Compreendendo a ciência das profecias

O que é a profecia?


A profecia é o efeito, a causa é o “deslize”, digamos assim, da humanidade em relação a Lei Maior. Nem precisamos ir longe, um exemplo simples? O corpo físico te dá “avisos proféticos!” de que males irão ocorrer, através da DOR, quando voce comete abusos com o corpo, e se não corrigir estes abusos (as causas) as profecias que a DOR indica irão acontecer (doenças). Seria mais ou menos isso com a Terra e o mundo.

A humanidade comete abusos, sempre cometeu, e a Inteligência divina levanta profetas para fazer esses dolorosos apontamentos, para que a humanidade se corrija a tempo. Sobre as profecias serem cíclicas, parece que são, Atlântida se deu em cenário semelhante, humanidade corrompida e os agentes cósmicos também trazendo os ventos da destruição.


Sim, ciclos, e a humanidade também repete erros. O erro é cíclico, e o efeito do erro, também, como vícios mal resolvidos na alma que voltam a gerar perturbações na vida humana. Daí que os profetas sempre estarão voltando. Minha esperança é que um dia a humanidade se emende de vez e pare de cometer tantos erros. Porque, ao que sei, a Lei do Universo é implacável, e na hora certa, ela cobra.


As guerras sempre estão associadas a conceitos religiosos, digamos, quando o presidente ou imperador, líder, assume um certo ar de “salvador” ou escolhido (os mesmos israelenses esperam seu Messias, e acreditam que ele já está por perto, entre eles, e os liderará na realização suprema da sua nação). Napoleão Bonaparte e Hitler tinham essa megalomania marcante, esse ideal deturpado de salvadores da humanidade, porém, escondendo apenas sua ambição desmedida.

Agora, estamos diante de uma questão religiosa muito mais séria, importante e enraizada ali, a questão do eterno conflito entre judeus e árabes. Os dois filhos de Abraham. Estas questões religiosas, para aqueles povos, envolvem elementos muito mais profundos e complicados de se resolverem que nós, os ocidentalizados, poderíamos avaliar. Tanto os israelenses quanto os muçulmanos se julgam nações eleitas por Deus (Javé versus Allá) para reformar o mundo e elevar a glória das nações, de modo que um sempre vai achar que o outro é o inimigo usurpador dos seus direitos celestiais herdados.

O alvo dos israelenses é retomar Jerusalém, e expulsar dela tanto os cristãos como os muçulmanos, e principalmente, derrubar a Mesquita do Domo da Rocha para reedificar o Templo.
Ou então, vão reedificar em outro lugar. Já existem preparativos para isso.

Eles, os israelenses, acreditam que a glória de Israel só lhes voltará quando isso for cumprido. Eles não vão desistir da idéia, e acredito que a manobra do deslocamento da embaixada americana para Jerusalém já tenha essa proposta oculta. De modo que, nesse aspecto, a Guerra Mundial será inevitável.

Não se enganem com tratados históricos de paz, porque na mesma velocidade em que eles são assinados, eles são quebrados.

Aliás, é o que assegura a profecia das setenta semanas de Daniel 9.

Interessante focar os EUA na profecia porque, em outro ponto bíblico, em Daniel, o primeiro animal que vai RUGIR no cenário de guerra com outros animais é o leão com asas de águia. E tanto o leão como a águia são símbolos norte-americanos e ingleses (aliados principais dos EUA). E as asas de águia seriam arrancadas… há quem veja aí o evento do abate das duas torres gêmeas, o símbolo do capitalismo norte-americano e sua projeção mundial de nação de detém o poder e o capital. E desde as 13 colônias, os judeus investiram nas Américas como novo mundo (na sua busca eterna pela Terra Prometida… mas sempre mirando o retorno a Israel), já que foram banidos e proibidos de entrar nas outras nações.

Os animais são símbolos das nações que tanto valeram para o tempo real dos profetas em ação como estão valendo para o nosso tempo. O Quarto animal, a Besta não identificada de Daniel, que será o pior de todos, é identificado pelo Apocalipse 13, a Primeira Besta, sete cabeças e dez chifres, tido como a coalizão de dez nações no pós-guerra (no caso, a terceira guerra mundial). E o chifre 11, conforme Daniel, é o Anticristo, homem literal de poder que irá se manifestar nessa coalizão como líder de um novo tempo e reformas mundiais, tal como tentaram antes dele, Hitler e Napoleão, e outros ditadores do seu estilo.

As opiniões do povo agora não importam, o que importa é a opinião dos donos do mundo, e eles acreditam tanto na Bíblia que já estão marcando suas agendas de acordo com ela.

Quem lê Mateus 24 na íntegra, percebe de que FIGUEIRA Jesus estava a falar no versículo 32…e ali, no capítulo 24, ele deu o cenário real de todas as coisas que aconteceriam, e quando a NOVA ISRAEL (a mesma Velha Figueira) cumprisse o tempo de uma geração (70 anos), todas as coisas anunciadas em Mateus 24 começariam a suceder. Sete anos começam em 2018, a hora 11, aquela última hora para o fechamento do ciclo na simbólica hora 12, quando então todas as coisas tem que ser aceleradas para se apresentarem na hora final. Sete anos de tribulação? É quase certo. A guerra será o botão do START!

O mais espantoso para mim é que estas coisas, ditas há 2000 anos, estão acontecendo na íntegra, e mesmo assim, há que duvide.
Mas não importa mais, nem a minha e nem a tua, nem a nossa opinião sobre tudo isso. Importa a opinião dos donos do mundo, e a opinião deles demonstra que eles acreditam tanto em tudo isso que suas agendas estão sendo escritas de acordo com tudo isso.
Só nos restou orar bastante pela Misericórdia Divina!

A profecia é o lado claro do Destino tentando fazer o mundo sair do lado escuro onde ele mesmo mergulhou por sua própria escolha!

Matéria de 2018

JP em 15.08.2020

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