Mensagens do calendário maia codificadas no novo crop circle

Mensagens do calendário maia codificadas no novo crop circle

A primeira parte desse código já é conhecida.
Pelo menos para quem conhece que, na pedra asteca, que comporta o calendário asteca (análogo ao calendário maia) existe, no disco solar central (a face do deus Sol Tonatiuh) um pentagrama inserido a conter a face do deus em seu perímetro.

Mas muita gente desconhece essa chave. Aliás, desconhece muita coisa sobre essa fantástica pedra-calendário, coisas necessárias para se entender completamente a chave implícita no crop circle.

Porque as proporções do crop circle, desde seu círculo interno com pentagrama até suas órbitas externas com os níveis geométricos da mandala, se casam perfeitamente com o design da pedra asteca do Sol.

É evidente que o formato interno da Pedra do Sol (asteca) deveria ter um pentagrama oculto, já que o pentagrama que retrata os ciclos sinódicos de Vênus no céu era conhecido pelos astrônomos da Mesoamérica.
Além disso, tais ciclos são a componente central do complexo calendário maia-asteca.

Ciclos sinódicos: de Vênus: O tempo de oito órbitas terrestres é o tempo de treze órbitas venusianas, o que expõe no céu a imagem de um pentagrama cujos vértices são as posições alternadas de Vênus dentro destes ciclos.

E o disco interno que contém os 20 selos do calendário tangencia a órbita do planeta Vênus representada dentro da Pedra junto com as outras órbitas planetárias ao redor do Sol, de Mercúrio a Saturno, com as beiradas representando a Via Láctea (as duas serpentes de fogo do disco externo chamadas Xiuhcoatles).

O disco com os 20 selos do calendário maia, análogos ao disco interno da pedra asteca.

O disco nesta representação maia tem 19 selos, e o 20° e último selo (AHAU), está nas costas do maia.

Diante deste novo crop circle padrão pentagrama (e outros crops circles do mesmo estilo já fizeram o mesmo em temporadas anteriores), vemos uma incrível simetria com a pedra asteca do Sol, e o fato de que, inserindo o mesmo pentagrama na face interna da pedra, circunscrevendo a face do deus Sol, o disco de 20 selos são marcados em seis pontos totais, que corresponderão aos selos 1, 5, 9, 13, 17 e 20.

Uma incrível decodificação surge aqui, como uma mensagem anexa de interpretação deste magnífico calendário em termos de fim de ciclo, contagem regressiva e transição planetária.

Não somente pelos significados destes selos, mas como pela soma deles.
Somando 1+5+9+13+17+20 = 65, que é a soma dos “ítens” do novo crop circle, ou seja, estrela de 5 pontas mais os 60 setores geométricos assinalados na mandala ao redor da estrela: 6+60 = 65.

A divisão geométrica do crop circle, em 15 setores e numa mandala de quatro níveis, produz o total de 60 setores geométricos. Somados com as cinco pontas da estrela, produzem o número 65.

Outros códigos a parte nos falam dos selos 13 e 17, que regem a pedra no sentido total, e o selo 15 que, embora não marcado pelas pontas da estrela no disco dos 20 selos, rege a futura raça, 15-MEN (Águia).
O 15 vem da divisão angular do crop circle (360/15).
Muito já se falou sobre o selo 15, a Águia, que será o nome e o selo da futura raça, a sexta na sequência da Terra (conforme os ensinos dos Vedas e a Teosofia).
E existem inclusive ressonâncias bíblicas com essa verdade.

Por exemplo, a começar pelo escritor do Apocalipse, João, representado por uma águia entre os quatro evangelistas. E o mesmo Apocalipse 8 escreve que, em certo momento, uma grande águia apareceria gritando no céu para anunciar as três trombetas finais que soariam da parte dos anjos, os últimos alertas para a humanidade.

Esses e outros códigos relacionados ao calendário maia e à pedra asteca já foram sinalizados por muitos crops circles, e mais uma vez, a sinalização acontece em pleno 2020.

Os artistas astecas da Pedra do Sol marcaram então seis selos (nos cinco pontos da estrela tocando o anel dos 20 selos representado ao redor de Tonatiuh, o Sol), para deixar mensagens ocultas dentro do conteúdo visível da pedra-calendário.

The Doomsday crop circle em noticiário da época (UK, 2004)

DECODIFICANDO
(Observação: minhas análises, estudos e interpretações não tem relação alguma com José Arguelles e sua arbodagem do calendário maia, errada em muitas partes no meu entendimento).

Qual o significado dos 6 selos assinalados no disco da pedra asteca?

(Observação: esta é a versão dos mesmos selos numéricos maias projetados na pedra asteca e 20 selos análogos do calendário maia)

1-IMIX

IMIX 1 – (Dragão, água primordial)

Sentido do início, do caos primordial, conexão com o conceito do LEVIATAN bíblico, o animal ou força primordial que se movia nas águas da Criação – quando tudo ainda era caos.
É a base, o começo, a matéria-prima da Criação na série dos 20 selos.

5-CHIKCHAN

CHIKCHAN 5 (Serpente)

A energia primordial do Dragão, Força vital cósmica, é repartida em unidades vitais (serpentes) que animam todas as formas de vida individualizadas em espécies nos mundos criados. A conexão com o Kundalini, a força vital do ser humano.

