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Porque a NASA não pode mostrar as estrelas sem expor a fraude lunar?

Porque a NASA não pode mostrar as estrelas sem expor a fraude lunar?

A conquista da Lua em 1969 é frequentemente citada como o maior feito da humanidade, mas para um olhar atento, a primeira conferência de imprensa dos astronautas da Apolo 11 — Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins — permanece como um dos momentos mais bizarros e reveladores da história moderna.

Em vez da euforia de quem acabara de tocar o céu, o mundo viu homens acossados, sombrios e visivelmente desconfortável, como se carregassem o peso de um segredo insustentável.

O ponto de ruptura da narrativa oficial surge quando o tema são as estrelas. Num ambiente sem atmosfera, onde o negro do espaço deveria oferecer o espetáculo visual mais brilhante e nítido jamais visto,os astronautas afirmaram categoricamente que não viram estrelas.

O caso de Michael Collins é o mais flagrante: mesmo em órbita, sem nunca ter descido à superfície, o astronauta alegou que o brilho da nave impedia a visão do cosmos.

Esta afirmação desafia a lógica física mais elementar, bastaria olhar pela janela oposta ao sol para contemplar um universo infinito de luzes.

A ausência de fotografias das estrelas nas missões Apollo não é uma limitação técnica, mas uma necessidade estratégica de fraude.

Se a NASA tivesse incluído um fundo estrelado nas suas imagens, qualquer astrônomo amador, munido de conhecimentos básicos de trigonometria e astronomia, poderia verificar a posição das constelações em relação à data e hora exatas da missão.

Um único erro de um grau na posição de uma estrela provaria, matematicamente, que o cenário era um estúdio terrestre e não a órbita lunar. Ao eliminarem as estrelas, eliminaram a prova do crime.

Seis décadas depois, a missão Ártemis II parece seguir o mesmo guia visual.

As imagens divulgadas continuam a apresentar um céu preto e vazio, perpetuando a desculpa do “contraste de luz” para evitar o registro do mapa estelar.

O que começou em 1969 como uma necessidade política da Guerra Fria transformou-se numa fraude institucionalizada que a tecnologia moderna, curiosamente, continua incapaz de “fotografar”.

Onde deveriam estar os marcos astronómicos da nossa galáxia, resta apenas o vazio de uma narrativa que teme a precisão dos telescópios de quintal.”
(Autoria não revelada)


A NASA está voltando à cena do crime? (1969-2026)

Em 1969, precisamente no dia 20 de julho, a humanidade foi bombardeada por todos os lados com o pouso na Lua. Pela primeira vez na história humana, o homem chegava na Lua. Esse foi o refrão bombardeado por todas as mídias do mundo e que, à época, se resumiam a três canais:
TV,
Rádio,
Jornais.

Naquela época, as pessoas não tinham métodos para investigar coisa alguma, apenas se limitando a aceitar ou não tudo o que a Mídia em coro despejava em seus olhos e ouvidos.

Mas o tempo foi passando e a tecnologia se tornou cada vez mais acessível para todos no nascente mundo digital, e atualmente, qualquer celular é capaz de fazer registros e filmagens com alta fidelidade, incluindo manifestações ufológicas no céu, aquelas mesmas que a NASA sempre tentou bloquear ou negar, silenciando seus instrumentos quando algum evento inesperado nesse sentido acontece.

Mais do que isso, atualmente possuímos ferramentas de IA capazes de analisar fotos, registros e declarações, mostrando o que há de real e o que há de simulação nas coisas – se bem que a IA funciona coletando dados do sistema de nuvem, e o que domina o sistema de nuvem de informações é justamente a cartilha do que o sistema vigente define por verdadeiro e falso.

Mesmo assim, a IA, acessível para qualquer um, não só pode criar coisas falsas como também pode analisar se algo é verdadeiro ou falso.

