Buraco no campo magnético da Terra está se dividindo em dois!

A Anomalia do Atlântico Sul (AAS) é o calcanhar de Aquiles do campo magnético da Terra: ali, a radiação consegue mergulhar mais fundo em direção à superfície do planeta. As mudanças registradas nela estão sendo monitoradas por cientistas da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA) com o objetivo de prever o que acontecerá com o campo magnético naquela área – uma forma de se definir o futuro de satélites e da exploração humana do espaço.

(Os pontos brancos no mapa abaixo indicam impactos da radiação de abril de 2014 a agosto de 2019, captados pela constelação de 3 satélites Swarm, que identifica e mede com precisão sinais magnéticos de impacto na superfície terrestre)

O campo que protege o planeta é formado a mais de 2,8 mil quilômetros abaixo da superfície, onde o ferro derretido do núcleo externo da Terra se movimenta, criando cargas elétricas que determinam os polos magnéticos e a ligação entre eles.

Dinâmica do núcleo

O movimento do núcleo muda ao longo do tempo por conta das complexas condições geodinâmicas no seu interior e na divisa com o manto sólido acima; isso se reflete no campo magnético ao redor do planeta, gerando a AAS e mais mudança atual dos polos magnéticos.

As áreas em azul representam para onde o lado norte de um ímã apontaria; em laranja, o sul. O oval grande representa a direção do magnetismo na superfície da Terra, e o pequeno, abaixo, a direção na superfície do núcleo do planeta.

Por ser um ponto fraco no escudo da Terra, a AAS derruba computadores de bordo e interfere na coleta de dados dos satélites que passam sobre ela em órbita baixa (se um próton de alta energia atingir um satélite, este poderá sofrer danos permanentes).

Já é hábito dos controladores em terra desligarem componentes não essenciais à medida que satélites passam pela anomalia — incluindo o telescópio espacial Hubble, que permanece desligado quando sobrevoa a área.

Uma que são duas

De 1970 a 2020, a AAS perdeu força, mas cresceu em extensão, movendo-se a um ritmo de cerca de 20 quilômetros por ano. Em 2015, uma segunda área enfraquecida surgiu ao sudoeste da África, o que parece indicar que a AAS pode estar se dividindo em duas:

A deriva do buraco na magnetosfera foi comprovada por um estudo levado a cabo pela heliofísica Ashley Greeley, da NASA . Baseando-se em 20 anos de dados coletados pelo Explorador de Partículas Solares, Anômalas e Magnetosféricas (acrônimo em inglês SAMPEX), a pesquisadora confirmou que a AAS está, vagarosa mas inexoravelmente, indo na direção noroeste.

Isso confirmou modelos criados a partir de medições geomagnéticas, segundo os quais a posição da anomalia muda conforme o campo geomagnético evolui — agora, para a inversão dos polos magnéticos.

Estudando os pontos fracos

As mudanças da AAS não apenas abrem uma janela para o estudo da magnetosfera (e em especial, a mudança de polos magnéticos) como também está mudando os parâmetros para o projeto e a construção de satélites, equipamentos e mesmo estações espaciais.

“Observar continuamente as mudanças morfológicas pelas quais a AAS está passando nos ajuda a fazer modelos e previsões”, explicou o geofísico Terry Sabaka, do Goddard Space Flight Center da NASA .

Um dos primeiros projetos a se beneficiar do estudo da NASA sobre a deriva da anomalia foi o de satélites Low-Earth Orbit (LEO), que voam em órbitas mais baixas do que os satélites geoestacionários.
Tecmundo
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Com esta notícia, me parece muito clara a mensagem dos agroglifos (os campos esburacados), tanto da Espanha em maio como do Brasil, mais recentemente. Voce também compreenderá ao ler esta notícia…

Por isso, tantos pássaros caindo mortos do céu.

Nem HAARP e nem 5G. Mas a involução do campo magnético da Terra.

Diante dessa situação muito grave do campo magnético, especialmente nas regiões da Anomalia, que podem levá-lo a uma enorme ruptura, não estariam estes agroglifos, que literalmente “esburacam” os campos de trigo, querendo dizer isso?

Imagine que o campo de cultivo é o campo magnético, com as hastes do trigo representando o fluxo da energia magnética da Terra.
De repente, esse campo aparece todo esburacado, perdendo sua homogeneidade.

Não apenas ou literalmente buracos ou rupturas (como aquela do Atlântico Sul) mas áreas de enfraquecimento magnético espalhadas ao longo do campo, que deixa de ser uniforme e constante para ser, nesse sentido, esburacado, como os agroglifos daquele tipo sugerem!

Creio que a principal mensagem é essa: nosso campo magnético, seus buracos e todo o perigo que isso possa representar nos próximos anos! Até porque já está afetando tudo. Buracos no campo magnético representam portas de entrada para a energia solar e seus ventos ionizados, carregados de muita energia, com potencial para alterar todo o clima planetário e, pior, descer ao núcleo da Terra (neutrinos carregados) e ativar sua pulsação, causando outra série de eventos planetários, como energia sísmica.

No video acima, vemos que os pontos brancos sobre a Anomalia representam áreas de impacto da radiação solar medidos entre 2014 e 2019, e que podem estar representados nos agroglifos esburacando as plantações.

Então, me lembrei do agroglifo da Espanha, em maio de 2020 (este ano) parecido com o recente agroglifo de São José dos Pinhais, datado de 27 de setembro de 2020.
E vi relação entre os dois e a notícia do campo magnético.

Primeiro, porque em maio deste ano, a Europa (incluindo a Espanha) passou por uma forte onda de calor:

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/06/23/europa-tem-primeira-onda-de-calor-apos-desconfinamento.htm

E agora, no Brasil, em setembro, tivemos o SETEMBRO MAIS QUENTE de todos os tempos.
Quando então apareceu o agroglifo… o campo magnético todo esburacado… energia solar caindo intensamente, e as consequências!!! E elas são inimagináveis!

vento solar é a emissão contínua de partículas carregadas provenientes da coroa solar. Essas partículas podem ser elétrons e prótons, além de subpartículas como os neutrinos. Próximo da Terra, a velocidade das partículas pode variar entre 400 e 800 km/s, com densidades próximas de 10 partículas por centímetro cúbico.

JP em 11.10.2020

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