O Segundo Sol e o objeto P 7X – uma possibilidade astronômica (V)

Prefácio

Tio ABADOM e NIBIRU
Esta personagem (youtuber) conhecida por alguns em suas exposições cobre NIBIRU, na verdade, está se baseando inteiramente nos trabalhos do astrônomo sírio Wissan, mais conhecido por dr. Sam.O Nome Abadom vem do Apocalipse 9, a abertura do poço do abismo quando cairá a estrela do céu na Terra e faz sair de lá o exército de demônios na forma de gafanhotos, cujo rei (do Abismo) se chama Abadom, que significa O Destruidor (isso para quem não conhece a origem do nome).Apesar deste novo astro não ter nenhuma relação com o NIBIRU de Zecharia Sitchin, é impossível remover este nome do imaginário popular.Mesmo que NÊMESIS lhe seja o nome mais conveniente.Mas, como eu disse antes, o nome é o que menos importa.Nome por nome, eu prefiro ABSINTO, a Amargura, nome original daquele vidente que, antes de qualquer um, detectou o objeto não com telescópios, mas com sua vidência espiritual há 2000 anos… o crédito então é todo de João!


Coordenadas do objeto P 7X (NIBIRU) pelo programa SN 8 PRO em 18.04.2020
Este programa nomeia o objeto P 7X de Nibiru, para ser mais comercialmente aceito, já que objeto P 7X ninguém conhece, exceto os astrônomos envolvidos com o estudo e monitoramento do astro, que agora está em Capricórnio, posicionado entre Marte e Saturno.

Sua magnitude é de 6.39 (valor positivo), o que significa que o objeto ainda é invisível a olho nu, e somente telescópios especiais (com sensores de infravermelho) podem capturá-lo.

Para se ter uma ideia, a magnitude aparente do Sol é de -27 (negativos), enquanto que da estrela Sirius, é de -1 (um negativo).
Considera-se o valor de 6 positivo como o limite de magnitude aparente de qualquer astro visível a olho nu, o que significa que astros de magnitudes de 1 a 6 são aqueles de brilho bem fraco mas ainda visíveis no céu.
NIBIRU P 7X está com magnitude 6.39, ou seja, quase entrando na faixa de visibilidade no céu.

Questão de tempo para se tornar visível, conforme se aproxime do Sol.
Pelos dados do programa, o objeto já está colado na órbita de Júpiter.
Seguimos acompanhando.

O impacto de Nêmesis (P7X) no cinturão de asteroides em breve

De uns tempos para cá, temos reparado o aumento da incidência de meteoros e asteroides passando perto da Terra, e mesmo riscando os céus de diversas partes do mundo.

Então, isso pode ser outro forte sinal que comprova a aproximação de um objeto de grande massa em direção ao Sol, como um cometa, mesmo não sendo um cometa.

Considerando o que atualmente se estima sobre a posição do objeto P 7X, que ele estaria distante em cerca de 5.4 Unidades Astronômicas do Sol, o que dá um pouco mais de 800 milhões de Quilômetros (pouco além da órbita do planeta Júpiter) essa distância já é suficiente para começar a perturbar o cinturão de asteroides, que fica logo após a órbita de Júpiter, entre as órbitas de Júpiter e Marte.

Cinturão de asteroides
Cintura de asteroides, cinturão de asteroides, cintura principal ou cintura interna de asteroides é uma região circular do Sistema Solar formada por múltiplos objetos irregulares denominados asteroides. Essa região está localizada aproximadamente entre as órbitas de Marte e Júpiter
Esta faixa tornou-se conhecida também como cintura principal, contrastando com outras concentrações de corpos menores como, por exemplo, o cinturão de Kuiper ou os asteroides troianos que coorbitam com Júpiter.

Mais da metade da massa total da cintura está contida nos quatro objetos de maior tamanho: Ceres, 4 Vesta, 2 Palas e 10 Hígia. Ceres, o maior e o único planeta anão do cinturão, possui um diâmetro de 950 km e tem o dobro do tamanho do segundo maior objeto. Contudo, a maioria de corpos que compõem o cinturão são muito menores.
São conhecidos cerca de 1000 asteroides com raio maior que 15 km, e estima-se que o cinturão poderia albergar cerca de meio milhão de asteroides com raios maiores de 1,6 km.
WIKIPEDIA

Se, na altura da órbita de Júpiter, o objeto P 7X já está causando esse aumento da incidência de asteroides e meteoros no céu, fico a imaginar o que vai acontecer quando ele passar POR DENTRO do cinturão com milhares de asteroides… alguns bastante grandes, e a maioria pequenos… o começo daquela queda de 1/3 das estrelas do céu, logo após os SETE eclipses de Lua Vermelha (entre 2014 e 2019) conforme o Sexto Selo do Apocalipse, que declara que… um grande dragão vermelho derrubaria um terço das estrelas do céu?