9-MULUK

MULUK 9 (Chuva)

A conexão com a chuva nos leva ao céu, ao retorno do Universo criador, que criou formas de vida a partir do Dragão cósmico (1-IMIX) e as individualizou em unidades vitais (5- Chikchan), serpentes, seres vivos. Muluk deve agora irrigar a Terra, nutrir os seres vivos. O retorno do Universo Criador (Pai) na forma do Universo nutridor (Mãe), a deusa da chuva.

13-BEN

BEN 13 (Cana)

Ben significa cana ou junco, que os antigos maias usavam para transportar água nas lavouras. E o arcano 13 fica explícito nesse selo porque ele se refere às transformações: na cosmologia maia, 13 setores dividiam o céu no passo diário do Sol, o grande doador da vida. E também, agente das transformações cíclicas, como esse signo indica. Túneis do tempo, alinhamentos dimensionais, estão envolvidos na dinâmica hermética de BEN-13.
Este é um dos dois selos que governam a pedra asteca como um todo. Ele reaparece no topo da pedra, entre as caudas das serpentes de fogo, e seu significado secreto está nos alinhamentos cósmicos que disparam transformação em todo o sistema solar (que justamente se representa na pedra, com as órbitas planetárias ao redor do deus Sol central, Tonatiuh.

17-KABAN

KABAN 17 (Tremor, terra, terremoto)

Kaban completa o sentido do selo anterior (13) e é o outro regente da pedra asteca por inteiro.
Os maias definiram que a data-limite desta civilização (a quinta, na sua contagem de sóis – veja os quatro sóis ou eras anteriores a nossa ao redor do Sol central Tonatiuh) seria 4-CABAN, o que significa que a nossa civilização, a partir de 21.12.2012, começaria a ser dissolvida pelos poderes de Kaban, abalos na Terra, especialmente falando de terremotos. Seriam exatamente os disparos de BEN-13, a cana dos alinhamentos cósmicos, que iniciariam o processo, conforme a cosmologia maia-asteca do universo, seus ciclos encadeados e alinhamentos.
O Selo KABAN está desenhado no Sol central da pedra, em forma de X.

20-AHAU

AHAU 20 (Sol, Senhor, Divindade, Luz)

O último selo fala da espiritualização de toda vida, o propósito de toda a Criação desde o selo 1, o Grande Dragão (IMIX), vida que se individualizou nos mundos (5 Chikchan, serpente) e recebeu as dádivas nutridoras do Universo mãe para crescer, se desenvolver e evoluir (9 Muluk, Chuva).

Mas o Universo não é estático, ciclos trazem transformações nos mundos e nos seres (13 Ben, Cana) e é isso o que impele a evolução cósmica, morte ou transformação que gera tremor, energia de transformação na Terra fisica (17 Kaban). Por fim, após todo o giro dos 20 selos resumidos nestes cinco selos destacados no anel de Vênus dentro da pedra asteca, vem o Selo final, o Sexto, algo similar ao Sexto Dia da Criação, quando o Criador se revela ao homem, a luz da consciência é alcançada, e a matéria é transcendida a níveis superiores.
Ahau é DEUS e sua Luz se revelando ao homem na sua Criação.

O retorno de Cristo enquadra essa profecia no formato da doutrina cristã. Outros formatos, como o retorno dos deuses do passado em outras profecias, também cumpre o sentido total da palavra grega APOCALIPSE como revelação espiritual plena no final dos ciclos, a justificar o propósito de tudo.

E desta forma, o calendário maia fecha o seu circuito de comandos… para iniciar outros.

Selo 17 Kaban, estilizado na face do Sol central, Tonatiuh, que significa que o processo de transição do nosso Sol atual (ou quinta raça) será aplicado pelo teor do selo 17 (Kaban)

15-MEN

MEN 15 (Águia, Sábio)

O crop circle está em divisão angular 15.
O Selo 15 fala da Águia, ou grande pássaro de luz, ou ainda, sábio.
Iniciado.

Mesmo não estando marcado no disco dos 20 selos, este selo vai reger a Sexta raça ou civilização (4-MEN) na chamada Era das águias, dos homens-pássaro, dos Iniciados ou Filhos de Deus renascidos por AHAU-Sol, conforme as definições cristãs e apocalípticas.

Uma parte fundamental da cosmologia asteca-mexicana fala do simbolismo da águia devorando a serpente (aliás, mito que deu nascimento àquela nação, e até hoje consta em seus principais símbolos).
No Hermetismo, sabemos que a águia representa as forças da mente e da razão, e quando a mente está no controle, as forças vitais inferiores do kundalini, instintos (5-Chikchan) são transmutadas e digeridas pelo cérebro, e a expansão da mente propicia a transformação da consciência e, portanto, do homem.

Aliás, tal símbolo, humano e divino, pessoal e cósmico, é o grande emblema dos deuses venusianos nos tempos de visitação a América pré-colombiana (Quetzalcoatl, Kukulkan, Viracocha) , de onde vieram estas e outras grandes sabedorias, como o calendário maia-asteca e sua compreensão perfeita e precisa do tempo como ciclos cósmicos encadeados participando da evolução de todo o universo, individual e coletivamente, pela “cooperação” dos astros em estados conscientes de energia.

Algo que nem em sonho a Astronomia oficial imagina existir.

Quem quiser se aprofundar, deixo outras publicações abaixo:

JP em 01,07.2020

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