
O salto Sol-Sirius nos crop circles
Muitos, numerosos crop circles padronizaram essa mensagem ao longo dos anos, e agora trago outras duas para efeito de comparação e análise. Uma do ano de 2008, o clássico 888 e o sistema planetário central de três estrelas, e a “metade” de um 8, ou a senoide (serpente) de 29.07.2011, ambos na Inglaterra em diferença de 3 anos (Sirius3, códigos sobre códigos).
A letra S da serpente está invertida, o que já sugere um universo-espelho além do salto realizado pelos UFOs em atalhos do Hiperespaço. Mas existem outras pistas.
Letra S de Sirius? Bastante direto afinal.
Ambos os crop circles são formados por curvas, oscilações (de energia gravitacional), e um sistema central alinhado de três objetos (a referência de três estrelas).
A língua da serpente em forma de tridente lembra muito o antigo símbolo Dogon da estrela SiriusA orbitada por SiriusB.
A data desta serpente é 29, e o ano, 2011. Temos aqui 11-11. E ele se repete na soma da data (2+9+7+2+1+1 = 22 = 11+11).
E também no corpo da serpente, formado por 29 círculos (11). Isso evoca o código dos pictogramas 1990, a maioria deles cercada pelas duas barras II II.
Um repetido código ilustrando a forma de viagem interestelar dos UFOs, que nada tem a ver com mecânica clássica de foguetes, e sim, movimentos no Hiperespaço da quarta dimensão através de atalhos (buracos de minhoca). E não estamos olhando para uma serpente … ou trilha de minhoca?
A cauda da serpente toca um grande círculo, que pode representar o Sol, e a serpente subindo da cauda à cabeça, seu movimento rumo à Sirius por meio de um salto, uma oscilação de energia gravitacional criando uma ruptura no espaço-tempo contínuo. E a cabeça, e a língua da serpente com três filamentos, o sistema Sirius3, destino final.
O próprio corpo da serpente com essa fileira de círculos representa o movimento do UFO ao longo destas misteriosas curvas do Hiperespaço, saindo do Sol e chegando em Sirius3, e vice-versa.

O crop circle 888 mostra também objetos entrando e saindo da curva dupla, dois S cruzados formando 8. A ideia é a mesma.
Estamos recebendo a notificação de que o salto estelar é como um impulso numa senoide, numa ONDA de energia sobre a qual a nave apenas desliza, sem fazer esforço algum ou realizar qualquer tipo de propulsão ou impulso próprio, apenas sendo levada pelo impulso inerente do espaço-tempo distorcido!
Essa é uma revelação fantástica! Sabemos agora como funciona o movimento dentro de um buraco de minhoca – ou de serpente cósmica.
Chega à minha mente toda aquela cosmologia pré-colombiana falando da serpente emplumada voando pelos céus e trazendo venusianos para as Américas muito antes de Colombo.
Temos aqui uma serpente emplumada, uma tecnologia ufológica revelada e a forma como vence enormes distâncias, do Sol às estrelas mais distantes.
Sirius, no caso, definida como central de inteligência galáctica por trás das mensagens crop circle (além dos venusianos, evidentemente, e seus pentagramas anuais).
JP em 11.12.2025








