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As armas da Luz e das Trevas

Talvez o ser humano esteja focalizado demais no sentido da necessidade de VER, desequilibrando o fundamental e talvez até mais importante sentido, o OUVIR.
O mundo anda cético demais, e cada um só acreditando no que lhe convém acreditar, e quando uma verdade ameaça a paz de seus mundos egocêntricos,
estes mesmos que orbitam até o alcance do muro de suas casas ou dos interesses particulares, então há uma defesa, há toda uma guarda armada até os dentes sobre esses muros para proteger esse mundo de conveniências, mas por outro lado (e temos que saber ver os dois lados, afinal) há muito ceticismo cultivado como defesa de mentiras sistemáticas e fraudes recorrentes em tudo o que a modernidade faz.

E parece que a tecnologia ajudou a mentira a multiplicar o seu dom de iludir, de modo que não me parece assim tão vantajoso ter tanta tecnologia assim sem uma humanidade de caráter e compromisso com a verdade.

Saímos ganhando de um lado mas perdendo de outro.

Ganhamos em quantidade de informação, mas a qualidade de toda essa informação, bem como a sua veracidade… que pode assinar por ela?

Mentiras são as armas de demônios para infiltrar pensamentos negativos e caminhos tortuosos na mente dos encarnados, da mesma forma como anjos inspiram bons conselhos.
Demônios existem, como anjos.

Demônios são pessoas que em vida, lidaram com a maldade combinada à magia negra, e quando desencarnam, assumem formas tais, formas de espectros pálidos sem vida, vampiros e sombras vibrando energias pesadas e notas infra-conscientes, carregando para a morte tudo o que cultivaram no coração em vida.

Anjos, por outro lado, são pessoas que em vida trabalharam com os arcanos secretos da ciência divina e da magia branca, trabalho combinado ao cultivo da bondade e da justiça, e quando desencarnaram, assumiram formas resplendentes e puras, vibrando em notas de energia tão elevada que os transportam para as dimensões mais próximas de Deus em essência.

Neste mundo de anjos e demônios, vivos e mortos, pessoas boas e más, bem como Aliens do bem e do mal (o livre-arbítrio faculta a escolha) é preciso saber ouvir, ouvir mais para equilibrar o ver, sempre sujeito às miragens não do universo, mas do auto-conceito.

Temos que aprender a não ouvir somente o que queremos ouvir e repelir automaticamente tudo o que fere ou ameaça nosso mundo de crenças, temos que manter a mente aberta, e o sinal intuitivo ligado na máquina sensorial, para atrair as verdades dos anjos e afastar a ilusão dos demônios.

Quem desperta a consciência conhece o bem e o mal, e nesse universo frenético de movimento e vida constatará a existência de anjos e demônios que no mundo espiritual equivalem às pessoas boas e más.

Se temos anjos de carne e osso e demônios em forma de gente, porque não acreditar que eles existam do outro lado?

É só imaginar que cada um carrega para o outro lado, exatamente o que foi e fez nesta vida.


O corpo perece, a matéria se dissolve na natureza mas tanto a bondade como a maldade continuam aderidas ao psiquismo da alma que desencarnou e de acordo com o tamanho de uma ou de outra teremos anjos ou demônios e essa regra vale igualmente entre os alienígenas porque toda inteligência é acompanhada de livre-arbítrio esse mesmo que possibilita a existência do bem e do mal, coisa que não existe nos animais, regulados pelo instinto.

Está na hora de equilibrar o VER com o OUVIR, ouvir mais as boas palavras da sabedoria antiga sem tantas reações e preconceitos mecânicos, impulsivos, conduta massificada e pensamento padronizado.

Desenvolver o ouvido interno para captar, quem sabe, as altas frequências dos Extraterrestres, frequências de pensamento, de informações espalhadas no ar mas que somente os cérebros sintonizados podem escutar, como funciona nos aparelhos de TV e computador, com seus sinais.

A música boa, clássica, erudita, de bom gosto e tom suave, de harmônica complexa e vibração que acompanha a textura do pensamento leve e puro, tem o poder para nos abrir o ouvido interno, conectando-o com o coração em ritmo sereno, corda que acorda e música transborda, música do espírito em ressonância com a Música das Esferas.

A boa música nos ajuda a ouvir mais e os olhos fechados, por incrível que pareça, nos conduz ao “ver” melhor.

E o ceticismo não terá mais poder sobre a nossa consciência, que não mais opinará sobre a questão, ela apenas saberá e isso lhe bastará.
Ouvir mais o que os anjos têm a nos dizer nestes tempos de fim de ciclo, de mudanças, de revoluções, dores, catástrofes, impactos, revelações, mistérios, chegadas…e profecias cumpridas.

Mas também cuidar de se proteger contra a mentira de demônios, quer espectros do astral, quer humanos ou Aliens de grande maldade e crueldade no coração.

Parravicini falou da influência de demônios na mente das massas fortalecida nestes tempos do fim.

http://www.freewebs.com/bibianabryson/parraviciniinditas.htm

Eis um dos paradoxos mais desconcertantes da Sabedoria divina:

Se você fixar os sentidos no mundo exterior, a ilusão fragmentária do universo o confundirá cada vez mais numa espécie de diluição da percepção de harmonia por efeito de uma tamanha mistura conceitual, de tal modo que a fé será substituída por um ceticismo auto-protetor de toda credulidade frustrante, tudo por causa do argumento final das aparências totalmente enganosas.

E a verdade nunca será conhecida.

Por outro lado, se você fechar todos os sentidos e mergulhar com toda a alma para o centro mais profundo do Ser, o seu coração, com o tempo aprenderá a fazer soar uma espécie de corda vibrante que, entrando em ressonância com o Universo exterior, vai acrescentando gradualmente uma compreensão natural e intuitiva da harmoniosa engrenagem que opera na universalidade cósmica, unidade operante na diversidade.

E em sua mente reverberá a verdade, e nas suas estradas a sua fé trilhará para sempre.

Este caminho é a essência do TAO, presente em todas as religiões que foram costuradas pelo mesmo fio de luz doirada da Verdade.

JP em 22.02.2019

 

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