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Arco Íris, o símbolo do Espírito Santo

Arco Íris – O símbolo mais sagrado da Bíblia

Porque representa, primeiramente, a aliança entre Deus e a humanidade através do seu Espírito Santo.

E em outras ocasiões, a Divindade aparece com uma coroa de Arco Iris sobre a cabeça.
Símbolo da ILuminação, poder e Onisciência.
Como a pedra de sete olhos, os Sete Arcanjos de Deus.

Explicando,
Deus na figura do PAI é o Primeiro, o ALfa, e na equivalência das cores, é a ausência de cores, o negro profundo, já que é a Fonte imanifestada.
Você bebe a água da Fonte mas não vê as suas origens nas profundezas da Terra.

Assim é o Pai, o Primeiro Aspecto.
A Fonte da qual bebemos é o Filho, ou Deus manifestado, Espelho do Pai, o Segundo Aspecto divino.

Na equivalência das cores, Ele é representado pela cor branca, que emergiu do negro profundo, a Luz, a Verdade e a Vida.

Finalmente, o Espírito Santo ou Terceiro Aspecto divino é a especialização do poder do Filho, sua subdivisão em especialidades ou departamentos.
Os sete raios da Criação. As sete cores do espectro contidas no Arco íris fracionado da luz solar.

Sendo portanto a Última manifestação do Divino, é aquela que faz PONTE entre Deus e a humanidade.
Quando Cristo declarou que enviaria o Paráclito ou Espírito Santo, quis dizer que ainda precisaria da manifestação na Terra do Espírito Santo para completar a sua Obra.

Muitas religiões se apossaram dessa declaração para alegar que o Espírito Santo ou paráclito eram de sua propriedade. O que é um perfeito erro, já que eles se relacionam com as Duas Testemunhas.

As sete cores, alinhadas com o Setenário sagrado e estrutural do Universo, tem relação com a nossa estrutura setenária de energias internas, definidas pelos sete chakras centrais, núcleos de poder, que explodem na cabeça, coroando o Iluminado com todas as frequências das cores brilhando na cabeça e gerando todo tipo de conhecimento na mente conectada com o Setenário cósmico, ressonância vibracional.

Enfim,
Do Gênesis ao Apocalipse, Alfa e ômega da Bíblia, o Arco Iris assina o começo e o fim da nossa raça, começo porque ela teve início com a aliança renovada com Noé, brindado com um arco íris. E fim, porque o Anjo do Apocalipse 10, aquele que fala que o tempo da raça havia se esgotado e que, por isso, todas as profecias do fim se cumpririam, surge coroado com o mesmo Arco Íris.

Sendo o símbolo mais sagrado da Bíblia, seu ultraje incorre em pecado contra o Espírito Santo que ele representa:

«Em verdade vos digo: Que aos homens serão perdoados todos os pecados, e as blasfêmias que proferirem; mas quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão, pelo contrário é réu de um pecado eterno.» (Marcos 3:28-30)

Que o Espírito Santo ilumine a nossa vida, para que ela seja reta e santa diante de Deus em um tempo onde a podridão reina e a inversão de valores legisla, agredindo o Eterno Deus de todas as formas possíveis e impossíveis… propositalmente.

O que torna o crime ainda mais grave.

A natureza dos pecados contra o Espírito Santo

Pecados imperdoáveis contra o Esppírito Santo são aqueles que mancham o corpo e terão de ser pagos no corpo. Não há como quitá-los de outra forma. Essa sentença também se aplica num nível mais cósmico, mais impessoal. O corpo é o santuário do Espírito Santo, e tudo o que se cometa contra esse santuário, deve ser quitado dessa forma, sendo, nesse sentido, sem perdão, sem quitação de outra forma.

A Virgem Maria é uma espécie de porta voz do Espírito Santo, a Mãe Divina opera em sua Presença. É o mistério completo da Terceira Pessoa Divina.

O Espírito Santo enviado por Jesus Cristo atua em Unidade com a Pessoa Sagrada da Mãe Divina, completando a Face da Santíssima Trindade, face essa tão rejeitada pelas Igrejas cristãs fundamentalistas que não compreenderam ainda o seu Mistério.

A Mãe Divina foi chamada de Shekinah, a Morada, o Tabernáculo de Deus, o Útero de toda a vida. E o Espírito Santo não habita a Morada, o Santuário? Portanto, o Espírito Santo habita nela e atua por meio Dela, a Mãe Divina personificada pela Virgem Maria, e mesmo as Deusas das religiões pagãs, tão satanizadas por cristãos fanáticos.

Ela é o Receptivo, o Eterno Feminino, o Vazio, o Espaço, o contraponto Yin da força criadora do Pai, Yang. Sem Ela, o Útero finalizador da VIDA manifestada, não há Vida, não há nada, nenhuma Cosmologia é possível excluindo da Entidade DEUS a sua porção Materna, na qual opera o poder do Espírito Santo, em toda a sua extensão e profundidade.

De modo que todo tipo de ataque contra a face da Virgem Maria caracteriza ataque contra o Espírito Santo, já que o Espírito Santo não atua sem Ela, a Morada, desde o corpo até a Mãe Natureza que é berço de toda a vida.
Afinal, a Natureza sempre foi mãe, como a Terra (Gaia).

A Entidade sagrada da Terceira Pessoa sem a qual a VIDA não tomaria forma em suas diversas moradas para o Espírito de Deus, ou Espírito Santo.
Manchar o corpo com promiscuidade é pecado contra o Espírito Santo.
Desonrar a fonte criadora da Vida é pecado contra o Esppírito Santo.

E muitas são as formas em que a humanidade vem cometendo estes graves e imperdoáveis delitos, imperdoáveis no sentido de que terão que ser pagos com DOR. E não de outra forma ou com nenhum tipo de transcendentalismo.

(Aparição da Virgem Maria diante do Sacramento, registrada numa Igreja nas Filipinas)

JP em 29.06.2021

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