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A Chave dos Mundos da Alma do Antigo Egito

 

Conhecendo e estudando mais de perto a Pirâmide de Kéfren, aquela que se liga a Grande Esfinge, descobrimos que ela é uma PIRÂMIDE MUSICAL, a partir do momento em que o Triângulo de Pitágoras 3.4.5 compõe a sua secção arquitetônica.

E que o nome do faraó Kéfren (Kafra) significa

SUBA RÁ!

 

Rá, deus Sol na forma escaravelho, relacionado ao deus Khepri, deus Sol da manhã, deus da ressurreição

 

E se Rá era o deus-Sol representado pelo escaravelho voador que carregava o Sol nos ângulos da Terra, então temos aqui uma preciosa chave de despertar.

 

Estátua do Faraó Kefren

 

Kéfren quer dizer:

SUBA SOL! SUBA MENTE! SUBA ALMA!

 

Anúbis, deus da morte, preparando a múmia do faraó destinado a ressurreição no post-mortem, com todos os seus invólucros, e entre eles, o KA, corpo astral, que permitia ao faraó viajar entre as estrelas enquanto seu corpo físico aguardava a ressurreição neste mundo

 

Ká era o nome do corpo ou invólucro astral da Alma:


SUBA KÁ! (CORPO ASTRAL)

HET-KÁ-PTAH (nome egípcio do EGITO, que significa

 

Ptah, deus primordial do Antigo Egito, que deu origem ao nome atual EGITO, transcrito do nome antigo Het.Ka.Ptah

 

A CASA DO KÁ (CORPO ASTRAL) DE PTÁH (deus)

A Casa do Ká (corpo astral) dentro de nós é o corpo físico. O nosso corpo físico é o último invólucro da alma, e existem vários outros, e um deles, o KÁ, é vital nas viagens astrais do faraó pelas estrelas, no Amenti e diante dos Juízes de Osiris, quando então ficam acertadas as condições do seu regresso ao mundo dos vivos via ressurreição.

 

Na antiga mitologia egípcia, o deus Anúbis pesa os valores da alma desencarnada na Balança, e Toth os registra e os apresenta ao Juiz Osíris, que decide os destinos da alma ali julgada

 

A Pirâmide simboliza  a casa do KA, corpo astral. 

HET: a casa, o corpo físico, a primeira casa da Alma e seu Ká

KA: o veículo astral, importantíssimo para as primeiras descobertas da consciência encarnada nos outros planos da realidade oculta

PTAH: deus primordial, e simboliza a divindade “oculta” e adormecida dentro de nós, que precisa ser reativada.

 

 


A Pirâmide tem, na câmara do rei, o símbolo do coração. 

A Pirâmide tem 4 triângulos nas faces, 3×4 = 12, e o chakra Ahanata do coração tem 12 pétalas. O Sol (Rá) interior.
Entrada do Templo-Coração

A chave para abrir a porta do templo onde está Deus dentro de nós, na Pirâmide do coração, desejando subir como o Sol no horizonte acima da nossa cabeça em uma perfeita e lúcida viagem astral no KA, a Barca de Rá fluindo no Universo das muitas dimensões!

 

 


Fá, a nota FÁ, que irradia o Brilhante VERDE, é a tônica que aciona diretamente o CHAKRA DO CORAÇÃO (ANAHATA).


O coração é a câmara do rei na Pirâmide, onde descansa o deus interno.


O Coração acionado, por sua vez, abre a porta da pirâmide, no topo da cabeça, e a alma é projetada para as estrelas, conforme as simbologias místicas do Antigo Egito.

 

Não só os egípcios, mas os antigos tibetanos cultivavam profundamente as vivências da alma no post-mortem, porque sabiam que eventos fundamentais para o progresso das almas aconteciam justamente no lado de lá, e que era preciso (para tais almas) estar desperto e de posse de todas as chaves astrais para se sair bem nos desafios e ter um julgamento favorável… e para as viagens do post-mortem, uma vida inteira de preparações era necessária… o grande mal da humanidade adormecida é viver uma vida inteira despreocupada com estes assuntos, cultivando sempre e somente o lado material e corporal da vida, e deixando para se preocupar com o lado espiritual só em tempos de crise, quando o necessário é que a preocupação com o lado espiritual da vida deveria sem em tempo integral!

 

 

 

De qualquer forma, explorar as chaves dos deuses do Antigo Egito ou dos monges do Antigo Tibet, e até dos sacerdotes maias e seus roteiros idênticos da alma no post-mortem e os desafios do Xibalba (mundo inferior) antes da ascensão ao portal das estrelas, é sempre algo muito válido para todos nós, os que temos ainda olhos para enxergar tais jóias da sabedoria antiga, e um coração sábio para saber explorar todos os seus infinitos potenciais.

 

A conexão Órion e as pirâmides de Gizé

 

Porque uma coisa é certa: ninguém ascenderá ás estrelas após a morte se, em vida, não se dedicou a compreender a Verdade das estrelas como um guia de todos os caminhos da alma enquanto peregrina e exilada neste mundo denso chamado Terra…

 

JP em 13.05.2019

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