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VIDA APÓS A VIDA

O melhor laboratório para a experiência quântica na nossa própria esfera de realidade está e sempre esteve na mente, no cérebro bem treinado.

O pensamento é a conexão real, única, poderosa entre nosso formato existencial de percepção e a teia quântica do universo. Os mestres antigos conseguiam interagir pela ferramenta do pensamento com o universo em sua natureza quântica, e que, de fato, não é a última camada daquela velha cebola…. e se esta cebola tem uma última camada, interna, ela não é quântica, e sim, harmônica.

Quando os mestres receberam dos Seres do Alto o mantra OM como palavra de poder, estavam recebendo uma jóia preciosa de ressonância com o Universo das cordas, o princípio da Palavra ou Verbo Criador, ao redor do qual, sim, se criou a tapeçaria quântica que começou, por si, a definir as estruturas atômicas, moleculares, celulares, enfim.

No controle do SOM, no conhecimento das ressonâncias entre todos os departamentos do Cosmos, a consciência podia fazer qualquer viagem entre as dimensões existentes, sem ter que esperar para morrer, o que não resolve muita coisa, já que a maioria das pessoas vai para o outro lado, ao desencarnar, em plena inconsciência, ou consciência de sonho, que é pura projeção de desejos pessoais e continuação do filme da vida comum na tela dos pensamentos sem consciência.

Tibetanos, egípcios, maias, todos os povos cheios de sabedoria da antiguidade, eram unânimes em afirmar que a consciência dos outros mundos, dimensões e planos de percepção deve ser trabalhada efetivamente nesta vida. Isso sem mencionar a ciência poderosa da Torá, a Cabala, a Biblia oculta, o segredo dos mestres rabinos, e também os segredos de Shiva e do Hinduísmo nas raízes do Budismo e suas Yogas, e suas disciplinas de despertar da consciência.

Porque se a pessoa vive a vida inteira sonhando com coisas comuns, passará para o outro lado sonhando no mesmo grau no dia de sua morte.

Nenhum percentual de claridade será acrescentado a sua consciência só pelo fato de ter morrido.

Continuará sonhando no limbo ou astral inferior, reprojetando os mesmos sonhos da vida material.

A vida material pode ter acabado, mas o sonho da ignorância vai continuar.

A menos que se trabalhe arduamente na direção do despertar.

E as chaves para tanto estão lá, no mesmo lugar do acervo da super sabedoria e alto conhecimento dos antigos.

Os maias, os egípcios, os tibetanos, tinham suas Escrituras, o seu Livro dos Mortos, que tratava efetivamente de um guia astral para vivos *iniciados em suas jornadas do outro lado da terceira dimensão e da matéria física EM VIDA. Não precisavam morrer para sair em campo astral e conhecer os deuses, e passar por provas e julgamentos que tinham a finalidade de enriquecer suas existências e, no final do processo, cancelar a ligação com a RODA (Karma).

Quando então tais raros e felizes almas não precisavam mais reencarnar, se dedicando a subir cada vez mais nas escadarias do Nirvana rumo a ascensão sem fim ao “Glorian”, Seio do Pai.

Disse Aristóteles: FELIZ DO HOMEM CUJOS DEFEITOS MORREM ANTES DO CORPO DELE!

Diz o Apocalipse de João e fala sobre os Mortos em Vida, os Mortos em Cristo.

A didática da morte do ego em paralelo aos trabalhos com o despertar dos potenciais internos do corpo e da mente é a única escola que existe, a mesma para todas as culturas antigas.

E que começam a se perder na modernidade, quando a máquina artificial passou a suplantar a máquina humana natural.

E entretidos com a tecnologia, muitos pecam por negligenciar a fantástica máquina de despertar que nos é concedida no nascimento: a mente humana.

E mais uma vida é contada em estado de adormecimento, crendo firmemente na mentira comum de que a morte acrescentará tudo aquilo que o homem deixou de realizar em sua vida, e que a evolução cósmica lá em cima dará o empurrão para a Luz nesta alma negligente na sua existência passada. A filosofia moderna enriquece a vida do ego, não a morte do ego.

Ego vivo, alma morta.
Raciocínio em alta, luz em declínio.
Opinião versus consciência.
Especulação no lugar de constatação, enfim…

Quem está acordado, sabe que está acordado.
Mas quem está dormindo, não sabe que está dormindo.

JP em 02.02.2019

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