Relatório NÊMESIS

Relatório Nêmesis

Prefácio

Estudos sobre crops circles e a detecção do sistema binário solar, e sua estrela companheira, anã vermelha, numa época em que não haviam imagens do objeto P 7X em telescópios de astrônomos e em programas de computador, como o Helioviewer, tal como existem hoje, em quantidade.
Naquela época, tudo o que eu tinha era intuição.

Desde os pictogramas de 1990, o modelo binário simples (dois círculos ligados por barras, e acompanhados do código II-II lateral, já falavam de nosso sistema solar como binário, e sob 11-11, o sinal de que, quando os dois sóis começassem a se aproximar, os efeitos sobre a Terra disparariam toda sorte de eventos sincronitários e singulares conforme o alinhamento com as profecias da Biblia e do Calendário maia, principalmente.

Abaixo, o Pictograma Cheesefoot Head, de 23.05.1990, o primeiro a aparecer (na Inglaterra).

Segue um crop circle importante com esta mensagem, do ano de 2010, 10 anos atrás.

JP em 07.04.2020

Crop circle da RUSSIA Dondukovskoy, Adygea 7-6-2015

Notamos uma forma representativa do sistema solar interno, contando o Sol central e os quatro planetas das primeiras órbitas (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) e uma estranha oscilação de energia que corre do Sol até Marte (as fronteiras do sistema solar interno dentro do cinturão de asteroides), e essa estranha oscilação parece ser causada por um segundo objeto (acima) que se aproxima, provavelmente o companheiro gêmeo do Sol, que irá então intensificar as suas influências sobre a Terra quando estiver se aproximando da órbita do planeta Marte, o que pode acontecer, segundo estimativas para o P 7X, entre 2020 e começo de 2021.

A Rússia teve vários modelos similares a este.

JP em 08.04.2020

Holanda e Brasil, dois modelos análogos em 2015

Um dos raros crops circles brasileiros naquele ano, que apareceu no Paraná, estado brasileiro, em outubro de 2015,
4 meses depois de um crop circle na Holanda, repetindo-lhe a estrutura, mostra um diagrama de sistema binário na forma de um OITO deitado, dois círculos cruzados na horizontal.

No modelo brasileiro, os dois círculos externos envolvem um círculo menor interno, e podem representar perfeitamente o nosso sistema solar em status binário, com duas estrelas orbitando em torno de um centro de gravidade comum, e num desses sistemas, vemos um objeto se aproximando (quatro círculos em progressão crescente).

No modelo da Holanda, ligeiramente diferente, vemos os dois objetos se aproximando, por direções opostas, desse centro de gravidade estabelecido.

Ambos os modelos representariam assim o sistema solar binário, com a aproximação dos dois sóis marcada para este tempo que estamos vivendo, e a julgar pela soma de distúrbios planetários em série crescente, essas mensagens do passado estão mais do que confirmadas.

JP em 11.04.2020


O modelo holandês de dois sóis

Este objeto apareceu na Holanda em 7 de Maio de 2015, e aparentemente mostra o Sol em duas posições orbitais extremas. Porém, pode representar simplesmente o sistema solar duplo (binário) e um arranjo planetário em seu eixo interno.

O destaque é para um objeto que se move, em duas posições, numa órbita extremamente excêntrica ao redor dos dois sóis (ou mesmo Sol em duas posições orbitais opostas).

Se esse objeto fosse Mercúrio, a sequência interna faria sentido: Vênus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno (cinco planetas no eixo interno, e a Terra é aquele com anel, destacando a Lua).

Mas se esse objeto não for Mercúrio, dentro da análise do sistema solar duplo, então novamente ele representa um objeto desconhecido que se aproxima do nosso Sol, e entrará em alinhamento.

Inclusive, os planetas internos também estão dentro de um alinhamento, que só tende a potencializar o efeito de distúrbios de campo gravitacional no sistema como um todo.

Ps: Geólogos e demais acadêmicos da ciência oficial ignoram estes modelos do sistema solar e aparecerão aqui dizendo que tudo o que está acontecendo é natural, mesmo sem saber explicar como a geologia alterada acontece ao mesmo tempo com a pane do campo magnético, com o colapso social, a pandemia e todos os outros distúrbios dentro de um sistema em processo de entropia.

