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Os três maiores gênios da humanidade

Os três maiores gênios da humanidade

Leonardo da Vinci, pela amplitude de alcance de sua inteligência, que se moveu da arte para a ciência com a mesma maestria, se tornando inclusive um precursor de muitos projetos da tecnologia moderna. Atuou em diversos campos do conhecimento numa versatilidade mental muito rara de se encontrar em qualquer QI, até os mais elevados.

Leonardo da Vinci era um polímata, termo que se refere a uma pessoa com conhecimento profundo em diversas áreas. Ele se destacou como pintor, mas também como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico.

Isaac Newton pela envergadura da sua genialidade, inaugurando um novo tempo da ciência que se expandiu tremendamente através das ferramentas matemáticas por ele produzidas. Após o trabalho revolucionário de Isaac Newton no século XVII, a Física passou por uma consolidação inicial e, em seguida, por grandes revoluções que a levaram do universo da “Física Clássica” para a complexidade da “Física Moderna”

Albert Einstein, pelo conjunto de ideias que se tornaram teorias, teorias estas extremamente revolucionárias no sentido de mudar completamente a forma como encaramos o Universo, e que elementos antes considerados absolutos, como espaço e tempo, também sofriam mudanças por causa de princípios que ninguem tinha visto antes dele. Após Albert Einstein, a Física se dividiu em diferentes direções, com grandes avanços na compreensão do universo e no desenvolvimento tecnológico, mas também com desafios para reconciliar suas próprias descobertas.

Uma escada com três degraus, e que venha o quarto degrau para conduzir definitivamente todo esse belo edifício da ciência moderna aos pés do Criador, entregando a Ele não somente a autoria do Universo, mas também, a ciência suprema de suas leis. Aquela ciência que não aprendemos nas Universidades, pelo contrário, desaprendemos nelas.

Nikolas Tesla?
Deveria estar entre os três?

Para muitos, sim. Mas Nikolas Tesla foi um gênio tecnológico, e ele mesmo negou os fundamentos da Teoria da Relatividade em seu tempo. Até mesmo para a sua mente brilhante, a Física de Einstein era inalcançável.

Nikola Tesla criticou severamente a teoria da relatividade de Einstein, chamando-a de um “magnífico traje matemático que fascina, deslumbra e cega as pessoas para os erros subjacentes”. Ele a via como uma teoria errada e enganosa, que contrastava com sua própria visão de um universo baseado no éter e em fenômenos exclusivamente eletromagnéticos. A discordância de Tesla se baseava em sua forte crença em modelos físicos do século XIX, e ele também se opunha à física quântica.

Portanto, seu gênio estava desalinhado naquela época com as grandes descobertas da ciência, todas elas confirmadas na atualidade por exaustivos trabalhos empíricos.

Um trabalho empírico é uma pesquisa que se baseia na observação e em dados coletados no mundo real, em vez de depender apenas de teorias. Ele busca comprovar hipóteses por meio de experimentos e evidências concretas para entender fenômenos de forma prática e fundamentada.

Não tirando o mérito de Tesla em suas formidáveis descobertas, mas elas não mudaram a visão do Universo, apenas trouxeram grande evolução tecnológica.
O que não é pouca coisa.

Mas não o coloca no patamar da Santíssima Trindade da genialidade humana.

Nikola Tesla é amplamente considerado um gênio por suas contribuições pioneiras para o campo da eletricidade, como a invenção da corrente alternada (CA), que é a base do sistema de energia moderna, e o desenvolvimento do motor de indução.

Suas invenções e ideias abrangeram o rádio, o controle remoto, a iluminação fluorescente e até o conceito de transmissão de energia sem fio, antecipando muitas tecnologias atuais como o Wi-Fi.
(Trabalhos no campo da tecnologia).

JP em 28.10.2025

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