O dia em que os Anunnaki assinaram a obra!

Silbury-Hill-Wiltshire – UK -19-06-1999

O ano é 1999, e por uma feliz coincidência, o ano em que eu comecei minha jornada no universo crop circle, e nas proximidades da colina sagrada de Silbury Hill, cenário de muitos crops circles ingleses, o disco solar estilo Anunnaki sumeriano apareceu.
Duas asas saindo de um globo com uma cruz dentro dele.

Este é um dos símbolos anunnaki sumerianos mais parecido com este crop circle alado, e dentro, a cruz. Muitos associam com o Nibiru das teorias de Zecharia Sitchin, o planeta da cruz, ou “que cruza”, mas também é um símbolo solar clássico daqueles povos, e, mais no top secret, um símbolo dos UFOs na antiguidade.

E justamente em 1999, no final da temporada, em 22 de agosto, apareceu a primeira face alienígena, usando o ícone grey, para que nós entendêssemos donde vinham as mensagens crop circle, não de greys, mas de alienígenas, porque este é o ícone mundial deles na nossa cultura.

Não foi casual este par de crops circles dentro do tema Anunnaki.
Como se eles dissessem ao mundo:
“Não são seres humanos que fazem estas figuras. Somos nós, os Anunnaki das estrelas, que voltam hoje porque isso prometeram os povos do passado!”

Foi uma temporada incrível e inédita a de 1999, dentro do ano da famosa profecia de Nostradamus e seu eclipse que faria descer ao mundo o rei do terror, e tal eclipse profético foi lembrado em alguns crops circles naquele ano, como este, de dois de maio, 1999, Inglaterra.

Foi também o ano em que o maior de todos os pictogramas apareceu, revelando um incrível marcador astronômico envolvendo sistemas planetários múltiplos, relacionando a Terra a outros sistemas estelares… por exemplo, o sistema solar vizinho de Nêmesis e o sistema estelar tríplice de Sirius, por uma energia que transcende a mera gravidade… o referido picto é do dia 12 de junho (1999).

Essa imagem dá uma noção do tamanho do pictograma a céu aberto

Este fabuloso pictograma, do dia 2 de maio, já vem revelando um dos símbolos de SIrius triplice, que é esse garfo com três dentes, que apareceu antes e voltaria a aparecerá em muitos crops circles, como um padrão!

São os Anunnaki anunciando de qual casa estelar eles vieram dentre as infinitas estrelas do infinito céu…

Esse surpreendente castiçal de sete braços (Menorah) trouxe o mesmo símbolo alguns dias depois, em 31 de maio, e faz uma combinação entre o clássico sistema de sete planetas, como era considerado na antiguidade, até Saturno, debaixo do céu estrelado (Urano não era nomeado) com um sistema de três astros ou estrelas, Sirius.

Inovações aconteceram por exemplo, no estilo tapeçaria deste incrível heptagrama crop circle, de 6 de agosto.
Veja o trançado entre os feixes dobrados de trigo. Obra de humanos? Reflita!!

Nem só da Inglaterra vivem os crops circles!
Veja essa incrível geometria fractal que apareceu na Holanda, em 23 de julho de 1999. Ela já completou 21 anos de existência e ainda continua surpreendendo! Um modelo fractal e que, ao mesmo tempo, visualiza um efeito 3D dotado de movimento e fluxo: o fluxo das três forças de campo do Universo, talvez uma tentativa de nos ensinar alguma coisa sobre o Campo Unificado, esta sinfonia inacabada de Einstein…

Eu lhe pergunto: obra humana?
Lembrando que parte vital da arte crop circle é direcionada para o cenário aéreo, ou seja, vistas do chão elas nada significam, mas quando são vistas do alto, é que seu significado se revela.

Algo que as linhas de Nazca já pretendiam aos deuses astronautas da antiguidade.
Como poderiam seres humanos projetar no chão essas linhas que se revelam perfeitas e absolutamente intocáveis vistas do alto?
Considerou isso?

Esta incrível formação apareceu na República Tcheca em 21 de julho, e foi associada a um tipo de célula nervosa com ramificações neurais.

Esse lindo crop circle veio na Inglaterra, dia 21 de julho de 1999, e mostra um sistema triplice de objetos ligados por campos de força e linhas de transmissão, pode ser um UFO, pode ser uma esquematização do sistema Sirius 3, pode ser as duas coisas numa mensagem associada.

A serpente alada, ou serpente cósmica, tão associada aos mitos pré-colombianos acerca das divindades venusianas, não podia faltar nesse ano que celebrou a identidade Anunnaki nos campos da Inglaterra.
Ela é do dia 12 de junho.

Por fim, o disco solar Anunnaki voltou a aparecer nos campos da Inglaterra em 2009, dez anos depois, em duas fases de um mesmo crop circle, com adição posterior.
A primeira fase apareceu neste crop circle de 13 de junho de 1999, um modelo quaternário.
Veja como a plantação ainda está verde.

Um Sol-Lua central coroados com raios, a imagem de uma Cabeça de entidade ou Hierarquia no comando da Merkabah, ou Nave de quatro asas, rodas e criaturas, conforme o profeta Ezequiel.

Agora, veja o que aconteceu com a mesma formação do dia 13 de junho, com o acréscimo sobre ela aplicado em 25 de julho, 42 dias depois. Nos ângulos da formação, quatro discos Anunnaki, estabelecendo a relação entre a imagem e a Merkabah de Ezequiel. Ou seja, o disco Anunnaki é, principalmente, um símbolo ufológico da antiguidade, as naves dos deuses estelares, tão detalhadamente descrita na visão do profeta Ezequiel.
Note que a plantação já se encontra bastante madura (cor dourada do trigo).

Conclusão

Anunnaki… e são os autores crop circle quem nos dizem isso, a cada ano, todos os anos…
Eles dizem:
“Nós somos os verdadeiros Anunnaki e não voltamos do passado para roubar o ouro do mundo, porque nunca roubamos o ouro do mundo, já que temos conosco ouro muito melhor, e nunca negamos partilhá-lo com o mundo”.

“Porque o nosso ouro se chama CONHECIMENTO SUPERIOR, e com ele fabricamos o que queremos, ouro, Naves, deuses… porque a Terra é uma sementeira, um embrião humano para gerar deuses, à nossa imagem e semelhança, com a permissão do Pai Supremo, o Criador de todos os seres e coisas”.

“Esse é o maior e o melhor valor do nosso ouro sagrado, a ciência superior dos deuses, capaz de erguer deuses na Terra em condição igual a nossa, dotados de imortalidade e iluminação, tal como o Mestre Maior que pisou neste mundo e a quem servimos, já mostrou ao mundo um dia, mas foi mal interpretado pelo mundo moderno da mesma forma como nós temos sido mal interpretados por mentes dissonantes que não conseguem se alinhar consigo mesmas, quanto mais com a nossa mente, a mente divina!”

Preciso dizer mais?

JP em 03.08.2020

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