Esses “cientistas” nunca pensam fora da caixa acadêmica, e se você perguntar para eles sobre o motivo de todas as ocorrências planetárias em cadeia interligada, eles dirão que é tudo coincidência. Porque só saberão falar de vulcões, mas não saberão explicar porque vulcões e campo magnético da Terra entram em pane ao mesmo tempo.

A causa só pode ser uma: causa cósmica, de ordem planetária e estelar.
Como a imagem revela, sistema solar binário em tempos de “aproximação” e conjunção.

Ah sim, estes mesmos “cientistas da caixa acadêmica” não costumam acreditar em crops circles e extraterrestres.
Por isso, não os levo muito a sério, porque sei que a recíproca é verdadeira.

Portanto, deixemos que os sinais do Universo em mutação falem mais alto e claramente do que todas essas falácias acadêmicas que, naqueles dias, emudecerão diante da impotência de seus argumentos rasos.

Porque uma coisa é certa: toda a Astronomia terá que reescrever seus fundamentos básicos quando a teoria do sistema solar duplo for finalmente confirmada.
E da mesma forma que a Teoria Heliocêntrica de Copérnico e Galileu sofreram rechaço nos tempos da Idade Média e das mentes limitadas, a teoria do sistema solar duplo sofre o mesmo rechaço da parte das mentes limitadas e ainda presas ao conceito de um Sol individual.

A favor do Sol duplo, temos que esse modelo de sistemas estelares com duas ou mais estrelas partilhando um mesmo centro de gravidade é muito comum em várias partes do universo, quase um padrão.
Tudo indicando mesmo que nosso Sol tem uma estrela gêmea, pequena, ainda obscura, e que se aproxima, causando tudo o que temos visto.
Como os maias disseram que seria nas bordas do tempo em 2012.
Eu acredito muito mais nos maias do que nos “catedráticos”.

JP em 13.04.2020


Dois objetos crop circle de 2016

Austrália e Alemanha, ambos mostrando um objeto central em movimento, e com quatro planetoides propagando energia. O objeto P 7X (suposto Nêmesis) possui planetoides, como muitas imagens de telescópio registradas demonstraram; e estes crops circles (e muitos outros) já mostraram esse modelo de um segundo Sol em movimento com planetoides em órbita.
Nos dois crops circles, cada um do seu jeito, percebemos esse sentido do sistema todo em movimento, e energia gravitacional sendo propagada durante o movimento.

JP em 17.04.2020

Relatório Nêmesis
Pictogramas na Holanda em 2016

Vários pictogramas apareceram na Holanda, na estação de 2016, indicando o mesmo (apesar das variantes) que os pictogramas de 1990 indicavam naquele tempo, com insistência, na Inglaterra, entre outras coisas, a identidade binária do nosso sistema solar.

No geral, eu sempre interpretei esses pictogramas como marcadores astronômicos, que mostravam não somente a condição binária do sistema solar, mas principalmente isto.
No pictograma do canto inferior direito, do dia 15.07.2016, vemos o Sol, um planeta interno (pode ser a Terra com a órbita lunar), e na outra ponta, um objeto com um garfo duplo: a sugestão de segundo, segundo sol.

Mas no pictograma do dia 06.05.2016, os códigos foram mais interessantes.
Um dos objetos tem como duas asas em forma de letra L, que lembra a representação dos discos alados da Suméria e do Egito (Sol Alado) que se liga a outro objeto (sol duplo).
E junto do eixo central, ao invés do típico 11-11, temos pontos e códigos que podem ser convertidos, por exemplo, em numeração maia.

Barra e ponto em cima vale seis. E dois pontos, um de cada lado, vale dois. Dois e seis, em cada lado do eixo.
Oito e oito, dezesseis, referência ao ano em curso (2016).
Pensei em 16 meses, unidade de tempo, e contando 16 meses a frente do dia 6 de maio de 2016, isso nos levaria ao ano 2017, no mês de setembro! Dia 23 de setembro de 2017 e o grande sinal do Apocalipse 12 consumado no céu, constelação de Virgem coroada, Sol e Lua, etc.

Ou então, código morse?
(. _ .) = R
(.) = E

ER // ER ou RE // RE

No Antigo Egito, o deus Sol supremo era conhecido como Ra ou Re, e representado pelo escaravelho alado, símbolo da ressurreição, renovação. Um dos círculos tem dois ganchos em forma de L que podem representar o mesmo, o Sol alado, como o escaravelho sagrado do Egito, onde cultuavam o Sol com asas.
Essa sempre foi uma representação do Sol em muitas culturas antigas, com duas asas.
As duas asas do Sol representando, no final de tudo, a sua identidade binária?
Dois sóis, duas asas do Sol?
E quando estas duas asas do Sol (duplo) se encontram, acontece o processo de renovação de nível global, planetário… faz sentido!

