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O Papa Leão 14 cometendo a abominação da desolação prevista por Daniel?

O Papa Leão 14 cometendo a abominação da desolação prevista por Daniel?

Contexto
A “abominação da desolação” citada por Jesus em Mateus 24:15, baseada em Daniel (9:27, 11:31, 12:11), refere-se a um evento profano e ídolo colocado no lugar santo (Templo) que causaria a destruição de Jerusalém.

“Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão.
E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.
E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.
Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo.
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.
Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, entenda;
Então, os que estiverem na Judeia, fujam para os montes;
Mateus 24:10-16

Historicamente, aponta para a profanação do Templo pelos exércitos romanos no ano 70 d.C., representando idolatria e violação da aliança.

Significados e Contextos da Abominação:

Cumprimento Histórico (70 d.C.): Jesus utilizou a profecia de Daniel para alertar sobre a vinda dos exércitos romanos (o “assolador”) que, com seus estandartes idólatras, profanariam o Templo e destruiriam Jerusalém, forçando a fuga dos cristãos.

Significado Espiritual: Representa qualquer adoração falsa, sacrilégio ou idolatria que profana o santuário de Deus e resulta no afastamento da Sua proteção, gerando desolação espiritual e física.

Cumprimento Passado (Antíoco IV):
A profecia também teve um cumprimento anterior em 168 a.C., quando Antíoco IV Epifânio colocou um altar a Zeus sobre o altar do holocausto no Templo.

Interpretação Profética (Futuro): Alguns intérpretes, especialmente na visão historicista, veem a abominação como um símbolo de poderes religiosos que introduzem doutrinas contrárias à Bíblia (como a missa).


Existem vários contextos para a abominação de Daniel, os mais importantes estão dentro de aspectos sexuais (a sexualidade considerada sagrada porque é a base da instituição do matrimônio e da família), mas aqui vou abordar um deles

Notícia
O papa Leão XIV autorizou o uso de uma sala de oração para muçulmanos dentro do Vaticano, segundo confirmação recente de uma autoridade eclesiástica. A informação foi divulgada pelo portal Independent Sentinel, que descreveu a revelação como resultado de uma “observação casual”, e não de um anúncio oficial ou comunicado à imprensa, como é habitual nas decisões da Santa Sé.

Pois bem, ditas estas coisas, uma recente aliança simbólica com o Islamismo realizada pelo Papa Leão 14 deixou os cristãos estarrecidos em todo o mundo.

Enquanto os muçulmanos radicais matam cristãos por todo o planeta, e o Papa não lhes pede para abaixar suas espadas, sequer dá um pio sobre o assunto, fica por outro lado assinando “livros de ouro” e pedindo união e pacificação com o mundo islâmico.

Inserir dentro do Vaticano uma sala de orações de uma religião que, por séculos, perseguiu e tentou destruir o Cristianismo, e ainda tenta, sob suas bandeiras mais radicais, não me parece um ato de fé e amor, mas sim, de hipocrisia e blasfêmia, incorrendo nos aspectos da “abominação de desolação”.

Porque o Vaticano, como qualquer outra igreja cristã, é lugar de culto a adoração à um único Deus, e o seu filho, Jesus Cristo, que o Islamismo rejeita inteiramente.
Abrir sala de orações de qualquer outro culto dentro do espaço mais sagrado da fé cristã é praticar idolatria.

Nessa de querer ser politicamente correto, o Papa Leão 14 está cumprindo a profecia de Daniel evocada por Jesus no livro de Mateus.

Um tipo de medida que pode atrair ainda mais desgraças para o mundo cristão.

Ecumenismo não é o caminho.
O caminho é apenas um, e ele se chama Cristo.
O que o Papa deveria estar fazendo é ensinar ao mundo muçulmano que só Cristo salva e nos leva ao Pai.

Mas não é o que está fazendo.
Está tentando criar uma família de deuses diferentes para projetar uma falsa paz no mundo. Ninguém pode servir a dois senhores sem trair um deles.

Jesus ordenou seus discípulos a ensinar o evangelho ao mundo, e não dividir espaços com outras doutrinas e deuses além da sua verdade.

Mesmo que isso incorresse em perseguição e morte aos discípulos, como de fato aconteceu e ainda acontece. Afinal, Cristo mesmo alertou que o mundo o odiaria no final dos tempos, e que os cristãos seriam perseguidos e mortos por sustentarem a sua verdade no meio das trevas do pensamento moderno.

Este é um erro gravíssimo de sua parte, ainda que muitos aplaudam, achando tudo lindo e politicamente correto, como se a paz da humanidade residisse nessa fusão de todas as seitas e deuses estranhos, só para agradar as exigências políticas da Diversidade.

Aceitar deuses estranhos dentro do Santuário do Senhor Deus e do seu Filho Jesus Cristo é praticar idolatria.

O próprio Jesus Cristo, mesmo pregando a paz entre judeus e romanos, não agregou em momento algum os “deuses” romanos em seus ensinamentos e nem foi tolerante com cultos pagãos de qualquer espécie apenas para agradar a diversidade religiosa da época. Ele apenas falou de um caminho e uma verdade conduzindo a uma vida, a vida do Estar no Pai.

O papel de um missionário é ensinar a Verdade de Cristo como único caminho, e não tentar ser tolerante com outras religiões só para posar de pacifista.

E o pior é que muitos cristãos cegos e bajuladores estão aplaudindo isso.
“Respeito”, dizem.

Mas e os cristãos perseguidos e mortos pelo regime do Islã?

Sobre isso, silêncio sepulcral de cristãos hipócritas, que evocam o nome de Jesus na boca mas não o realizam em suas vidas.

Religiosos de fachada.
Cristãos de mentira.
E me parece, se levanta mais um Papa que os representa.
Espero estar enganado.

Se é para ser cristão, é para ser cristão de corpo inteiro, de alma e coração, entregando tudo, até a vida, e não cristão pela metade interessado em agradar a modernidade do mundo enquanto trai a Palavra que o instruiu nesse caminho de fé.

JP em 19.04.2026

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