Espiritualidade

Astroquímica – Um estudo da afinidade entre planetas e metais

Por Nick Kollestrom

Experimentos científicos que demonstraram a base da Astrologia, a influência dos astros distantes, além da conhecida influência do Sol e da Lua em nosso mundo.

Aqui, para quem gosta de Astrologia, argumentos científicos dando base real para a mesma, inclusive com descobertas sensacionais de um CIENTISTA holandês, Nick Kollestrom, que descobriu que, no exato instante das conjunções planetárias, metais submetidos à reações tinham um elevado pico na velocidade das mesmas, metais estes relacionados aos planetas envolvidos (Ouro-Sol, Prata-Lua, Mercúrio-ídem, Vênus-Cobre, Marte-Ferro, Júpiter-Estanho, Saturno-Chumbo).

Um grande feito químico desconhecido por muitos!

As reações químicas se comportavam estranhamente e de modo muito acelerado – como se fossem estimuladas – durante as conjunções planetárias correspondentes.

Por exemplo, uma conjunção entre Marte e Lua intensificavam combinações químicas utilizando substâncias com ferro e prata, durante os instantes da conjunção no céu.

“Nick Kollerstrom, graduado em Ciências na Universidade de Cambridge. Realizou excelentes estudos sobre a relação do comportamento das plantas e dos metais em concordância com o movimento e natureza dos astros.

Nas suas obras Astrochemistry e The Metal-Planet Relationship traça um paralelo entre a ordenação ptolomaica dos planetas e muitas das propriedades físicas e químicas dos sete metais associados (1). É importante recordar que a ordem de Ptolomeu: Lua, Mercúrio, Vénus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, se fundamenta na velocidade angular de ditos astros observados desde a Terra.

Brilho, ressonância, maleabilidade e condutividade (eléctrica e térmica) são todas superiores na prata e decrescem segundo a ordem antes referida até chegar ao chumbo que, mais debilmente, exibe estas propriedades que caracterizam os metais. Afirma, como fez a sabedoria tradicional durante milênios, que os sete metais fundamentais representam algo assim como as sete notas da escala musical; e que, assim como existe uma grande variedade de notas intermédias dentro de dita escala, assim também podemos reconhecer “tons intermédios” entre os metais.

E não só analisa, compara e enquadra segundo esta lógica “alquímica” as propriedades físicas dos metais, mas também as químicas, como a Valência (2) e a electro-negatividade, segundo as tabelas.

Nick Kollerstrom na obra já mencionada The Metal-Planet Relationship: A Study of Celestial Influence, também destaca as experiências realizadas nos princípios do século XX em 1930 por Kolisko, seguindo as indicações de Rudolf Steiner.

Trabalhando com soluções de sais metálicas, demonstrou uma mudança radical de comportamento do metal na solução quando o seu planeta regente atravessava um momento crítico de conjunção, ocultamento, quadratura ou oposição.

A experiência é simples e ditas soluções, ao precipitarem-se em papel secante, deixam uma marca visual da mudança de carácter. Quiçá a mais impressionante seja a que mostra as mudanças de cor experimentadas no papel em soluções coloidais de ouro durante um eclipse do Sol.

Assombrosas são, também, as formas de aparência tridimensional que aparecem no papel secante durante os minutos que duram determinadas conjunções, especialmente a de Lua – Saturno, que nos faz pensar nas formas dos mil seios da Ártemis de Éfeso, deusa grega regente da Lua.

Completa o trabalho de investigação e reflexão filosófica de Kollerstrom, a comparação que faz entre o comportamento e a utilidade dos metais, e as atividades associadas pela mitologia grega com os seus planetas e deuses regentes. Outros autores, como L. F. C. Mees, aprofundaram nesta natureza viva dos metais.”

Fontes:

http://www.astrozero.co.uk/astroscience/koll2indx.htm

A sabedoria popular, de milênios, já sabe da influência real do Sol e da Lua em toda a natureza, biologia e até psicologia.

Faltam, no entanto, instrumentos científicos para medir a influência dos astros distantes, e eles existem, mas nunca foram divulgados ou explorados a altura de sua importância pela ciência moderna de natureza ateista materialista cujo referencial nunca sai do plano 3D.

Aí fica difícil.

Para quem acha que não houve e nunca existiu demonstração científica para a ciência, leia o artigo abaixo. Mas tem que ler, estudar e se aprofundar, ao invés de apenas seguir o senso popular sempre superficial e ignorante para rebater o que não conhece devidamente.

O problema é que a grande mídia não divulga estas coisas, e o zé povinho fica sempre com a culturinha popular de consumo que interessa ao Sistema que lhes condiciona sempre na direção do materialismo.

A ciência moderna não está interessada em provar Astrologia ou Ufologia, porque não rendem nada ao Sistema para o qual ela trabalha. Porque muitos projetos e estudos poderiam ser feitos nessa direção, mas não se faz nada. E o povo continua nutrido pela culturinha popular arrogante que se crê doninha da verdade.

JP em 24.01.2021

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