Relatório Nêmesis
O código do Sol alado

Muitas culturas antigas representaram o Sol de uma forma similar: com duas asas.
Egito, Suméria, Pré-colombiana (Serpente Emplumada), Grécia, Israel, e outras.

O sol alado é um símbolo associado à divindade, realeza e poder no antigo Oriente Próximo (Egito, Mesopotâmia, Anatólia e Pérsia).
Na Alquimia, era o símbolo da transformação.
Mas, a parte destes símbolos, pode ser que este emblema tão universal represente a coisa mais elementar de todas do ponto de vista cosmológico: a condição binária do nosso sistema solar (dois sóis).
E quando estes dois sóis se encontrassem, ciclicamente, eles trariam renovação e transformação em larga escala, global, planetária, por meio do elemento fogo.
Algo que está acima da própria transição de Atlântida, registrada como sendo através de um dilúvio universal.
Na transição efetuada pelo encontro dos dois sóis, acontece um evento de grande descarga de energia solar, que os antigos representavam com puro fogo, estendendo o signo da Fênix renascida das cinzas ao planeta inteiro.

Existe uma teoria que a extinção dos dinossauros, há cerca de 65 milhões de anos, foi causada pela queda de um grande cometa na Terra. E o que teria causado a queda deste cometa? Se é que um cometa caiu mesmo, e ao invés disso, os dinossauros teriam sido as testemunhas mais “recentes” no tempo (que se tem notícia) do encontro dos dois sóis?
As teorias de Nêmesis falam que sua órbita poderia ser de 26 milhões de anos… está na casa de tempo da extinção dos dinossauros.
Os índios Hopi, por exemplo, falaram da grande estrela vermelha purificadora, Red-Kachina, que seria vista no fim do ciclo desta atual humanidade.

A Segunda Epístola de Pedro dá a entender que o mesmo cenário de fogo será criado na Terra, vindo do céu, e que renovará tudo:

“Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?”
2 Pedro 3:10-12

O que Deus prometeu a Noé foi não exterminar a raça humana novamente com água.
Mas Ele nada prometeu que não o faria com fogo.
Porque tem coisas que só o fogo limpa, purifica e renova.
E a origem desse fogo estaria precisamente no encontro das duas asas do Sol duplo… e o que pode estar chegando, pode ser da mesma magnitude que aconteceu no tempo da extinção dos dinossauros, quando a Terra, então, foi renovada por inteiro.
São cosmologias do Sistema Solar qual um relógio ainda ignoradas pela moderna Astronomia.

Relatório Nêmesis
A mensagem das pedras de Ojuelos

Entre as muitas mensagens destas pedras de origem incerta, com elementos extraterrestres claros, é a sinalização de um grande astro no céu, em forma de cometa, e que parece associado à manifestação extraterrestre. Outro evento geralmente associado a estes sinais nas pedras é o nascimento de uma criança sagrada, híbrida, a qual os Extraterrestres vem buscar “na data marcada”, o que nos leva à associação direta com o conteúdo do Apocalipse 12, que um grande sinal no céu seria mostrado na época do nascimento da “criança sagrada”, que seria arrebatada ao Trono de Deus, quando surgisse o dragão vermelho nos céus… com grande cauda, como um cometa.
Pode ser que este cometa indicado nestas pedras seja o atual Nemesis-P 7X?
Em breve, saberemos…
Muitas outras pedras fazem essa referência.

JP em 21.04.2020

Relatório Nêmesis
O cometa das pedras de Ojuelos
Muitas destas pedras mostram eventos na Terra associados a chegada dos extraterrestres, com seus discos voadores. E em muitas destas pedras, encontramos um mesmo sinal: um grande cometa se aproximando do Sol.Este ano de 2020, muitos cometas e asteroides têm aparecido no cenário celestial.
E os aliens ali esculpidos, ou sacerdotes, sempre apontam para o céu, chamando a atenção do observador.Porém, pode ser que este cometa sinalizador das pedras mexicanas tenha outro valor, e estejam evocando o objeto ou novo astro P 7X, que assumirá aparência de cometa quando se aproximar do Sol, mesmo não sendo um cometa…
Quando a grande estrela de fogo brilhar e o grande sinal bíblico aparecer, os Anjos em suas carruagens voadoras sairão aos quatro cantos para começar a grande colheita espiritual da Terra.
Seria essa a mensagem destas pedras?

