
“Jesus, e não a Virgem Maria, salvou o mundo”, diz o Papa Leão XIV
Nem a própria Maria se intitulou SALVADORA em nenhuma de suas aparições, sempre reforçando o chamado ao Evangelho do seu Filho.
Só não esquecendo que, sem Virgem Maria, Jesus não nasceria, porque o Filho de Deus não poderia ser concebido em ventre de mulher humana comum.
A menos que Deus criasse seu filho do barro, como fez com Adão.
Se para Deus NADA É IMPOSSÍVEL, porque ainda assim Ele precisa seguir certas regras para realizar seus planos sem ter como usar um plano B?
A Virgem Maria foi o plano A.
Não existe um plano B para a infalível Sabedoria divina.
Não existe um plano B para a encarnação do Salvador. Eis a importância da Mãe do Salvador, a porta pela qual Ele desceu ao mundo. Maria nutriu e instruiu o Salvador do mundo desde o seu nascimento, mas para alguns cristãos, tudo isso parece de pouca importância, como se o Salvador tivesse descido pronto para salvar o mundo.
Beijam e louvam Israel como terra sagrada, mesmo estando ela atualmente manchada de sangue e violência (e rejeitando Jesus Cristo) mas a mãe do Salvador, esta tomam por comum, e o ventre que o gerou, este eles menosprezam.
O fanatismo é sempre cego.
Sem o fundamento, não existe templo.
Maria é o fundamento. Jesus herdou de sua carne a castidade invencível, com a qual esmagaria a serpente aos pés, conforme a promessa do Senhor à mulher decaída, Eva.
Maria representa a redenção de Eva, e Jesus, a redenção de Adão e de toda a humanidade.
O Evangelho começou com a declaração do Anjo Gabriel a uma humilde devota de Yahwé:
“SALVE MARIA!”
Mas muita gente acha coisa pequena uma mulher ser fecundada pelo Espírito Santo e, sem presença de homem, gerar o Filho de Deus.
“Ah, Maria foi uma mulher comum!”
Comum é a mãe deles.
Falsos cristãos
Certos cristãos abordam a doutrina de Cristo com um coração empedrado e uma alma ressecada de sentimentos de generosidade e compaixão, e por isso, costumam devotar sua falsa fé (fé sem obras é morta) à um único interesse vinculado a Cristo:
o da própria salvação, se esquecendo de que Cristo priorizou que cuidássemos mais dos outros do que de nós mesmos.
São cristãos apenas de fachada, e vibrando assim, com esse ego interesseiro travestido de místico, não conseguem captar a verdade divina além de seus conceitos estéreis, suas crenças mortas e seu fanatismo cego e inflexível, ficando anestesiados para o infinito amor que, por exemplo, a divina Mãe de Jesus Cristo dedica ao mundo, inclusive por eles que a renegam ou ofendem, intercedendo por suas almas no Tribunal do Pai ainda que não a mereçam.
Então, enquanto permanecerem no desejo egoísta da própria salvação, seus corações continuarão lacrados para as mais elevadas e puras vibrações do amor de Deus em todas as suas faces, Pai, Mãe e Filho, por uma questão absolutamente lógica e coerente.
Mas como para eles só tem importância na vida a própria salvação, o amor de Deus continuará atravessando as suas almas e suas vidas não como uma energia amorosa de transformação, mas sim, como um conceito morto sem qualquer poder de mudar o rumo de seus destinos.
Inclusive o da condenação que tanto temem.
JP em 08.11.2025