Existe todo um exército de internautas, entre eles, especialistas, dedicado a investigar a atual missão à Lua, Ártemis II, que não pousou, mas circundou a Lua com quatro astronautas a bordo.

E o que temos visto é um mar de contradições apontadas, contradições que repetem os mesmos “feitos incríveis” da missão de 1969 e posteriores.

Se a fraude ficar exposta, e a mentira persistente for confirmada, então todas as missões serão questionadas segundo os mesmos critérios.
Não é a ciência que se questiona aqui.

A Terra não é plana, e é estúpido associar uma coisa com a outra (quem não acredita no pouso lunar em 1969 é NECESSARIAMENTE terraplanista).

Porque uma coisa é ciência, e outra, o teatro do poder que os EUA criou para manter seu status de nação mais poderosa do mundo (tecnologicamente falando) desde a Guerra Fria.

Uma coisa são dados da ciência, outra são armações mentirosas dos poderosos.
A Política é repleta delas. Inocente de sua parte não ver ou querer acreditar nisso.

Hollywood tem produzido muitas ficções científicas com grau de realismo crescente, e a computação gráfica elevou e muito o nível dos efeitos especiais.

Mas naquela época (1969) já haviam estúdios com bastante competência para simular tais efeitos no espaço, da mesma maneira que os filmes produzidos, antes e depois.

E são essas armações que revelam inúmeros pontos contraditórios.

A questão não é deixar de acreditar na ciência. As leis da Física continuam em seu lugar.

A questão é não acreditar nas intenções daqueles que estão no poder. Há um abismo de separação entre uma coisa e outra. Porque muito temos visto do uso da ciência e da tecnologia conjugado com interesses políticos de doutrinação ideológica em toda parte, quando tais ideologias deturpam a própria ciência em nome de seus interesses.

Hoje em dia, as pessoas possuem ferramentas para investigar as informações divulgadas pela Mídia, sem mais aquela necessidade de ter que engolir tudo a seco: “se eles dizem que é verdade, então é verdade e ninguém mais discute o caso, assunto encerrado”.

Não é mais dessa forma que funciona.
Ainda que a NASA negue os UFOs, todo mundo tem olhos abertos para ver o céu e celulares apontados para registrar o que seus olhos viram.

A NASA não dá mais a última palavra sobre coisa nenhuma.

Assim, se é mentia hoje, é porque sempre foi mentira.
Se acobertam a verdade hoje, é porque sempre acobertaram.
E com a mesma facilidade que escondem a verdade, eles podem divulgar mentiras.
O exercício de hipocrisia é o mesmo.

E veremos a Torre de Babel despencando diante de nossos olhos.
Porque os EUA sempre tiveram esse vivo interesse de fazer propaganda de seu status de maior potência econômica e tecnológica do mundo.

E isso custa caro e dá trabalho.

E muito mais trabalho agora, onde existe um exército de pessoas que aprenderam a questionar e possuem ferramentas para isso.

Questionar é um dever na atualidade. É a única forma de preservar a consciência livre da doutrinação do sistema.
Quem aceita tudo sem questionar é vítima mais fácil de enganos.
E isso vale também para dogmas religiosos.

PS: o ano de 2026, com a assinatura do nome do Senhor, YHWH, que vale 26 na matemática da Cabala, tem se mostrado como um ano de muitas revelações acontecendo, de verdades acobertadas a mentiras acumuladas.

E seguirá nessa tendência no curso dos próximos anos. Até para efeito de julgamento divino, quando tudo precisará ficar exposto.

“Existem três coisas que não se escondem por muito tempo são: o sol, a lua e a verdade.”
BUDA

“Não há nada encoberto que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a ser conhecido. Porque tudo o que vocês disseram às escuras será ouvido em plena luz; e o que disseram ao pé do ouvido no interior da casa será proclamado dos telhados.”
CRISTO
(Lucas 12: 2-3)

JP em 13.04.2026

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