
A quadratura do círculo nos leva à Grande Pirâmide do Egito!
Trata-se de uma relação matemática entre o quadrado e o círculo em suas áreas que demonstra claramente o ângulo de elevação da Grande Pirâmide, próximo de 52°.
Uma reunião entre círculo e quadrado, e eis o ângulo preciso daquela pirâmide!
Nem mesmo os egiptólogos e matemáticos a conhecem, que eu saiba. E se alguém já descobriu isso, não tenho a informação.
Descobrimos juntos então, e sem contato prévio.
E o ponto de partida é um problema geométrico simples:
Por que a área de um círculo é maior que a área de um quadrado com o mesmo perímetro?

Perímetro é a soma de todos os lados de uma figura geométrica plana, representando o comprimento do seu contorno.
A área do círculo será sempre maior que a área do quadrado para o mesmo perímetro, pois o círculo é a forma que maximiza a área para um dado perímetro em relação à outras figuras planas.
E com um perímetro cujos pontos, todos os pontos, possuem a mesma distância em relação a um dado centro geométrico, isso explica tal maximização de área do círculo perfeito.
Por que perímetro igual não significa área igual?
Porque perímetros iguais podem cobrir diferentes regiões do espaço plano, o que significa diferentes áreas. O mesmo acontece na relação entre volume e a área externa do corpo volumétrico.
A relação quadrado/círculo
Perímetro do quadrado
4l
Área do quadrado
l²
Perímetro do círculo:
2πr
Área do círculo:
πr²
Supondo que o raio deste círculo seja 1,0 unidade, para facilitar os cálculos, então seguem os valores do círculo:
Perímetro Pc = 2π (unidades lineares) ~ 6,2831853
Área Sc = π (unidades quadradas) ~ 3,14159265
O que significa que, numericamente falando, o perímetro do círculo é o dobro do número de sua área, que é Pi π
Agora, vamos tomar um quadrado de mesmo perímetro que este círculo, P = 6,2831853 (2π)
A área do quadrado é dada pela multiplicação dos lados (iguais):
Área Sq = l² = lxl
Se o Perímetro do Quadrado é igual ao do círculo de raio 1, que é 2π, então cada lado vale 2π/4 = π/2
l = ~ 1,570796326
E a área do quadrado será lxl = (π/2) x (π/2) = π²/4 ~ 2,4674011
Aqui já aparece o primeiro “vestígio” da relação entre perímetros do quadrado e círculo com o ângulo de inclinação da Grande Pirâmide de Gizé, porque, se eu dividir esse lado obtido do quadrado por dois:
l/2 = 1,570796326/2 = 0,7853981634
A função trigonométrica inversa do SENO deste valor produz o ângulo 51,7575185 ou 51°46′, um valor já muito próximo do ângulo real de inclinação da Grande Pirâmide, como veremos a seguir.
Voltando para as áreas do quadrado e do círculo
Comparando as áreas do quadrado e do círculo de mesmo perímetro (P = 6,2831853 = 2π), temos, na divisão entre ambas:
Sc/Sq = π/(π²/4) = 3.14159265/2,4674011 = 1,273239543421
Ora, qual a abertura angular que produz este valor como tangente trigonométrica?
Inv (tg) Sc/Sq =
Inv (tg) π/(π²/4) =
Inv (tg) 1,273239543421 =
51,853973984° ou 51°51’14”
E qual é a informação atual sobre o ângulo de inclinação da Grande Pirâmide de Gizé?
Ângulo de inclinação: 51,87° ou ~ 51°52′

Mas existem outras leituras com pequenas diferenças entre 51°50′ e 51°52′, o que coloca este valor obtido pela trigonometria das áreas do quadrado e do círculo como sendo exatamente o ângulo projetado da grande Pirâmide, dado pela proporção entre as áreas maior e menor de um círculo e um quadrado com o mesmo perímetro!
Porque o valor que eu obtive está exatamente entre as duas leituras 51°50′ e 51°52′, que é 51°51′.
E essa variação também é intencional, porque cada um destes ângulos revela propriedades matemáticas paralelas funcionando para os dois casos.
E outro dado matemático bastante interessante realmente parece demonstrar que o valor que eu obtive é o que realmente extrai as relações matemáticas mais íntimas com o número da Criação, Pi:
4/tg (51,853973984°) = 3,14159265 (π)
e
tg² (51,853973984°) ~ 1,6211, valor próximo ao número áureo Phi.
E qual seria então o ângulo equivalente a este número áureo universal?
Sendo Phi = 1,6180339887498948482045868343656
e Raizq Phi = 1,2720196495140689642524224617375
Inv tg² (Phi) = 51,8272923723 = 51° 49′ 38″
Assim, Phi e Pi se tocam na Grande Pirâmide de Gizé, transformando-a numa matriz matemática da Geometria Universal, conectando todos os mundos em suas divinas e sagradas proporções!
O significado da quadratura do círculo na Grande Pirâmide
A “quadratura do círculo” é um problema geométrico clássico (e, matematicamente, impossível de resolver usando apenas régua e compasso em um número finito de passos) que busca construir um quadrado com a mesma área de um círculo dado.
A minha proposta foi parecida com esta, relacionando não um círculo e um quadrado de áreas iguais, e sim, de perímetros iguais.
Na Grande Pirâmide, a relação com aquele conceito e com π surge da proporção entre o seu perímetro e a sua altura:
o perímetro da base da pirâmide (cerca de 921,6 metros) dividido por duas vezes a altura (cerca de 293,2 metros) resulta em um número extremamente próximo de π (3,14159265).
Porém, a relação das áreas do círculo e do quadrado de mesmo perímetro parece nos remeter ainda mais , até como ponto de partida da sua arquitetura, para a solução da quadratura do círculo transformada no ângulo de inclinação da Grande Pirâmide de Gizé, e se o círculo representava o céu (o espírito) e o quadrado, a Terra (ou a matéria, o corpo), então essa relação constrói a ponte de ligação entre as duas esferas distintas, espiritual e material, psíquico e físico, plasmada então na Grande Pirâmide que realmente assumia essa condição de ponte de ligação entre a Terra e o céu, ponte que o faraó procurava alcançar para se elevar ao céu dos deuses imortais após a sua morte, coisa que só poderia acontecer se o espírito penetrasse plenamente em sua morada física (o processo de ressurreição, ao qual pirâmides são fartamente vinculadas no mundo antigo).
O quadrado combina-se com o círculo na geometria secreta da Grande Pirâmide.
Por fim, essa descoberta demonstra que a Grande Pirâmide de Gizé, em sua inclinação especial de aproximados 52° de arco (o que nos leva numericamente à pirâmide maia de Kukulkan, em Chichen Itzá, México, e os 52 painéis esculpidos nas suas paredes) é o resultado final da transição entre as áreas de um círculo e um quadrado com o mesmo perímetro.
O que significa, na leitura simbólica, uma transição entre a Terra e o céu, sendo exatamente esta a função mística e energética das pirâmides do mundo antigo: criarem pontes de energia entre os dois planos, o denso e o sutil, o físico e o psíquico, o material e o espiritual, fruto da tecnologia dos deuses ainda ignorada pela sociedade moderna high-tech.
Esta, portanto, é uma releitura do enigma da quadratura do círculo aplicada aos mistérios da grande pirâmide do Egito e estendido a todas as pirâmides do mundo antigo.
JP em 02.12.2025







