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O Cavalo Branco e os sete chakras no crop circle de White Horse em 22.07.2004

O Cavalo Branco e os sete chakras no crop circle de White Horse, 22.7.2004

Este par de crop circles certamente associados apareceram num dia muito significativo, alinhados com o monumento ancestral do Cavalo Branco na colina à frente.

O Cavalo Branco constitui um conjunto de monumentos antigos da Inglaterra, onde este símbolo foi desenhado de diferentes maneiras e com uma mesma significação da parte dos seus autores.

Naquele dia, o Sol entrava no signo de Leão, seu signo de regência, apontando a relação com o coração, o centro do sistema. Do ponto de vista solar, aqui começa o movimento das energias do Zodíaco 12.

Neste crop circle em particular, que é duplo, temos um eixo representando os sete chakras do corpo vital (contraparte energética do corpo físico) que sustentam os processos endócrinos (a chave da vida contida nos hormônios).

Ao seu lado, foi colocada uma cruz em movimento, que certamente representa o ponto de partida do despertar e evolução da energia vital conduzida pelos sete chacras em saltos de vibração, tudo porque o primeiro chakra da série, aquele que fica na base e sustenta todo o processo, tem justamente quatro raios ou pétalas, e quando desperta, inicia o reflorescimento destes sete frutos de luz da nossa árvore da vida.

A Cruz de fogo, INRI cristã, Suástica budista, cruz venusiana na base do circulo do coração, enfim, uma multidão de símbolos herméticos que apontam na tão variada cruz a mesma mensagem: a morte como transformação do humano comum mortal em humano filho de Deus imortal.
Essa é a base da alimentação de todo o percurso da via que liga a Terra ao céu.

De baixo para cima, o potencial KUNDALINI, a serpente que sobe na vara (coluna vertebral) quando acorda, inicia múltiplas transformações na parte física, vital e psicológica do ser humano, e quando a mesma serpente completa o seu trajeto na cabeça, abre os dois chakras da iluminação, frontal e coronário, levantando em Terra mais um Iniciado, filho da chama sagrada.

O eixo dos sete chakras não foi alinhado com o Cavalo Branco da colina em vão. Tudo tem uma simbologia oculta e um significado subjacente.

O Cavalo branco representa o veículo espiritual do Iniciado, o Querubim de fogo, o corpo espiritual transfigurado com o qual o Iniciado visita as dimensões superiores do Universo. Lembrando que o Rei dos reis virá montado num cavalo branco, e com ele o exército da Cristandade, para combater a invasão das trevas no planeta quando chegar o momento.

Portanto, o trabalho com os sete chakras segue paralelo ao trabalho do autoconhecimento e transformação da alma para o qual as energias transmutadas dos sete chakras dão suporte, permitindo o salto da consciência nos sete planos da Grande Realidade. Quando o Apocalipse traz a representação das almas vitoriosas vestindo o branco resplandecente dos justos, está apontando para essa classe de seres nascidos segunda vez pela água e pelo espírito (a linguagem iniciática de Moisés fazendo a serpente de bronze subir na vara para curar os hebreus no deserto, imagem aliás empregada por Jesus no evangelho de João para ilustrar diante de Nicodemos o segundo nascimento).

Essas mensagens, além de muitas outras, demonstram como os alienígenas estão alinhados com os conhecimentos herméticos da humanidade, e se eles os repetem em nosso tempo, é porque desejam pura e simplesmente que a humanidade desperte também e encontre o seu lugar nessa grande batalha espiritual, desfecho final da nossa História.

Tudo porque um adormecido não serve para nada, nem para a luz, nem para as trevas.

“Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente!
Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.”
Apocalipse 3: 15-16

JP em 01.09.2025

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