Porque o seu efeito gravitacional associado à sua velocidade vertiginosa é que irão funcionar como um chicote batendo contra as pedras e atirando-as para dentro do sistema solar, as quais, removidas de sua órbita, serão atraídas com força para o Sol.

E quantas destas poderão cair na Terra?

Se as estimativas dos astrônomos em torno do objeto P 7X estiverem corretas, a passagem dele por dentro do cinturão de asteroides ainda acontece neste ano de 2020.
Será a maior chuva de estrelas de fogo que a humanidade já testemunhou…

JP em 19.04.2020

Nêmesis e o seu perfil de estrela Anã Marrom

O programa SN 8 PRO fala que seu raio é de 43.469,2 Km.
Comparado com outros planetas
Raio de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar (69.911 km)
Raio de Saturno (58.232 km)
Raio da Terra (6.371 km)
Raio de Marte (3.389,5 km)

Ou seja, o objeto é menor que Júpiter e que Saturno, mas muito maior que Terra e Marte.
Mas essas ainda são estimativas teóricas que podem ser modificadas com o tempo e o melhor estudo do objeto.
Teoricamente, esse tamanho está dentro das possibilidades de uma estrela anã marrom.
Se a massa está entre 13 MJ < M < 60 MJ (Massa de Júpiter), é formada uma anã marrom, objeto há muito tempo misterioso onde a combustão nuclear acontece somente entre Deutério (D) e Hélio (He).

Anãs castanhas são objetos formados de plasma e compostos em maior quantidade de hidrogênio e hélio e em menor quantidade por deutério, lítio e outros elementos. Possuem uma massa superior a 13 MJ (vezes a massa de Júpiter), mas inferior a 75 MJ. Devido ao processo de degeneração, elas apresentam um tamanho muito próximo de Júpiter e uma luminosidade muito fraca e avermelhada e não marrom como o nome pode erroneamente sugerir. Por causa dessa fraca luminosidade, sua luz se situa na faixa do infravermelho, próximo do espectro visível.

O fato do objeto P 7X ser relativamente pequeno e emitir somente radiação infravermelha também é outro indicador de que se trata não de um planeta gigante (Nibiru), mas de uma anã marrom (Nêmesis).

Alcançam temperaturas de aproximadamente 1000 a 3400 K. São encontradas em sua maioria em sistemas binários, orbitando estrelas de massa baixa. Em alguns casos o sistema binário em si pode ser composto duas anãs marrons que compartilham um baricentro, ou ainda podem ser encontradas como objetos solitários.

E a julgar pelos efeitos gravitacionais até agora verificados em épocas nas quais o objeto P 7X se reúne ou se alinha com outros planetas, ou mesmo em épocas de eclipses, sua massa é enorme, outra característica de uma anã marrom, situada entre 13 e 60 massas de Júpiter.

No slide, o gráfico acima mostra as principais estrelas anãs marrons conhecidas pela Astronomia, suas temperaturas e tamanhos relativos ao Sol e Júpiter.
Abaixo, o tamanho de Júpiter em relação ao objeto P 7X (imagem real de telescópios com sensores de infravermelho), que é uma provável estrela anã marrom, que a define como Nêmesis, e não como o Nibiru de Zecharia Sitchin, que, segundo as lendas, teria de cinco a seis vezes o tamanho de Júpiter!
E que na verdade, é pouco menor que Júpiter, cerca de 1.6 vezes menor.

Bem, estas demonstrações com os dados do programa
SN 8 PRO declaram que o objeto P 7X nada tem a ver com o lendário Nibiru de Zecharia Sitchin, embora a lenda seja assim nomeada pelo imaginário popular bastante alheio aos fatos reais…

Ps: uma incrível curiosidade: dividindo os raios de Júpiter e Nêmesis, obtemos:
(69.911 km)/(43.469,2 Km) = 1.6083… que é praticamente o número Phi, número áureo da sagrada e divina proporção. Isso torna o objeto P 7X realmente muito especial!

