo o mundo, a terra do Egito.

Aliás, referências a Sodoma e Egito acontecem no Apocalipse 11.
Vamos ver depois.

No caso de uma localização especifica sobre o Egito, o meio da terra do Egito não significa centro geográfico do país, mas centro cultural. E Gizé, com suas pirâmides e sua Esfinge, correspondem a esse centro onde existirá o ALTAR do Senhor.

Mas no tempo de Isaías, já haviam pirâmides e a Esfinge.
De modo que esse Altar não podem ser elas. Porque a profecia reza num tempo futuro de ação.

Mesmo que a profecia de Isaías tenha sido lançada num tempo posterior ao da construção das pirâmides e da Esfinge (que é atlante, muito mais antiga), a referência a ALTAR do Senhor no meio da Terra do Egito pode se referir à ativação do grande chakra ou núcleo de energia planetária existente naquela região, que é o chakra central da Terra, conectado ao coração planetário.

Altar simboliza o lugar central do templo, o coração onde arde a chama do Santuário.
Na analogia, o altar do mundo na Terra do Egito, marcado pelos monumentos, como marcos de referência, se relaciona ao despertar do fogo central planetário, núcleo planetário, pelos eventos cósmicos em marcha, como temos assistido.

Muitas perturbações climáticas e geológicas na superfície podem e tem origem nos distúrbios do núcleo, afetando o campo magnético e todas as suas derivadas.

Essa é outra forma de interpretar a primeira parte do versículo 19 de Isaías 19:
“Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira”.

A outra forma é aparecendo literalmente um monolito misterioso no Egito, junto das pirâmides e talvez, diante da Grande Esfinge, sem explicações de ordem “humana”.

Mas de forma generalizada, se a Terra do Egito é todo o planeta moderno na analogia de Isaías, e se estes monolitos estão aparecendo em todas as nações, em marcha crescente (tirando os monolitos com vestígios humanos) então sim, podemos estar diante do cumprimento dessa profecia.

Desde Moisés, o Egito se tornou um sinônimo de terra de escravidão e servidão humana, da mesmoa forma que Babilônia, na terminologia do Apocalipse (e de outras profecias do Velho Testamento).

Outra passagem do Apocalipse fala em terra de Sodoma, certamente fazendo um paralelo com a moderna humanidade, entregue a todo tipo de depravação, adultério e libertinagem.
São simbolismos via analogia de conteúdo.

Referente ao assassinato das duas testemunhas de Cristo:

E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o nosso Senhor também foi crucificado.”
Apocalipse 11:8

Por isso o texto diz: “que se chamam espiritualmente Sodoma e Egito, a grande cidade que é Babilônia e soma as duas caracteristicas anunciadas, ou seja, terra de devassidões e terra de escravidão humana.
Bem, estamos vivendo mais do que nunca essa era infame.
O que justifica o cumprimento da sinalização profética dos “monolitos”.

É claro que a humanidade festejaria a morte dos dois últimos profetas de Deus, porque eles ousaram apontar seus erros, seus crimes hediondos, suas torpezas e mentiras.

Voltando a Isaías 19: 19-20

“Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira.
E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará.”

Uma coluna se erigirá.
Futuro posterior, muito posterior ao tempo das pirâmides.
E o Egito, como nação original, nem existe mais. É nação árabe, e a cultura egípcia é pura história passada.

MTsBH (Mitsevah):
Coluna, marco, estela.

Essa é a palavra no texto original hebraico de Isaías 19: 19-20>
Essa coluna ou marco servirá no futuro DE SINAL.
Sinal para que?
Para a libertação do povo de Deus, oprimido na terra do Egito (analogia simbólica no tempo futuro – agora -com o Egito dos tempos de Moisés e a escravidão dos hebreus).

MOShIHw – Salvador, do verbo IShHw, salvar (que é a raiz do nome hebraico de Isaías, IShHwIHU, Deus salva!
RB – Rab, Rav – líder, capitão.

São duas personagens. E estamos às vésperas da reunião de dois planetas no céu, evento raro não visto há séculos… perto do Natal. Seria um sinal ligado a estas passagens de Isaías?

O encontro de Jupiter e Saturno no dia 21 de dezembro de 2020

A conclusão de Isaías é que viria um tempo de grande opressão na “terra do Egito” (o mundo inteiro, atualização da profecia em nosso tempo), e nesse dia, colunas seriam eririgas (o texto não diz por quem, apenas diz que seria por vontade de Deus) para manifestar um sinal de que os dois salvadores estavam chegando.
Os profetas Zacarias e Ageu retrataram essas duas personagens.
O capitão Zorobabel e o Sacerdote Josué (nome que também vem da raiz IShHw, Salvar).

