Um vulcão acorda no Havaí, após dormir mais de quatro mil anos!

(Efeitos dos recentes alinhamentos e disparos de energia gravitacional do período)

Terremotos de repetição profunda sob oMauna kea
Por AARON WECH Sismólogo do Observatório do Vulcão do Alasca | Domingo, 19 de julho de 2020

O vulcão Mauna kea não entra em erupção há mais de 4.500 anos, mas isso não significa que esteja quieto. De fato, há décadas esconde um dos sinais sísmicos mais únicos vistos em qualquer vulcão.

Algumas descobertas são apenas acaso. Há vários anos, os sismólogos do US Geological Survey no Observatório do Vulcão Havaiano e no Alasca estavam tentando um novo método para rastrear a sismicidade no vulcão Kilauea. 

Há mais de quatro milênios que o vulcão Mauna kea no Havaí não entrava em erupção. Talvez em breve a contagem regressiva recomeçará: os cientistas estão preocupados com um enxame de terremotos logo abaixo do gigante.


A atividade do vulcão registou-se por acaso: especialistas estudaram um novo método para rastrear o nível de atividade sísmica na área do vulcão Kilauea, e depois decidiram testá-lo em outros gigantes.

O método varre seções de 24 horas dos dados do sismômetro, procurando similaridade de sinal em muitos instrumentos. Por curiosidade, eles decidiram olhar o resto da ilha do Havaí para ver o que mais poderiam encontrar.


No final, detectou-se que os terremotos profundos ocorrem sob Mauna kea com uma frequência de 7-12 minutos. Os métodos de análise sísmica convencional mostraram ser ineficazes devido ao ruído da máquina e aos terremotos ocasionais.
Tremores ocorrem a uma profundidade de 25 km. É interessante observar a instabilidade da região desde 1999: então os cientistas estabeleceram uma estação sismológica entre Mauna kea e Mauna Loa.


Só depois de um longo período de tempo foi possível descobrir que os terremotos não são resultado de mudanças tectônicas, mas sim de atividade vulcânica.
Vulcões muitas vezes causam terremotos de baixa frequência, mas os cientistas nunca os viram durar várias décadas e repetem-se a cada dez minutos.


Uma análise mais detalhada mostrou que os fluidos se movem acima da câmera de magma. Provavelmente a atividade sísmica é criada por gases magmáticos que se comportam como um líquido.


O fluxo de fluido é criado ao esfriar o magma, que não consegue subir. Portanto, os cientistas não vêem razão para pânico, mas não descartam nenhuma reviravolta dos acontecimentos, pois os processos sob o vulcão não foram estudados o suficiente.

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Este é o ponto de intersecção entre atividade vulcânica e atividade sísmica:
o núcleo da Terra.
E o núcleo da Terra é o ponto de partida para se responder donde vem as influências sobre a geologia terrestre.
Elas vem das estrelas reunidas, meu caro Brutus, alterando destinos e matérias em seu caminho!

JP em 25.07.2020

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