JP em 20.04.2020

Coordenadas de Nêmesis P7X em 21.04.2020
(Programa Starry Night 8 PRO)

O objeto Nêmesis P7X ainda continua entre Marte e Saturno na constelação de Capricórnio, mudando depressa de posição.
O raio estimado do objeto o coloca com um tamanho pouco menor que Júpiter (1.6), mas com uma massa extraordinariamente densa para causar todos os efeitos notificados na Terra a essa distância (cerca de 800 milhões de Quilômetros). Ela se encaixa perfeitamente no padrão das estrelas anãs marrons.

O programa vai além, e cria uma simulação de movimento do objeto que, ao se aproximar mais para dentro do sistema solar, projetará uma enorme cauda, e o programa estima que no dia 21 de Março de 2021 (daqui a onze meses) o objeto P7X cruzará a órbita da Terra (que estará do outro lado) antes de mergulhar para o periélio, ou ponto de máxima aproximação do Sol, e no retorno, é que se aproximará mais da Terra.
O periélio se estima entre final de março e começo de abril de 2021.
Na tendência destas curvas está o gradual aumento dos efeitos na Terra, que já andam intensos ultimamente.

Estamos perto de testemunhar o segundo sol?

JP em 22.04.2020

Por que muita gente ainda chama o objeto P 7X de Nibiru?

Cada vez mais que os astrônomos exploram e conhecem o perfil do novo astro P 7X, menos ele tem relação com Nibiru, de acordo com o perfil teórico dado por Zecharia Sitchin, e suas questionáveis interpretações das tabuinhas sumerianas.
Primeiro, os teóricos de Nibiru, simpatizantes de Sitchin, dizem que ele é um planeta (e não uma estrela) bem maior que Júpiter.

Porém, as observações em torno do astro P 7X dizem que ele é menor que Júpiter, cerca de 1.6 vezes menor.

Segundo, os teóricos de Nibiru afirmam que o planeta vermelho gigantesco orbita até a região do cinturão dos asteroides, e de tal forma inclinada que só poderia ser visto em certas condições no pólo sul da Terra, mas o objeto P 7X tem a mesma órbita de um cometa (e até se parece com um), e viaja no mesmo plano da eclíptica dos outros planetas, cruzando o sistema solar interno até chegar no seu periélio (estimado para abril de 2021).

Nêmesis, a estrela irmã do Sol, compartilha com ele um centro de gravidade comum em suas órbitas de equilíbrio.

Terceiro, se este astro P 7X fosse o tal Nibiru, que “seria enorme”, estando ele na distância da órbita de Júpiter (cerca de 800 milhões de Quilômetros), deveria já ser visível a olho nu, tal como Júpiter e Saturno são visíveis. Mas é um astro invisível, captado somente em radiação infravermelha, de massa muito densa e aparência de cometa.

Todas as condições que satisfazem a teoria da estrela anã marrom, Nêmesis, e não a teoria fantasiosa do gigantesco Nibiru ou Marduk.

A lenda de Nibiru, no entanto, continuará viva, até o dia em que, diante do inevitável, a NASA e outras agências espaciais sejam obrigadas a dar seu parecer sobre o novo astro que chegou.

Aliás, o nome da deusa Nêmesis, a deusa do Destino, era associada àquela que é “inevitável”.

JP em 23.04.2020

Alinhamentos cruzados entre os dias 26 e 28 de Abril de 2020
Novos impactos sobre a Terra?

Desde final de Março e começo de Abril, alinhamentos planetários do eixo que envolve Marte, Júpiter e Saturno com o astro Nêmesis-P7X tem sido verificados. Foram anunciados antes, e se confirmaram, evidenciando o potencial desse astro que chega, ainda desconhecido por muita gente.
Pelo menos na teoria.

Agora, outro canal do youtube alerta para um alinhamento que vai acontecer entre os dias 26 e 28 de Abril, daqui a dois dias, envolvendo Sol, Terra e Urano.
Interessante destacar aqui que o referido canal não observou a situação de alinhamento cruzado nesses dias, como aparece no mapa do sistema solar.

