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Entendendo a Cosmologia Espiritual dos Grandes Alinhamentos Planetários

 

A temporada crop circle 2019 tem sido extraordinária por vários fatores, e se um deles é a inédita série de crops circles com temática repetida na França, o outro é que esta temática insistiu e ainda insiste na questão dos grandes alinhamentos planetários neste mês de julho, incluindo eclipses e o suposto candidato a Segundo Sol em cena (o Planeta 7X), alinhamentos estes que estão gerando grande carga de energias, tanto na Terra como no céu, e tem sido verificados por todos nós.

E mais do que isso, a referida temporada de crops circles 2019 insistiu um vincular tais energias a uma cosmologia embrionária de uma nova vida e consciência enviadas a Terra, e por isso, temos que estudar a fundo a questão.

Além dos inúmeros pictogramas de alinhamentos, eclipses e ondas de energia, a eles foram associados símbolos e signos de nascimento e geração, como o Ovo, repetidas vezes, e a Flor da Vida, mais de uma vez também.

A mensagem soa clara: há uma cosmologia embrionária por trás de todos estes fenômenos de ordem astronômica, os quais, ignorados pela ciência moderna, que analisa tudo somente pela casca tridimensional, eram super valorizados pela sabedoria antiga, e por tal razão é que todos os templos, pirâmides e santuários do mundo antigo eram construídos de acordo com estes alinhamentos, voltados para as quatro direções e geralmente apontando para estrelas importantes do céu.

Stonehenge, por exemplo, além de tudo isso, era um marcador de eclipses.

Os crops circles e seus autores com toda certeza detém esse conhecimento perdido para a ciência moderna.

Muito se falou sobre o calendário maia, que agendou o fim do Grande Ciclo da Terra para o dia 21 de dezembro de 2012.
Mas os céticos dizem:

Nada aconteceu!

Se eles pensavam que esse calendário marcava um fim abrupto para aquele dia, realmente nada aconteceu.

Mas como essa informação é ignorante sobre os mistérios do calendário maia, que nunca poderia determinar para um único dia todo o período de metamorfose planetária, então será preciso que os céticos compreendam melhor todo esse mecanismo do universo em movimento e as transformações aplicadas aos mundos inferiores, entre os quais se encontra o nosso mundo.

Houveram estudos anteriores da Grande Pirâmide de Gizé que encontraram nela inscrita um calendário em seus corredores e salões, marcando a data limite de 17 de Setembro de 2001, e na Astrologia dos Sabeus (cada um dos 360 graus com uma simbologia associada) neste dia Netuno se encontrava a 7° do signo de Aquário, grau esse que corresponde, naquela Astrologia, ao seguinte símbolo:

“Uma Criança nascendo de um Ovo!”

E foi justamente esse o tema central da temporada crop circle 2019.

Há uma profecia que diz:

“A Árvore da Vida dará um novo fruto conhecido, e este fruto é o novo espírito do homem. A Árvore da Vida aparece no final de todos os ciclos, e é o símbolo da vida que passa de um estágio mais baixo para outro mais elevado. Por isso é que traz a serpente em torno do seu tronco e se um pássaro nos mais altos ramos, e seus frutos curarão as nações”.

A Árvore da Vida ou Árvore Sefirótica é a estrutura do próprio céu, na concepção da sabedoria antiga, com os seus nove andares, marcados pelos éons planetários, dimensões, em suas esferas planetárias, estelares e mesmo galácticas, em movimento contínuo.

Vida é movimento, podemos ter essa certeza. Tudo o que vibra, pulsa e se move assume vida. E o inverso também é verdadeiro. Basta olhar qualquer pedacinho de nossa carne, sangue e tecidos ao microscópio para ter a certeza de que vida é movimento, e movimento é vida.

Então, transfira essa sentença para a dimensão os astros, e eu pergunto: você conhece um único astro, mesmo que desgarrado, que esteja parado no céu? Se o próprio céu se expande, isso seria algo impossível.

Vida é Movimento, e Movimento é Vida, e enquanto dançam, os astros emitem Música, a Música das Esferas, e os Anjos que os carregam emitem a Palavra que cria e sustenta a Criação em Ordem na sua marcha eterna.

Porque o verbo é a Vida das coisas, e neste final de Ciclo, os sábios maias determinaram que, em 21 de dezembro de 2012, as notas cósmicas assumiriam essa cosmologia embrionária de “Novo Fruto” da Árvore Sefirótica da Vida, e a leitura de todos estes crops circles, o evangelho dos campos, neste ano de 2019, me soa muito clara, e repete os modelos da sabedoria antiga na sua abordagem dos fenômenos cósmicos.

Desde 2012, cada alinhamento raro deste tipo é uma nova emanação da Árvore planetária e estelar da Vida na forma de pulsos de energia gravitacional e vibracional dirigidas a Terra com um potencial de gerar um novo embrião de consciência, empurrando para o alto, para níveis superiores, a espiral da evolução humana, elevando as mentes que estiverem prontas para isso.

Se o Grande Alinhamento de 2012 soou o primeiro acorde dessa grande metamorfose planetária, podemos considerar que, a cada novo grande e raro alinhamento (como este do mês de julho 2019, envolvendo eclipses e estrelas) tão rastreado pelos crops circles atuais) a Árvore da Vida renova a sua seiva circulante que, descendo até as raízes plantadas na Terra, abre caminho para novos frutos de vida e consciência evolucionárias.

