
Música divina e o som proibido pelo Vaticano
A ideia de que o Vaticano baniu certas frequências musicais, conhecidas como “Diabolus in Musica” (Diabo na Música), relacionadas à Escala Solfeggio, é um tema popular em teorias da conspiração e estudos de medicina vibracional.
Aqui estão os pontos-chave baseados nessas perspectivas:
O Que é o “Diabolus in Musica”:
Historicamente, o termo refere-se ao trítono (um intervalo musical de três tons inteiros), considerado uma dissonância desagradável na música medieval
O trítono é um intervalo musical de três tons, composto por uma quarta aumentada ou quinta diminuta, conhecido por sua alta dissonância e tensão.
Historicamente apelidado de “Diabolus in Musica” (Diabo na música), gera uma sonoridade instável que pede resolução, sendo fundamental na harmonia funcional para conduzir a música da tensão para a consonância.
A Teoria do Banimento (1050): Alega-se que, por volta de 1050, o Vaticano baniu essas notas, rotulando-as de “do diabo” para impedir que o povo utilizasse frequências curativas.
Escala Solfeggio e Cura: A teoria sugere que os monges gregorianos utilizavam frequências da escala Solfeggio (como 396Hz, 528Hz, etc.) que, combinadas com a acústica das catedrais, vibravam o crânio e estimulavam a glândula pineal.
Biologia e Longevidade: Defensores dessa ideia argumentam que tais vibrações curavam o corpo, reduzindo o cortisol e aumentando a produção de DHEA e melatonina, permitindo longevidade.
Mudança para 440Hz: Acredita-se que o Vaticano substituiu essas frequências pela afinação padrão moderna de 440Hz, que alegadamente causa ansiedade e caos mental, em vez de cura.
Contexto Histórico Real: Alguns estudos musicais pontuam que o “trítono” como proibição absoluta é, em parte, um mito, e que o termo “diabolus in musica” foi popularizado muito tempo depois da Idade Média, embora a dissonância fosse evitada na música sacra rigorosa.
O trítono é realmente uma dissonância muito desagradável aos ouvidos, e como a música daquela época buscava a harmonia pura e beleza absoluta, dissonâncias como estas não eram permitidas.
Hoje, na música moderna, dissonâncias fazem parte de qualquer estilo de composição, inclusive da Música Clássica séculos antes.
Mas a alegação de que monges usavam a escala Solfeggio não para a devoção mas apenas para cura (como falam algumas teorias conspiratórias) é falsa.
E se esses sons despertavam a glândula pineal e, por efeito, o chakra coronário, acontecia mesmo um salto de estado espiritual do devoto que cantava e ouvia tais sons, mesmo que não soubesse o porquê (o processo envolvido).
A meta não só da música antiga, como de toda a arte em geral, era suavizar os instintos e refinar os sentidos para reforçar a conexão da Mente com a energia divina em tudo presente (onipresente).
Contudo, a alegação sobre o desvio de 432 Hz (lá puro) para 440 Hz (lá alterado) é real, porque empregando o Lá puro na referência 432 Hz, obtemos os tons da escala natural apenas com números inteiros (referência Dó 32 Hz), o que significa que a música atual na afinação 440 Hz não está ressoando com os valores naturais da Criação.
JP em 09.05.2026






