As muitas faces de Anu, o pai dos Anunnaki

Anúbis

Anúbis (em grego clássico: ou Anupo foi como ficou conhecido pelos gregos deus egípcio antigo dos mortos e moribundos, guiava e conduzia a alma dos mortos no submundo, Anúbis era sempre representado com cabeça de chacal.
O nome Anúbis tem origem grega e significa “abridor dos caminhos”.

Na língua egípcia, Anúbis era conhecido como Inpu (também grafado Anup, Anpu e Ienpw). A menção mais antiga a Anúbis está nos Textos das Pirâmides do Império Antigo, onde frequentemente é associado com o enterro do Faraó e os mortos
Assume nomes ligados ao seu papel fúnebre, como Aquele que está sobre a sua montanha.

Chacal, uma espécie de canídeo, é a forma da máscara de Anúbis, associado à antiga estrela do CÃO, que é Sirius, a alfa de Cão maior.

Inclusive muitos já associaram a Grande Esfinge com a imagem do chacal Anubis, o guardião das entradas (do céu, o mundo dos mortos, o Amenti), regido por Osíris.

Urano

Urano (em grego: transl.: Ouranós, lit. “o que cobre” ou “o que envolve”), na mitologia grega, era a divindade que personificava o céu. A etimologia possivelmente tem origem no vocábulo sânscrito que origina o nome de Varuna, deus védico do Céu e da Noite. Sua forma latinizada é Uranus. Foi gerado espontaneamente por Gaia (a Terra) e casou-se com sua mãe. Ambos foram ancestrais da maioria dos deuses gregos, mas nenhum culto dirigido diretamente a Urano sobreviveu até a época clássica e o deus não aparece entre os temas comuns da cerâmica grega antiga.

Sirius é a estrela de maior magnitude no céu (no caso, magnitude negativa) e considerada a regente do oitavo céu onde preside Urano, o céu, pai dos deuses primordiais (Anunnaki).

Sirius é a estrela-mãe de Todas, e no Egito, era a estrela da luz, referida a Toth e Isis, princípios da Sabedoria, como Enky.

Nessas relações astrológicas e teogônicas, Enlil se associa facilmente ao deus Marte, o rigor, a força, o comando, enquanto Enky se associa facilmente a Vênus, o conhecimento (e a genética partilhada com venusianos).

Gaia, a mãe e esposa de Urano, o céu, é a deusa da Terra (Ki sumeriana) e se liga ao nome Maia, a deusa de muitos outros deuses e heróis em culturas separadas.
Maia foi mãe de Buda, Maia foi mãe de Pacal (os maias), Maia foi mãe de Hermes-Mercurio. Maia é um nome relacionado ao princípio materno (MA, em diversos idiomas).

Maya, no sânscrito, também é ilusão, porque o Princípio feminino se relaciona com a matéria (Mater, mãe no latim) que é uma forma de ilusão, a condensação da energia invisível).

Maia e Gaia, portanto, tem uma relação direta.

Varuna

Varuna foi uma das divindades mais importantes dos antigos indianos, e presidiu as águas do céu e do oceano e era o guardião da imortalidade. Devido a sua associação com às águas e do oceano, ele é frequentemente identificado com o grego Poseidon e o romano Netuno, e Urano, a regência do céu.

Pela sua associação com o céu, muitas representações de Varuna e Urano são em tons azulados, conexão com os Seres Azuis do profeta Parravicini.

YHWH, ADON, ADONAI, ANU

Criador do céu e da Terra no Gênesis, à frente de ELOHIM, o primeiro nome de Deus que é plural de EL (deus). Deus no aspecto superior costuma ser associado ao Nono céu, empíreo, o Absoluto indiferenciado. A definição hierática para os deuses começa a acontecer justamente do oitavo céu para baixo, quando as estrelas então assumem títulos de anjos, e as mais brilhantes, retratando hierarquias mais elevadas que as menos brilhantes.

A forma como foi relatado na Bíblia, com barba e em seu trono de poder, foi assim ilustrada na iconografia dos deuses sumerianos. Nomes de sumerianos aparecem na Biblia, como Shemesh, o Sol, o que não significa que a Bíblia é um plágio da cultura sumeriana.

Mas que significa sim, que o mesmo Espírito civilizador da Suméria migrou para Israel (e vários outros locais) sob denominações diferentes mas conservando a mesma doutrina, quando os sacerdotes e líderes sumerianos assumiram para si as atribuições dos deuses e passaram a escravizar o povo.

Coisa comum de ser ver em qualquer civilização em processo de decadência…

Três grupos de estrelas são mencionadas em passagens bíblicas, como o livro de Jó:

Plêiades chamada Kimá
Órion chamada Kesil
E Sirius, chamada Ishá

Elas representam a morada centralizada do Criador ADONAI-YHWH, em relação às outras estrelas.

Veja este código cabalístico:

KIMH (hebraico) soma 75
KSIL (hebraico) soma 120
HwISh (hebraico) soma 380

A soma final é 575, que soma 17 (arcano 17, a estrela) que soma 8 (oitavo céu, céu das estrelas)

E Sirius é a sua capital no plano estelar.

A Estrela de Belém, simbolicamente, sempre foi Sirius. A mais brilhante.

VARUNA
URANO
ANUBIS

ADONAI

(ANU e funções paralelas, deuses primordiais, e em idiomas com sons próximos do nome ANU)!

O fenômeno da dispersão do conhecimento paralelo entre várias nações antigas, separadas no tempo e no espaço, não pode ser explicado somente por um efeito de migração humana, mas também, de visitação alienígena nos quatro cantos do mundo em épocas diferentes, conservando os mesmos traços de conhecimento com incrível semelhança de conteúdo.

Em nada temos demônios e seres malignos aqui, e sim, pais celestes, guias da humanidade e dos deuses menores, e todos, instrutores e primeiros civilizadores da humanidade.

Anu era Pai… não era padrasto.

JP em 25.12.2020

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