
Este maravilhoso crop circle, recheado de simbologias que combinam xamanismo, cosmologia pré-colombiana e chaves do despertar da consciência, nos foi enviando em 2015, na Inglaterra, precisamente no dia 25 de julho, uma data totalmente significativa ao campo de entendimento da mensagem como um todo.
Já fiz muitas leituras desse magnífico objeto, e vou passar um resumo antes de me focalizar no cerne do que importa em relação ao despertar da consciência,a viagem da alma-pássaro pelo universo da Luz.
Primeira mensagem luminosa deste crop circle, de Uffcott Don, Inglaterra, dia 25 de julho de 2015:
A data soma 22, o arcano final do Livro do Tarot, selo 22, letra 22, Tau, o sinal dos deuses imortais: estamos diante desta representação em estilo pré-colombiano e indígena da América nativa. Como um Anjo na visão deles.
O dia 25 de Julho, todos os anos, marca o retorno de Sirius no leste, antes do nascer do Sol, após seu período de ocultação. Para os antigos, incluindo egípcios e maias, esse nascer de Sirius representava um novo ciclo, um ciclo da LUZ iniciando o ano e as atividades humanas.
Outra referência à importância de SIRIUS na nossa cultura, até em relação às nossas verdadeiras origens alienígenas, conjugadas ao parentesco venusiano em todos esses contatos abertos registrados pelas culturas antigas.
A alma-pássaro do xamã segue a luz da estrela mais brilhante do céu, Sirius, um belo argumento para o despertar da consciência.
A alma-pássaro se veste das forças da Terra e do céu em sua alquimia pois vestir asas é o mesmo indicador do caduceu de Mercúrio dos sábios da Idade Média, importado da Grécia dos iluminados, a chave da transmutação.
Na cultura vasta das Américas nativas, o xamanismo desempenhava o mesmo papel do sacerdócio das igrejas, ou seja, xamãs eram sacerdotes que conseguiam entrar em comunicação com os espíritos, usando suas técnicas naturais de indução de consciência.

Claro está que estas técnicas nunca garantiram que o xamã entrasse em contato com espíritos da luz, porque o universo é feito de Luz e Trevas no plano mental ativo da quinta dimensão, e os valores da alma do xamã, sacerdote e até a nossa própria, quando se tenta entrar em contato com o mundo, espiritual, é que definirão a natureza do contato.
Portanto, não basta aplicar uma técnica qualquer para induzir a consciência a estados alterados de comunicação psíquica, é preciso garantir que os valores dessa alma estejam conectados com a luz, porque invasões de espíritos caídos é o mais comum de se ver, na grande maioria dos casos.
O nosso homem-pássaro crop circle possui símbolos interessantes em sua roupagem. Aliás, o pássaro-serpente é a imagem mítica dos deuses venusianos, como se apresentaram aos indígenas de toda a América nativa, do norte ao sul.
Suas asas tem 4 blocos, bem como a sua face, mostrando uma cruz suástica, que repete aquela suástica do Buda (vista no crop circle anterior a este) e que representa muitas coisas, o quaternário elemental em equilibrio, as quatro faces do Trono divino, etc.
O corpo dele tem estrutura SETE: duas penas, quatro braços ou asas (penas) e a cabeça quadrada.
Sete, número de poder, a runa Sig, o raio, a luz.
Letra Zain, arcano sete, chave de poder.
O número do Espírito, etc.
Do lado esquerdo da face, aparece a cabeça de um falcão, símbolo do deus Hórus, que tem aquele mesmo símbolo do Olho egípcio que simboliza a consciência desperta ou a onisciência divina.
Acima, o Sol, e do lado direito, um pequeno ponto que representa justamente a estrela Sirius nascendo na manhã, como aconteceu naquela manhã de 25 de julho, e entre os dias 25 e 26 de julho acontece o DIA fora do tempo do calendário maia.
Essas viagens da alma são sempre estados atemporais de consciência. Aliás, repare no interior das “penas” das asas e da cauda, vemos espirais traçadas, dentro de um estilo comum da mesoamérica.
O peito do homem-pássaro é ornado por uma espécie de “colar de Sol”, com dez raios. Se temos aqui a metade de um Sol, o Sol completo terá vinte raios. E vinte, amigos, é o número do Sol e dos meses solares na cosmologia do calendário maia, em ciclos de uinal (20 dias).
E no alfabeto do Tarot, 20 é um arcano solar falando de ressurreição e o despertar dos mortos do sono do adormecimento. Outro ponto conectado ao despertar da consciência.
A letra correspondente do alfabeto hebraico ao 20 é R, Reish, significando CABEÇA.
Não é pela cabeça que a viagem astral é efetuada, na projeção do chakra coronário?
Até porque o nome do Sol, em diversas culturas antigas, começa com a letra R: Ram, Ravi (India), Rá (Egito) etc, além de nomes paralelos a este conteúdo, como Rabi (mestre, instrutor). E muitos outros.
Um segundo arco, na parte inferior do corpo do homem-pássaro, possui 18 setores com espirais dentro de cada um deles.
As espirais são uma assinatura repetida aqui.
Espirais representam tempo e, também energias em movimento.
O número 18, dividido em dois blocos, 9+9, é todo especial e sempre repete modelos cosmológicos do Universo dual, considerando os nove céus e os nove círculos intraterrestres (localização do Inferno, Tártaro, Hades, Orco ou Sheol, o Xibalba dos maias e o Duat egípcio).
Ou seja, o homem-pássaro é como um querubim, cruzando os céus e aparelhado para viajar, com seus veículos de energia, em todas as dimensões.
Este magnífico corpo cósmico foi colocado dentro de um arco superior e um arco inferior com formato de face. Alguns visualizaram também uma face de águia no conjunto, com o bico representado pelas “pernas” do xamã.
Seja como for, trata-se de uma belíssima alegoria da viagem astral e do despertar da consciência pelo poder solar ativado na mente através da transmutação de energias (quatro instintos, chakra raiz 4) e os mantras solares baseados na letra R.
JP em 01.11.2022