Estamos perto deste dia?

JP em 23.04.2020

Relatório Nêmesis
Temporada 2017 e os dois sóis

Nesse belo modelo do dia 21 de maio de 2017, Inglaterra, vemos um sistema que representa claramente dois sóis, ou dois objetos emitindo raios num mesmo sistema de configuração.
O Sol maior, o objeto externo, e o Sol menor, que parece ajustado a uma órbita mais excêntrica (elíptica) na parte interna. E ambos dividem claramente um centro de gravidade comum.

Cada um dos dois sóis repete o padrão de raios, sendo 12 claros e 12 escuros.
E esse número 12 é outra referência interessante a Nêmesis, o segundo Sol, que era considerado pelos antigos astrônomos sumerianos como o décimo segundo planeta do nosso sistema solar.
Esse modelo de sol binário aparece praticamente todos os anos nas mensagens crop circle, desde 1990, sem falhar um único ano.

Relatório Nêmesis
As Pedras de Ojuelos, México

E mais uma pedra extraterrestre sinalizando um impontante astro nos céus, como um cometa, com enorme cauda, se aproximando do Sol, e que pode não ser um cometa, mas aquele astro, Nêmesis, que se tornará como um cometa ao se aproximar do Sol… anunciado também nas Escrituras bíblicas.
Nesta pedra em particular, o Alien foi representado na mesma posição das estátuas chac mool do mundo maia antigo, e ele observa o astro no céu como sendo o sinal da chegada dos Aliens em seus discos voadores, que aliás, prometeram retornar um dia para a grande colheita do laboratório de almas na Terra.

JP em 29.04.2020

Relatório Nêmesis
O fabuloso crop circle Sutton Hall 2017

Este foi, com certeza, o crop circle mais misterioso e intrigante da temporada 2017 na Inglaterra.
Na época, fiz leituras com base em hieróglifos e numerologia, e encontrei fortes conexões entre esses símbolos e modelos das pirâmides, das estrelas (Órion) e de câmaras internas e todo tipo de associação com os faraós e os mitos das pirâmides associados com a abertura da câmara secreta e a ressurreição dos deuses.
Tanto que o crop circle tem, o geral, a forma de uma chave, ou de um grande cometa ou astro com cauda, e ele emite energias de sua cauda (os hieróglifos na extremidade).

Além disso, ele tem 22 compartimentos com codigos internos, e 22 pode ser transformado em 11-11, associando então este magnífico crop circle aos pictogramas 11-11 de 1990, todos eles retratando diagramas astronômicos a respeito do sistema solar binário.

Como o objeto P 7X, mesmo sendo, creio, uma estrela anã marrom, está assumindo a forma de um cometa, com grande cauda, este é mais um crop circle “profético” acêrca do segundo Sol que se aproxima, trazendo na energia que carrega, mistérios, chaves e a energia que simboliza o despertar dos deuses diante do fim da era dos homens!

O estudo completo feito na época, no link abaixo:

JP em 01.05.2020

Relatório Nêmesis
Os dois sóis

Dois crops circles numa configuração tão simples que poucos repararam nela.
O crop circle da Porta, mostra um Sol (maior) ao fundo, e um segundo sol (representado na maçaneta da porta), porta que se abre, revelando um novo status de conhecimento e de cenário para o mundo, diante da presença do segundo Sol, quando ele se aproximar.

O crop circle da grande estrela em movimento, mostra um Sol com nove raios, como um vórtice externo no sentido anti-horário, e dentro, um Sol menor, girando como vórtice no mesmo sentido.
Todos os anos, as mensagens crop circle possuem essa sutileza de informação que, de tão simples, poucos interpretam o ÓBVIO, saindo em busca de interpretações mais criativas e fantasiosas.

Mas desde 1990, os pictogramas ingleses nos têm notificado sobre o sistema solar binário, e passados trinta anos, Saturno deu uma volta completa no céu. Em 23 de maio de 2020, daqui a 21 dias, completaremos exatos trinta anos desde o primeiro telegrama dos Aliens nos avisando sobre o fato que está para se tornar urgência global.
Avisados, fomos. Todos.
Acreditamos, nem todos. Poucos.

JP em 02.05.2020

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