O simbolismo da Árvore da Vida está presente em todas as culturas antigas, e ela sempre representou essa vida, essa mesma vida partilhada entre matéria e espírito, entre céu e Terra, entre o que é visível e o que é invisível, tendo no homem o seu ponto de equilíbrio, e o ser humano em sua estatura perfeita é também uma Árvore da Vida em escala micro-cósmica.

Por tal razão é que nem tudo o que é catástrofe sob essa carga de energias deve ser considerado negativo, porque a mesma cosmologia é que declara que da poeira das estrelas que morreram (as supernovas) é que nascem as novas estrelas, e se a Terra está gemendo tanto ultimamente, os materialistas terão somente visões do fim, mas os espiritualistas saberão que esse fim é o envelope do recomeço, porque saberão que os gemidos da Terra são como as dores do parto, e os terremotos são as contrações de Gaia dando luz ao seu Filho, a nova consciência humana em salto evolutivo, já que o núcleo da Terra é o seu útero recebendo toda essa semente fecunda da energia cósmica que transborda nos alinhamentos!

Esses nossos tempos se tornaram verdadeiros presentes do céu, energias raras com o potencial de um despertar coletivo, e um grau a mais na evolução da consciência na escala dos milhões de anos, mas essa evolução não se processa de forma mecânica e automática, porém, sempre dentro de um processo consciente de escolhas e esforços na direção das mudanças da parte de cada mente sintonizada com tal espiral, dentro de um firme desejo consciente de transcender a existência material na direção do seu propósito espiritual.

É como lançar sementes no campo, todas elas servidas de água, ar e terra fértil, além do calor do Sol. Nem mesmo todas estas boas condições são indicadores de que todas as sementes irão germinar e se desenvolver, mas somente aquelas que lutarem em todos os estágios que as transformarão em árvores. A evolução da consciência é um trabalho que devemos partilhar com o próprio Universo em contínua evolução: movimento é vida, vida é movimento e evolução!

Quando Jesus Cristo nasceu sob a irradiação da Estrela de Belém, seja ela Sirius, seja ela uma Supernova, seja ela um alinhamento raro na época, seja ela um UFO, e seja ela todas estas coisas ao mesmo tempo… sim, o nascimento de Belém retratou com seu exemplo essa relação intrínseca entre evolução da vida e consciência humanas e a revolução dos astros no céu, os quais, ciclicamente, se alinham ou manifestam supernovas com potencial de “semente” celeste de vida e consciência embrionárias, porque, se as formas de vida foram criadas pela mesma energia que criou estrelas e planetas, certamente que partilhamos a mesma energia, e quando essa energia se move de forma diferenciada no espaço-tempo, nós recebemos influência também.

O Sistema solar é apenas uma célula viva de um organismo vivo muito maior que compõe a identidade visível de Deus Criador. A Astrologia esbarra, mesmo dentro de suas limitações conceituais, em todas essas leis do Universo vivo e integrado, e se reduzirmos toda a matéria existente, do macro ao microcosmo, na busca de um denominador comum, o que restará de essência comum de tudo isso é uma única alma cósmica pensante, é uma única mente consciente entrelaçada em rede universal, mente que pensa, alma que pulsa e, por isso, matéria que vive! E essa mente que pensa, alma que pulsa e matéria que vive sofrerá transformações a cada novo arranjo cósmico pela vibração gerada dentro desses movimentos contínuos de tudo o que gira no espaço, dos átomos aos planetas, dos elétrons às grandes estrelas e galáxias no Infinito.

Essa disposição de coisas, portanto, é que me permite dizer que neste mês de julho de 2019, a Terra recebe uma grande carga de semente cósmica de nova consciência, e as catástrofes que surgem paralelamente nada mais são do que as contrações do útero de Gaia prestes a dar luz a nova vida.

Todo esse modelo foi exposto no Apocalipse 12, e foi chamado de UM GRANDE SINAL NO CÉU, marcando o nascimento de uma Criança debaixo de alinhamentos raros, já verificados em 23 de setembro de 2019, e que não aconteciam há cerca de 5000 ou 6000 anos, nas origens da civilização.

E se o FIM em 2012 significa recomeço, o grande alinhamento de 2017 marcou “oficialmente” o nascimento da Criança simbólica, aquela que representaria o novo embrião de consciência a ser repartido, tanto na Terra como no céu, ente todos os seres capacitados para essa nova energia com potencial de salto evolutivo, marchando junto com o Universo em movimento.

Portanto, eclipses, alinhamentos planetários e supernovas, entre outros, são eventos raros do Universo onde a Seiva celeste da Árvore da Vida circula com mais força entre o espaço de separação dos mundos alinhados, carregada de energia divina e espiritual desde a sua origem, nas entranhas do Criador, já que os astros são a morada dos seres mais elevados do Universo, os quais, dessa forma, têm a oportunidade de partilhar sua consciência e poder com os seres inferiores encarnados nos mundos abaixo, quando estes mundos, então, são agraciados com essa preciosa seiva circulante de luz, derramada do Graal dos astros sobre os campos da vida.

Não há, portanto, um significado maior para esse belo espetáculo, que a ciência morta da era moderna da máquina analisa somente pela casca, destituindo-o de todo o seu grandioso valor.

E se a ciência morta e ateísta da nossa era também se encontra estancada e estagnada, é porque, por sua livre decisão, deixou de acreditar na sabedoria dos antigos, rompendo seu pensamento com a evolução do universo consciente.

Que ela sirva de exemplo, e que nenhum de nós repita o seu lamentável erro, sob o mesmo risco de estancamento e até retrocesso da consciência, debaixo de um formidável crescimento da especulação.

JP em 17.07.2019

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