E eles são tomados como as duas testemunhas do tempo de Babilônia antiga, quando o povo de Israel foi novamente ao cativeiro. E estas duas testemunhas conduziram o povo livre (por decreto do rei Persa Ciro) guiaram esse povo livre na reedificação da cidade de Jerusalém.

Ideia similar se propõe aqui.

E ela ecoa necessariamente no Apocalipse.

“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai.”

Apocalipse 14:1

Monte Sião (em hebraico: הַר צִיוֹן; romaniz.: Har Tsiyyon; em árabe: جبل صهيون; romaniz.: Jabel Sahyoun) é um monte em Jerusalém localizado bem ao lado da muralha da Cidade Antiga e historicamente associado ao Monte do Templo. O termo é frequentemente utilizado para designar a Terra de Israel.

A relação com monólitos está no lugar mais impensado.
O nome do monte: Sião. (Sion)

Apesar de outras definições, sabe o que significa a palavra SION (Tzion) no hebraico?

Tzion (Sião): MARCO, SINAL, COLUNA, POSTE

Jesus reuniria seus 144 mil sobre o Monte Sion.
Muitos acham que isso acontecerá literalmente sobre a montanha desértica de Israel.

Mas nem mesmo a nação de Israel pode figurar nestas profecias, uma vez que assassinou o Messias e o nega até hoje. Como poderia o Messias reunir seus 144 mil escolhidos sobre o monte da nação que o matou, e pior, o renega até hoje, colocando em seu lugar um falso messias?
O Monte Sion é puramente simbólico.
E a maioria dos monolitos não aparece justamente sobre colinas e montes?

E mais, não apontam para o céu, onde os sinais do nosso tempo prefiguram a chegada das duas testemunhas antes do retorno de Cristo?


Poucos conseguem realmente entender as profecias fora de sua linearidade, além de sua simbologia, parábola, metáfora ou enigma.

Alien Craft Approaches Monolith

Mas nada impede que uma coluna ou MONOLITO SINGULAR apareça no meio do Egito, talvez diante da grande Esfinge ou das pirâmides, para confirmar Isaías, tanto literalmente quanto metaforicamente.

Os monolitos, colunas, postes erigidos não se sabe exatamente por quem, próximos do grande evento cristico astronômico de 21 de dezembro de 2020, justificam o cenário do que está sendo armado no mundo.
Até porque o mundo nunca esteve tão tenebroso, com as pessoas tão perdidas e tão possuídas pelo espírito da violência e do ódio.

Tudo está sendo justificado.
Joio e trigo assumindo suas posições perante a lâmina da foice do tempo.
E o monte Sião, Sion, Marco, coluna, seria o sinal da grande reunião deles, vindos de todas as nações.

É como se os monolitos também significassem os escolhidos (144 mil) se levantando em Terra, em todas as nações, para a grande reunião e arrebatamento, já que as grandes dores da humanidade estão chegando.
E todos pressentem isso.

Sinais viriam ao mundo.
Mas a Besta tentaria confundir o mundo, simulando falsos sinais.
E temos sinais verdadeiros e os sinais falsos.

Tudo está acontecendo na íntegra, conforme o anunciado.
E eu espero que os mensageiros das colunas surpreendam muito esta humanidade incrédula e debochada com ago muito grande e especial.

Você sabia que, em numerosas passagens, colunas eretas de pedra eram usadas com marco, sinal ou testemunho de grandes eventos na Terra, geralmente eventos onde a intercessão divina acontecia?

Por isso, as duas testemunhas do Apocalipse foram comparadas como as duas colunas de bronze ardente, os pés do Anjo de Deus pisando na Terra outra vez, para cumprir o evento final?

Conforme a profecia de Isaías 19: 19-20, que dizia que Deus ergueria uma coluna no meio da terra do Egito (na atualidade, transposição profética, o mundo inteiro) para sinalizar ao mundo a chegada de dois salvadores, como foram Moisés e Aarão para o povo hebreu no Egito, como foram Josué e Zorobabel para o povo cativo em Babilônia, como foram os dois Anjos para a família de Lot em Sodoma?

E que o monte da grande reunião, o monte Sion, dos 144 mil, significa a mesma coisa que Matsevá, ou seja, SION significa COLUNA por Sinal?
Nem todos os monolitos são obra misteriosa, alguns são humanos.

Mas uma minoria deles. Monolitos na atualidade está cumprindo o mesmo papel que cumpriam no passado, conforme as escrituras, que é o de sinalizar UM GRANDE EVENTO GLOBAL A FRENTE.

Tudo se encaixa maravilhosamente… pelo menos para mim, e para quem observa essa incrível simetria de conhecimentos cruzados e comparados.

Para que não tem esses conhecimentos, o riso é largo…

JP em 15.12.2020

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