O Grande Selo

(O Hexagrama da Criação, o Cubo de Metatron, a Merkabá)

Visualize um Hexagrama com a Cruz interna

Este é o Grande Selo
Seis Dias da Criação, que não eram dias de 24 horas, claro, nem existia planeta Terra girando no seu próprio eixo em 24 horas, porque o Dia da Criação era um Dia de Deus, que dura algumas eternidades…

Seis Dias, Seis pontas da Estrela chamada Macrocósmica justamente por causa dessa relação.

O Hexagrama é a primeira das figuras geométricas elementares obtidas a partir de um círculo!
Círculo, centro e raio.
Medida do raio no compasso, corte seis pontos no círculo a partir de um ponto inicial qualquer,
com a medida do raio, e você terá o Hexágono, e traçará suas diagonais, e terá o hexagrama-estrela,
e cruzará os eixos internos, e terá uma cruz, dentro da imagem do Losango!

Todas as imagens geométricas sairão dessa matriz elementar.
Da mesma forma que todas as coisas foram criadas em Seis Dias de Deus, advindo daí a relação entre símbolo e conteúdo.

Seis por quatro, a proporção hexagrama/cruz, que é o segundo harmônico de Dó (nota fundamental) vibrando na nota Sol (o primeiro harmônico é a nota Dó na oitava acima).

A Cruz, significando os quatro elementos, queimando (INRI) no centro do sistema, fundindo os quatro elementos num único elemento, o éter, que é o tecido da quarta dimensão, o meio propagador de ondas, campos e forças…
A proporção 6/4 é a primeira nota harmônica diferenciada emitida pela Matriz criadora.

Uma figura simples, a primeira nos estudos elementares da geometria sagrada, e por isso, vinculada aos carros dos deuses, estas Merkabás tanto em sentido espiritual como tecnológico. Os UFOs, de várias formas, imitam e simulam a tecnologia da Criação.

O Hexagrama representa o Verbo, o Som, a Palavra, o primeiro poder manifestado da Criação a partir da fonte (Emanação). E a Cruz interna é o combustível deste Verbo, destas Ondas e Cordas vibrando, pulsando, esticadas sobre o éter, sobre os quatro elementos no quinto elemento, gerando matéria e energia debaixo das transformações daqueles comandos da Palavra.

Energia é matéria, e matéria é energia.
Energia é matéria livre, e matéria é energia condensada.
A energia é feita de partículas, podem ser partículas de hipotética massa zero, como fótons, como Bósons, etc, mas elas estão lá. São matéria, de qualquer forma.
Energia são, então, partículas vibrando em baixas densidades, com maior liberdade.
Enquanto a matéria é feita de partículas vibrando mais baixo, o que acomoda partículas e átomos em modelos mais estabilizados e concretos.

É como escreve o símbolo do Yang-Yin.

Não existe matéria ou energia isolados no universo. Existe energia da matéria, e existe matéria energizada.
Não existe matéria e energia dissociados, cada qual em estado absoluto.

Há sempre uma porção material em cada quantidade de energia, e sempre uma porção de energia em cada quantidade de matéria, numa relação de eterna interdependência, já honrando o princípio binário dual, o grande articulador da Criação, inclusive prevista pela mais bela equação da Física,
E = mc2,
impondo às relações de conversão entre matéria e energia os limites estabelecidos pela velocidade da luz, pelo menos, dentro do nosso Universo 3D de ciclos fechados de transformação.

Se o Hexagrama é a primeira matriz harmônica com função criadora, associado ao Som (Teoria das Cordas) e a Cruz nele inscrita implica exatamente nestas relações primordiais entre matéria e energia sob incessantes transformações que comportam os ciclos, debaixo dos comandos dos tons harmônicos expressos pela Tábua Hexagonal.

A cruz central pode ser traçada pelas próprias diagonais do hexagrama-estrela, dentro da área do losango central, que costuma representar um portal da quarta dimensão.

Trata-se, portanto, de um símbolo muito poderoso para ilustrar os modelos da Cosmologia oficial com base no Som criador aplicado sobre sistemas duais de matéria e energia.

Daí a denominação Estrela Macrocósmica aplicada sobre a cruz dos quatro elementos e do binário matéria-energia.
A cruz, além de símbolo quaternário (4 braços) é símbolo binário (dois eixos cruzados), o que retrata perfeitamente os quatro elementos (quatro densidades) dentro do binário matéria-energia.

