Reflexões sobre as profecias do Apocalipse em 2017

Realmente, este ano de 2017 parece configurar uma série ordenada de profecias que parecem culminar para dois eventos escatológicos.


O primeiro e mais importante seria o nascimento da Criança Divina, na visão do Apocalipse 12, nascida de uma Mulher vestida de Sol, pisando a Lua aos pés, coroada de 12 estrelas e que estaria gestante.


E diante dela apareceria um Dragão Vermelho, aquele que, ao tempo de um eclipse solar e lunar, arrastaria com a cauda (influência gravitacional) estrelas que cairiam na Terra (asteróides). Este seria o segundo evento.
Um Dragão Vermelho parou diante da Mulher que iria dar a luz (Apocalipse 12).



Astronomicamente falando, um sinal muito raro foi encontrado na data de 23 de Setembro de 2017, que apresenta com detalhes todos os elementos da visão de João a respeito da Mulher (que simboliza a Igreja ascensionada).
Mas sobre o Dragão Vermelho que vai parar diante dela, ainda não se tem ao certo o que seja. Nibiru? Sempre me inclinei mais a teoria de Nêmesis, a companheira anã do Sol, fazendo do nosso sistema um sistema binário, o que é perfeitamente comum no universo das estrelas.

Inclusive há uma profecia de Nostradamus que declara que haveria um certo eclipse solar ao meio-dia, quando então o MONSTRO seria visto. Mas ninguém o interpretaria corretamente.

Curiosamente, neste mês de Agosto, um mês antes da formação da Mulher vestida de Sol (que será em 23 de Setembro) haverá um importante eclipse solar no Norte, novamente com impactos previstos.
A raridade do fenômeno é que tudo isso está acontecendo concomitantemente, entre agosto e setembro, sinais que, na configuração exposta, ainda não se viram nos céus da nossa história.
Mateus 24 fala no famoso Sinal do Filho do Homem, que seria visível em todas as partes do mundo.

Agora, eu compreendo que tal SINAL seria esse conjunto de eventos raros no céu, descritos há 2000 anos por João.

E mais os fatídicos 70 anos cumpridos da nação de Israel, aqueles que, também segundo Mateus, não seriam cumpridos antes de que todas as coisas anunciadas pelos profetas acontecessem, e começassem a acontecer.
Os intérpretes estão dando para esse sinal da Mulher vestida de Sol o toque de ajuntamento dos “eleitos”, ou o chamado Arrebatamento.
E imediatamente depois dele, uma Guerra estouraria.
E também se fala num asteróide com data marcada para cair.

Já falamos muito em profecias.
Mas o que está causando impressão em muitos estudiosos, religiosos e não, é a convergência de todos estes eventos no céu.
O sinal de setembro (a Mulher vestida de Sol) está definido.
O grande mistério ainda pesa na direção deste Dragão Vermelho que vai parar diante dela e que poderá mostrar a face durante um eclipse qualquer.
E derrubar muitas estrelas do céu com sua cauda gravitacional (coisa que ele já vem fazendo faz tempo – e se está fazendo, é porque está por aí, em algum lugar.

Inclusive, muita gente já declara tê-lo visto e fotografado ao lado do Sol.
Analisando centenas e centenas de vídeos e fotos que todos os dias são postadas na Internet, todas dentro de um padrão de repetição, fica difícil generalizar e rotular tudo isso como fraude, fake ou reflexo de lentes.
Só sei dizer que há uma pressão nos eventos apertando numa determinada direção.

E que as coisas estão prestes a romper.
Bem como uma manifestação ufológica, que é a derradeira consequência do Sinal do Filho do Homem, no sentido do resgate, da ceifa, da colheita.
E olha que, astrologicamente falando, este ano pertence a Saturno, o ceifador, e 2017 soma 10, o ciclo que se completa.
E nas mãos da Virgem celeste existe uma espiga de trigo colhida da Terra.
Essa espiga que dá o nome da estrela ALFA da dita constelação, a bela e azul SPICA. Ao lado da qual o planeta JÚPITER (o grande Pai) fará revoluções durante todo este período, completando 42 semanas em setembro – o tempo de uma gestação.

E na imagem da constelação de Virgem, o dito planeta fará tais movimentos exatamente na região do VENTRE da Mulher, aquela que estaria grávida e daria a luz no presente…
No mínimo, curioso.
No máximo, impactante.

(Texto de 16 de março de 2017 via facebook)

JP em 05.03.2017

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