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Uma guerra política desenhada no Brasil debaixo de dois eclipses – coincidência ou fator de influência astrológica sobre a mente coletiva?

Uma guerra política desenhada no Brasil debaixo de dois eclipses – coincidência ou fator de influência astrológica sobre a mente coletiva?

O gado humano debaixo dos ciclos astrológicos. O mais irônico é que muitos cumprem esse roteiro e sequer acreditam em Astrologia, como se a Astrologia precisasse do aval deles para agir.

A Direita realizou manifestações em todo o Brasil no dia 7 de setembro de 2025, quando aconteceu um eclipse lunar total de lua de sangue.

A Esquerda realizou manifestações em todo o Brasil no dia 21 de setembro, quando aconteceu um eclipse solar parcial.

As manifestações foram equivalentes em número, e embora a Esquerda só conseguiu encher as ruas por causa dos artistas contratados (o que transformou a manifestação numa espécie de carnaval fora de época, e muita gente ali não estava dando a mínima para ideologias esquerdistas, querendo mesmo é aproveitar os shows de graça) o fato é que esse período entre os dois eclipses agitou o cenário político do país.

De qualquer forma, duas coisas a se considerar.

Eclipses geram picos de influência astrológica sobre a mente coletiva, que é facilmente manipulada pelos ciclos cósmicos, especialmente as turbas adormecidas.

O eclipse lunar vermelho tem uma componente de guerra e violência, e o eclipse solar zera os ciclos e precisa derrubar sistemas para iniciar coisas novas, não necessariamente, melhores.

E se eclipses pontuam profundas mudanças, eis que esses dois eventos marcam uma transição muito poderosa nos próximos meses e anos, e já temos uma visão antecipada de como serão 2026 e 2027 já batendo às portas.

Pode escrever: a guerra não vai terminar.
Só vai piorar, porque ela vai produzir reações internacionais, como já está produzindo.

Observadores vigiam atentamente o Brasil por duas razões: é um refúgio de grandes riquezas naturais e, também, um dos maiores berçários espirituais da humanidade.
Se não for o maior.

Quando Cristo nasceu em Israel, uma mesma polarização acontecia debaixo do estado opressor de Roma e as revoltas organizadas dos judeus, especialmente sob a bandeira dos zelotes, liderado por Barrabás. Inclusive um dos seus apóstolos, Simão (não Pedro, o outro) tinha o nome Zelote.

Jesus mandou Barrabás baixar a espada e perdoar seus inimigos, porque ele não tinha vindo para liderar guerra contra Roma e libertar o povo do estado opressor.
Mas tinha vindo para libertar o mundo de inimigo muito pior, o pecado.

Jesus chegou a ser rechaçado pelos seus apóstolos quando curou o empregado de um centurião romano. Jesus não excluía almas por seu partido político. Todos, na sua visão, eram almas doentes da mesma doença, necessitando cura e salvação.

Mas o povo repleto de ódio e nacionalismo não estava pronto para essa conversa.

Isso explica por que foi abandonado por todos e pregado numa cruz.
E continua não estando pronto até hoje.

Saia hoje nas ruas falando a mesma coisa, que toda guerra é tola, toda violência é roda sem fim, e que o ensinamento de Cristo significa perdoar o inimigo?

Perseguir e destruir o inimigo cria uma algema kármica que fará com que esse inimigo retorne e, desta vez, persiga e destrua aquele que o perseguiu no passado.

As pessoas vivem há séculos dentro de uma roda kármica fatal de repetições e amam tudo isso.

A Verdade celestial é para poucos.
O mundo ama o Inferno da mentira.
A cultura do sangue e da violência está em tudo. Filmes, games, política, música, arte, etc.

Como pretendem as pessoas encontrarem alguma paz de alma após a sepultura?

Como pretendem não descer para os mesmos planos de mentira, violência e ódio que cultivaram em vida?

Viver desse jeito é realmente viver como gado para o abate das implacáveis forças do destino.

JP em 22.09.2025

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