EM BUSCA DOS SIRIANOS – capítulo 4

crop circle 26.08.2019

EM BUSCA DOS SIRIANOS
capítulo 4
A CRIANÇA DE DEUS

Os seres evoluídos de Sirius têm a aparência de crianças imortais e de imensa sabedoria. Sirius, como todas as estrelas do céu, eram localizadas pelos antigos no Oitavo céu da Árvore Sefirótica, acima dos sete céus dos planetas da Astrologia. Os espíritos guardiões do Oitavo céu eram os Querubins, com formas de crianças, ou os quatro animais, e com asas dotadas de Olhos: símbolo da Onisciência divina. Além disso, eram chamados de RODAS, e sua função no Oitavo céu era girar e iluminar, como as estrelas. Essa era a base da compreensão cósmica dos povos antigos, e a iconografia cristã deu aos querubins, faces infantis: crianças imortais e cheias de sabedoria.

Tudo isso vem do fato de que Sirius é a Estrela de Belém, que simboliza o nascimento crístico, a Criança de Deus em cada um de nós.

Sirius, o farol da noite, a estrela da luz e da vida, é o símbolo da Criança de Deus, e toda vez que um Messias nasce no mundo, a estrela de Belém brilhará outra vez nos céus.
A aparência anfíbia e píscea associada aos Nommos de Sirius (pelos Dogons africanos) é outra simbologia crística a parte: ICTOS, o peixe, anagrama do título dE Jesus Cristo, Filho de Deus Ungido. O Peixe aparece em várias passagens do Evangelho.

Venusianos também repartem grande parte das tradições antigas associadas aos Sirianos, e mesmo que algumas espécies tenham a aparência “infantil”, geralmente a aparência dos venusianos é mais próxima dos nórdicos, loiros, olhos claros e pele rosada, o que também foi associado aos Anjos na iconografia cristã.
O Senhor do Trono (IHVH) é representado por um Ancião, mas o Filho diante dele, este é a Criança imortal e plena de sabedoria e onisciência: a Criança-Cristo.

Porque Sirius é o núcleo da Força Crística em nosso universo galáctico, energia que é derramada do Oitavo céu para os planos abaixo, até alcançar nosso mundo.

IN SEARCH OF SIRIANS
Chapter 4
THE CHILD OF GOD

The evolved Beings of Sirius have the appearance of immortal children and immense wisdom. Sirius, like all the stars of the sky, were located by the ancients in the Eighth Heaven of the Sephirotic Tree, above the seven skies of the planets of Astrology. The guardian spirits of the Eighth Heaven were the Cherubim, with childlike forms, or the four animals, and with wings endowed with Eyes: symbol of divine Oniscience. In addition, they were called WHEELS, and their function in the Eighth Heaven was to rotate and illuminate, like the stars.
This was the basis of the cosmic understanding of the ancient peoples, and Christian iconography gave the cherubim, infantile faces: children immortal and full of wisdom.
All this comes from the fact that Sirius is the Star of Bethlehem, which symbolizes the Christ birth, the Child of God in each of us.
Sirius, the lighthouse of the night, the Star of Light and Life, is the symbol of the Child of God, and every time a Messiah is born in the world, the Star of Bethlehem will shine again in the heavens.
The amphibian and piscean appearance associated with the Nommos of Sirius (by the African Dogons) is another christological symbolism apart: ICTOS, the Fish, anagram of the title of Jesus Christ, Son of God Anointed.
The Fish appears in several passages of the Gospel.
Venusians also share much of the ancient traditions associated with the Sirians, and even though some species have a “childish” appearance, the Venusians are usually closest to the Norse, blond, light-eyed, and pink skin, in Christian iconography.
The Lord of the Throne (IHVH) is represented by an Elder, but the Son before him, this is the immortal Child full of wisdom and omniscience: the Christ Child.
Because Sirius is the core of the Christ Force in our galactic universe, energy that is poured out from the Eighth Heaven into the planes below, until it reaches our world.

JP em 30.01.2019

Comentários
Compartilhar