Revista oferece dinheiro a quem informar sobre os autores do Crop Circle no Paraná

A Revista Ovni Pesquisa, de Belo Horizonte (MG), está em busca do autor do desenho feito na plantação de trigo em Ipuaçu, no Oeste do Estado, na última semana. O periódico pagará R$ 1,5 mil a quem enviar informações seguras sobre quem produziu as figuras. As informações repassadas serão mantidas em sigilo.

A figura geométrica de grande extensão chamou atenção e gera dúvidas sobre a procedência ser humana ou extraterrestre.

A figura foi registrada na última semana. – Foto: Jean Bertosso/Revista UFO/Divulgação

A publicação tem três anos e é produzida pelo CIPFANI (Centro de Investigações e Pesquisas de Fenômenos Aéreos Não Identificados), que existe desde 1991.

Segundo o editor do CIPFANI e da revista, Paulo Baraky Werner, o periódico tem caráter estritamente científico.

“Já analisamos centenas de fotos, vídeos e marcas de pouso. Não estamos dizendo que o que ocorreu em Ipuaçu seja ação humana, mas a linha de investigação deve começar por baixo”, explica.

Investigação

O pesquisador detalha que no caso dos agroglifos, as características são as dobras dos caules sem que haja a quebra da planta. Ele acrescenta que existem técnicas que utilizam de transferência de um desenho usando cordas (barbantes) e material para dobra.

Werner cita como exemplo o Circlemakers, site da Inglaterra que divulga como são feitos desenhos em plantações de cereais.

“A parte laboratorial não tem como realizarmos, em decorrência da distância, mas há outros pesquisadores fazendo isso. Não podemos fazer análises sobre a sua procedência apenas observando o formato da figura”, ressalta.

Werner esclarece que geralmente em pousos de OVNIs, a literatura aborda alterações no PH do solo. Calcinação, vitrificação e queima da vegetação. Há casos em que o local se torna estéril, ou ocorre também o inverso. A vegetação passa a crescer em um ritmo acelerado.

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“Queremos apenas realizar uma busca por evidência humana, caso exista. Não estamos emitindo uma conclusão, pelo contrário, apenas pesquisando. Qualquer informação segura que possa identificar a autoria dos desenhos serve como base para nossa pesquisa”, acrescenta ao informar que a revista conta com consultores locais que estão em busca de outras evidências.

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