Porque, cruzando o eixo de alinhamento Sol-Terra-Urano, estará aquele outro eixo, numa linha perpendicular, de tal forma que haverá um cruzamento entre os dois eixos, e um efeito gravitacional imprevisível.

A nossa ciência pouco ou nada sabe sobre o mecanismo de alinhamentos cósmicos na geração de perturbação gravitacional no tecido do espaço-tempo de um sistema considerado.

E quando esses alinhamentos acontecem sob eixos cruzados, tal como será agora, esse cruzamento poderá amplificar ou atenuar o sinal?

Algo que saberemos daqui a dois dias.
Ps: desde março, muitos impactos tem sido observados, nos vulcões, nos feixes sísmicos, na ruptura de ordem do campo magnético, e até na incidência de asteroides.
Cada vez mais sabemos que todos estes eventos são efeitos de uma mesma causa comum, e essa causa em breve se apresentará nos céus. Provavelmente seja visivel a partir deste ano, no segundo semestre.
Estamos acompanhando.

Este é o link do canal do youtube:

JP em 24.04.2020

Estranhos objetos caindo do céu, e não são meteoros!

Nestes dias da segunda quinzena de abril, foram registradas, em várias partes do mundo, a queda de estranhos objetos com grossas colunas de fumaça e estranha aparência que não era nada semelhante aos típicos meteoros e asteroides, também caindo numerosamente nos últimos tempos.

A ideia imediata aqui é que se trata de objetos como lixo espacial e mesmo satélites caindo de suas órbitas regulares, influenciadas pela mesma energia de impacto que tem feito os muitos asteroides e meteoros se desprenderem do cinturão existente entre Marte e Júpiter.

Considere isso:

Se existe um astro invasor se aproximando cada vez mais do Sol, a medida que se aproxima, sua força gravitacional bastante intensa irá abalar não somente os asteroides do cinturão, mas também todo aquele lixo espacial e toda aquela frota de satélites que os humanos atiraram acima da atmosfera, e que lá permanecem em órbitas regulares.

Então, não se surpreenda com a sentença do profeta, quando diz que AS POTÊNCIAS DO CÉU SERÃO ABALADAS.
Isso inclui também todos os satélites e lixo espacial ao redor da Terra e que serão precipitados pela mesma força do astro que chega, atirando também meteoros e bolas de fogo.

E outra coisa que pode acontecer em decorrência da queda de satélites em massa?
O pane nas telecomunicações, porque grande parte dela, incluindo a Internet, é dependente deles.
Mundo sem Internet, Radio e TV em tempos de quarentena? Consegue imaginar o caos?

Veja a matéria completa no link abaixo.

http://ufosightingshotspot.blogspot.com/2020/04/strange-slow-moving-flaming-objects.html

Um objeto estranho captado na SOHO em 23.04.2020

Como o satélite Soho orbita o Sol, ele muda constantemente seu ângulo de observação do Sol, diferente da nossa observação aqui da Terra, que é fixa, contemplando o Sol em determinada constelação num determinado período conforme os meses do ano seguem seu curso.
Então, como nenhum cometa ou outro objeto foi relacionado pela NASA a esta surpreendente aparição, podemos ter novo registro do Objeto P 7X, como outros anteriores, atualmente na constelação de Capricórnio.
Porque normalmente a Nasa, quando não sabe identificar ou não quer identificar esses objetos, arredonda sempre que tudo não passam de defeitos técnicos ou efeitos ópticos do Sol.
Essas imagens são capturadas por internautas que têm paciência de ficar por horas monitorando a SOHO.
Se for o objeto P 7X, concorda com imagens anteriores, mostrando que ele já apresenta cauda pronunciada de detritos e rastros de poeira e pedras… impacto de sua velocidade contra sua força de gravidade…

JP em 27.04.2020

O Astro P 7X hoje, 28 de Abril 2020

Observações do dr Wissam

Ele declara que, terminando os meses de ocultação do astro pelo Sol, nos traz o primeiro registro em telescópio do referido astro, se movendo na constelação de Capricórnio.
Fornece as coordenadas para os primeiros dias de maio:

“Quanto à sua localização exata para os fins do mês de abril e início do mês de maio, são as seguintes 20h..41m … 12s …. com inclinação astronômica de _18 * … 01 ‘… 32 “

Fez observações sobre a magnitude momentânea do astro:

“o brilho da aura de poeira e da superfície iluminada aumentou de 6,9 mag no ano passado para 6,7 mag”

As magnitudes são maiores conforme se aproximem de zero e de valores negativos.
A magnitude positiva, e em torno de 6.7, significa ainda um objeto invisível a olho nu.
Só em magnitudes menores que 6 ou 5 é que começamos a ver os astros no céu a olho nu, como pequenos pontos brilhantes.
Ele notifica que a enorme cauda não aparece neste registro atual porque ela se ocultou atrás da aura brilhante avermelhada do astro.
Ele associa o brilho do astro e seu intenso campo eletromagnético ao mesmo princípio que regula estrelas pulsantes de nêutrons.
O dr. Wissam fala que o objeto continua apresentando movimento altamente irregular, que até mesmo parece desafiar as leis da mecânica celeste, e que ele ainda não cruzou a órbita de Júpiter.
E termina seu discurso falando nas análises pouco divergentes de outros astrônomos, e que todos os dados sobre o astro podem ser revisados mais a frente, e ainda fala da possibilidade de mega-terremotos para este ano conforme o astro se aproxime.

Ps: o programa SN 8 PRO já mapeia o astro, chamando-o de Nibiru.

JP em 28.04.2020

Objeto P 7X no diagrama do astrônomo amador GILL BROUSSARD
Aumento da incidencia dos meteoros prevista?

O programa Starry Night 8 emprega as coordenadas de Gill Broussard, nomeando ali o objeto P 7X de Nibiru.

(https://starrynight.com/starry-night-8-professional-astronomy-telescope-control-software.html)

O diagrama abaixo pertence a Gil Broussard, e é um modelo que pode ainda sofrer mudanças, conforme os dados sobre o objeto ou astro P 7X sejam corrigidos ao longo do tempo e das melhores observações de sua trajetória, melhorando também dados sobre massa, tamanho, período, excentricidade de órbita, etc.
Diz ele que é um modelo com 80% de acerto.

E se você reparar no destaque que eu fiz, no círculo amarelo, entre os meses de março e agosto de 2020 (agora), o objeto já se encontra penetrando no grande cinturão de asteroides que circula o Sol entre as órbitas de Marte e Jupiter. E se o diagrama estiver correto, a partir de agosto, e seguindo os meses de setembro e outubro, o objeto P 7X já estará dentro do cinturão.

Isso pode já explicar o aumento considerável de avistamento de meteoros, bolas de fogo, asteroides e até lixo espacial (e satélites) caindo do céu nas últimas semanas em várias partes do mundo?
Creio que sim, e a queda destes objetos aumentando cada vez mais parece confirmar o diagrama orbital do astro P 7X neste diagrama, que vai encontrar o seu periélio solar em março ou abril de 2021.
Daqui a menos de um ano.

Será que isso também explica a aceleração de eventos na Terra, como um relógio cada vez mais acelerando o destino?

JP em 30.04.2020

A Cauda do Objeto P 7X no programa SN 8 PRO

Esse programa estima que, no dia 27 de abril de 2021, Nêmesis (P 7X) fique alinhado entre o Sol e a Terra, com a cauda enorme voltada para a Terra.

Se especula que, nesse tempo, o objeto P 7X, além de outros efeitos devastadores sobre a Terra, venha a causar um eclipse solar que, para nós, poderá durar alguns dias (por causa da espessura da cauda) o que alguns já associam com os famosos três dias de escuridão das profecias antes do fim.

De qualquer forma, o Apocalipse, descrevendo um enorme dragão vermelho com cauda arrastando as estrelas do céu, quando se aproximasse do Sol, acertou em cheio.
Agora é esperar para conferir de camarote.
Ps: essas estimativas deste programa, baseadas em trabalhos de alguns astrônomos, não está 100% correta, pode sofrer muitos ajustes ainda.

JP em 14.05.2020

Nêmesis-P 7X registrado na madrugada de 13.05.2020

Dr Sam (Wissam), astrônomo sirio, usando telescópio de sensor infravermelho, fez essa imagem por volta das 3 horas da manhã no dia 13 de maio.
A coloração vermelha típica, como que dentro de uma nuvem difusa (já que o astro se encontra em acelerado movimento), situado na constelação de Capricórnio atualmente.

JP em 15.05.2020

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