
Pequena tábua cabalística do ano de 2026
Um ano realmente complexo do ponto de vista cabalístico por expor, pela primeira vez em 100 anos, o número do Nome de Deus YHWH nos dois dígitos finais (a última vez foi em 1926).
Mas agora que estamos vivendo os tempos do Apocalipse entrando na reta final, esse valor assume muita relevância como não assumiu em 100 anos.
A reunião de arcanos neste ano também impressiona:
Arcano 20, julgamento, o despertar dos mortos
Arcano 10, a roda do destino, fim de ciclo, recorrência, recomeços.
Arcano 8, a lei divina, a justiça divina.
Juntando tudo, no ano do Senhor YHWH, a Lei divina irá julgar muitas almas, que despertarão para a luz ou para as trevas (a separação do joio e do trigo) e um novo ciclo começará, rapidamente, alterando a História do mundo.
De fato, dia 3 de janeiro e a captura do tirano Nicolas Maduro da Venezuela parece ter mudado muita coisa no cenário geopolítico da Besta do Apocalipse.
Um ano que vai abrir determinadas portas de influência divina direta sobre o mundo, e sobre certos setores ocultos das profecias mais iminentes.
Um ano que a Justiça Divina vai começar a dar a cada um o que cada um merece, luz de oportunidades e recomeços, ou sentenças de condenações aceleradas.
Mas uma “equação cabalística” me chamou a atenção.
Primeiro, porque o ano anterior, 2025, foi numericamente extraordinário.
- 45 x 45 = 2025
- (1+2+3+4+5+6+7+8+9)2 = 2025
- (1)3 + 2(3)+ 3(3) + 4(3) + 5(3) + 6(3) + 7(3) + 8(3) + 9(3) = 2025
Um padrão que associa diretamente os números 5 (pentagrama) e 9 (iniciação, renascimento).
O ano anterior, portanto, parece ter preparado os caminhos da espiritualidade de 2026.
A equação é esta:
7xURIEL + 1xMARIA =
7x (AURIAL) + 1x (MRIM) =
1736 + 290 = 2026
O número sete é bastante íntimo do Anjo da Luz, Uriel, a Luz ou Fogo de Deus, Anjo que prefigura o Espírito Santo nas sete Iniciações venustas, venusianas, já que Vênus é o raio, o único entre os sete, com potencial de gerar filhos de Deus entre as sementes humanas encarnadas (plantadas no mundo material).
E Maria, a Mãe divina, funciona como uma contraparte da Luz e do fogo em sete escalas, é a Grande Sacerdotisa do Templo, que administra o alimento que nutre o filho de Deus em gestação, alimento de amor e ciência divina.
Uriel e Maria cumprem uma dualidade arquetípica importante, porque ambos possuem funções muito notáveis diante do Cristo e da geração sagrada:
O Espírito Santo e a Virgem eleita!
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JP em 06.01.2026