Aliás, o Hexagrama estrelado também é um símbolo binário a partir de dois triângulos equiláteros reunidos, iguais e opostos: matéria e energia, Yang-Yin, positivo e negativo, e todas as articulações binárias do Universo onda: a onda é uma senóide, uma curva de oscilação binária, subindo e descendo no tecido do espaço-tempo!

A geometria fractal pura do Hexagrama, existente por exemplo na cristalização da neve, é outro mecanismo do símbolo a encontrar uma vastidão de conexão com processos cosmológicos progressivos e regressivos nas escalas de tamanho e energia do Universo.

Os quatro elementos dos antigos modelos cosmológicos podem ser lidos pela Física Moderna:

  1. Elemento terra = matéria sólida
  2. Elemento água = matéria líquida
  3. Elemento ar = matéria gasosa
  4. Elemento fogo = matéria plásmica

Tudo de acordo com os níveis vibratórios de cada elemento dispondo relações específicas entre matéria e energia em densidades de sistemas, taxas térmicas, etc.

Por tal razão é que, além de ser um símbolo associado à própria Tábua Harmônica da Criação, o Hexagrama com a Cruz, diretamente relacionado ao Cubo de Metatron, representa modelos da Merkabah, o carro dos deuses e o modelo básico da tecnologia UFO (sonho de consumo da NA$A) baseado no mesmo padrão de argumentos com leitura similar para o conceito tecnológico.

Não é a tecnologia a tentativa de simular os modelos da Criação e suas leis?

Então, UFOs são como mini-estrelas em sua concepção tecnológica básica, que tem rotação, velocidade, campo magnético e luminosidade própria ao transformar o “combustível” abundante do Universo, a matéria em suas densidades próprias, especialmente o plasma das estrelas, através de seus próprios comandos harmônicos, sons e frequências específicas de operação sobre a matéria em seus muitos estados e elementos modificáveis!

Com isso, os UFOs garantem não só energia abundante aos seus mecanismos, como também a capacidade de viajar no hiperespaço da quarta dimensão, onde, através de Wormholes, realiza os saltos de distância entre as estrelas e ate galáxias mais longínquas!

O código dos números e a proporção 6/4

Equivale a uma quinta justa da nota fundamental, o primeiro acorde harmônico de dois tons reunidos.
Podemos dizer que seja a base harmônica da música.

6+4 = 10, os dez mandamentos, as dez sefirote da Árvore da Cabala, número que significa a Roda, o Ciclo, o tempo, o próprio Universo fechado.

A soma dos nomes de Adão e Eva (ADM + ChVH) gera 64, e isso nos leva ao símbolo binário do Hexagrama e da Cruz.

6×4 = 24, os 24 anciões diante do Trono de Deus (Apocalipse 4 e 5).

Seis asas dos Serafins, e as quatro criaturas diante do Trono de Deus, esse Trono que pode ser voador e fluir ao Som da “Palavra” daquelas quatro criaturas, quatro elementos, quatro medidas de energia, a Cruz como eixo e chave da cosmologia universal, etc.

Por tudo isso, constatamos um claro paralelo entre ciência e simbologia mística.

Pena que, por causa de puro preconceito religioso, muitos olhos modernos passem cegos por sobre as preciosas indicações das Escrituras devidamente interpretadas em trechos muito especiais, falando a mesma ciência a Noé, a Moisés, a Ezequiel, Salomão e João, incluindo Jesus Cristo.

Escrituras que, corretamente interpretadas, são repletas de Cosmologia científica pura e da mais alta precisão, do Gênesis ao Apocalipse, nada especulativas, porém eficientemente descritivas, quando os profetas e ungidos de Deus apenas ouviam as Suas Instruções sem tentar enfiar seus intelectos no meio e desfigurar tudo.

E a conclusão terminal desse texto é a de que o Hexagrama com a Cruz inscrita é um símbolo pleno, completo e universal, guardando leis, chaves e mecanismos que funcionam em toda parte, similarmente, do micro ao macrocosmos, regendo átomos, estrelas, seres e corações…

O Homem à imagem e semelhança do Grande Selo!

JP em 21.01.2020

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