Entendendo o contexto da interpretação do número da Besta no Apocalipse, 666

O número 666 pode ter uma ampla faixa de abordagens, desde a estrutura atômica do Carbono (6 prótons, 6 elétrons, 6 nêutrons) como a soma da série matemática dos números inteiros de 1 a 36 (soma 666).

Mas nada disso é o contexto do que a profecia do Apocalipse 13 revela, ou seja, o número da Besta, como número de homem, numa espécie de código de controle mental da humanidade (analogia com os chips de implante), especialmente nas transações comerciais do novo sistema, nova ordem mundial onde a ciência e a tecnologia se voltariam para controlar a humanidade, sempre muito bem intencionada.

Dentro desse contexto, e sabendo que o código universal da tecnologia digital, WWW, equivale a 666 na transposição de números por letras conforme o hebraico/aramaico (línguas básicas do Velho e Novo Testamento e o idioma do tempo de Cristo), então todas as outras interpretações paralelas são subjetivas, como pegar nomes e usar equivalências numéricas que somem 666, por exemplo, para NETFLIX, ou para o nome do Papa, ou para a ONU, etc.

No jogo das possibilidades e das muitas combinações numéricas, haveremos de encontrar 666 e outros valores em tudo e em toda parte.
Porém, o contexto da profecia do Apocalipse é bastante específico e evita esse tipo de especulação livre e bastante equivocada.

O Apocalipse fala que é um número de homem, e ninguém poderia comprar ou vender sem portar o número.

Número de homem porque se trataria de invenção humana, projeto, plano, modelo, esquema ou artefato de criação humana (apesar de ser também número da Besta, já que o emprego destas tecnologias é altamente maligno em sua intenção real).

De fato, todas as transações comerciais estão migrando para os sistemas de tecnologia digital, raramente alguém usa dinheiro vivo em compras maiores. Até nas menores, as pessoas só usam cartão, que está conectado ao sistema de informação digital.

O número seis é fortemente relacionado ao ser humano já que Adão e Eva foram criados no Sexto Dia, e seu Julgamento acontecerá debaixo do Sexto Selo do Apocalipse, e todos os seus sinais, aliás, sinais estes já sendo abertos em nosso tempo, como eclipses, luas de sangue e queda de estrelas (meteoros).

Foi no capítulo 6 do Gênesis que Moisés registrou o evento da Arca de Noé, e o dilúvio que destruiu aquela geração adâmica corrompida (o episódio dos anjos caídos).

Sem esses conhecimentos adjacentes, impossível interpretar corretamente 666.

Seis é o número de homem, mas também é o número do Hexagrama, a grande matriz geométrica.
Não é um número maligno.
Mas 666, no contexto WWW de tecnologia digital de controle da humanidade, que encontra-se atualmente emparedada na Internet e não podendo mais viver fora dela, muitos com real dependência das máquinas, é o contexto onde a profecia do 666 deve ser interpretada.

Muitos fazem especulações sobre 666 fora do contexto muito objetivo da profecia (tecnologia de controle via W.W.W.) e acabam elaborando teorias subjetivas e alheias ao conhecimento real das informações.
Tanto que, além de valer 666, o código WWW vem de
WORLD WIDE WEB
cuja tradução literal é GRANDE TEIA MUNDIAL.
(teias de aranhas são para apanhar insetos distraídos).

Teia no sentido de que a Internet cobre todo o planeta.
Todos nós somos dependentes de WWW para tudo.

E mesmo que alguém não tenha computador ou celular, tudo o que faz em bancos, em supermercados, em repartições públicas e privadas, burocracias, transações, cartórios, documentos, compra, venda, tudo tudo passa pelo selo WWW da rede mundial interconectada!

A tendência desse novo estilo digital de vida é tornar o ser humano cada vez mais dependente, e cercá-lo de dispositivos tecnológicos cada vez mais eficientes no sentido de um controle e rastreio em tempo integral.
A marca da besta seria implantada nas mãos das pessoas.
Ora, todo os dias, usamos nossas mãos para interagir com a rede mundial de informação globalizada.
E as digitais já são usadas no lugar de cartões ou senhas em muitos bancos para reconhecimento.

Mais uma vez, a profecia de São João é bastante específica.

Outro local de implante mencionado é a testa. A face humana, os olhos, a simetria do rosto, também já são empregados em leituras digitais de reconhecimento.
E São João continua infalível nas profecias do Apocalipse.

E sabendo que ELON MUSK tem planos para desenvolver um chip de instalação no cérebro humano (já fez com um porco) para que o cérebro seja capaz de interagir com a Internet diretamente, a profecia de São João vai tomando forma gradualmente.

Só não enxerga quem realmente já está anestesiado por essa tecnologia que escraviza, embora prometa conforto e comodidade.
E claro, para quem apenas vive em busca de conforto e comodidade material, em estado de cegueira espiritual, estas coisas sempre soarão como bobagem e motivo de piada, porque a dimensão do espírito para essas pessoas está apagada, e seus entendimentos já foram anestesiados pela impregnação da máquina.

Detalhe:
666 soma 18, e 18, no Tarô, é a carta da Lua.
Também associada aos inimigos ocultos, aqueles que se movem nas sombras, nas intrigas, nas mentiras, nas simulações. Na internet… por que não?

“E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”

Apocalipse 13:14-18

JP em 27.01.2021

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