Desvelando o VÔO DA SERPENTE EMPLUMADA (parte 14)

Retomemos o Manuscrito:
“A Sétima Geração tem uma Árvore da Vida com tantas ramas quanto trinta e dois vezes três, e estas ramas sujeitam aos seres porque são muitas ramas, e não podem subir pelo tronco da Árvore de Balché por si só; o seu subir é o subir do Katun de toda essa geração. Lenta subida, dolorosa subida. Quem à sétima geração degenera, tem seguramente o choro e o ranger dos dentes” JK

Esse mapeamento do Universo em relação a Deus, O Eterno e Mui Elevado Ser e Criador, em numerações múltiplas de três, vem dos estudos de Gurdjeff e Oupensky.
A Sétima Geração é a mais inferior de todas, e no cálculo de Judas, produz o número 96 (3×24), que localiza, nos estudos daqueles esoteristas, o primeiro círculo das infradimensões, o mesmo círculo lunar, no poema de Dante, a Divina Comédia.
É a dimensão que abarca a humanidade involutiva, controlada pelo ego, pela qual a seiva da Árvore da Vida flui com grande dificuldade ao longo das eras (Katuns), já num plano desencarnado.
Quando Judas menciona o termo KATUN, nem sempre está se referindo ao cômputo maia de 20 anos, mas pode estar falando de um tempo genérico, geralmente longo. Como uma era inteira.

A subida dessa geração não envolve nenhum tipo de esforço consciente, mas se dá apenas por leis da natureza, daí a qualificação dada por Judas. É a geração dos homens de ego e do pecado, seres que já habitam espiritualmente as infradimensões. Tem chances de salvação, mas se tornaram muito opacos às vibrações da Verdade, não podendo subir pela Árvore de Balché, simbolicamente, a árvore do caminho da redenção (no sangue de Cristo, na transformação pela Verdade).

Ele também fala da geração de seres perdidos nas infradimensões (segundo Dante, os pagãos e não-batizados habitavam o primeiro círculo, de 96 leis, conforme O-G).

“O Viver na Terra é o viver da Sexta Geração, e a Árvore da Vida tem tantas ramas como dezesseis vezes três; amarelas são as folhas de 24 ramas, negras são as folhas de 24 ramas; são ramas com as folhas da cor do Poente e do Sul; quem junte ramas amarelas com as ramas negras e, por sua inteligente vontade, façam-nas verdes, agarrará o tronco da Árvore da Vida e subirá para saber do grande PAUAH, daquele João que permanece, e do Grande Amor Dele!” JK

Aqui, a geração sexta refere-se à humanidade que habita na Terra, plano físico, que O-G mencionam como que regidos por 48 leis (16 x 3), onde existe a oportunidade do trabalho que conduz à redenção.
Cores amarela e negra, e aqui, Judas evoca a relação entre os quatro Bacabs, suas direções, Anjos, planetas, cores e significados principais:

JÚPITER, O PAUAH BRANCO DO NORTE
Judas refere-se a esta direção como já possuindo o conhecimento escrito. A Verdade cristã, porque Júpiter é o planeta pessoal de Jesus Cristo, Sexto Anjo do Apocalipse.
Nas direções do Sol, o Norte ou ápice da Luz representa o seu trono do meio-dia, onde sua luz brilha na plenitude – daí a relação com a Verdade de Cristo.
(No Hemisfério sul, porque, no Hemisfério norte, a posição dos bacabs norte e sul é trocada, e o sul se torna a direção do sol exaltado, e o norte, do sol declinado, mas quanto aos senhores do leste e oeste, permanecem as mesmas direções).
Cor branca, vestes brancas dos seres espiritualizados e puros, Cor do Espírito, pureza absoluta.

VÊNUS, O PAUAH AMARELO DO SUL
Esta cor e direção representam a base, o fundamento, onde a semente é plantada e a raiz da Árvore se desenvolve, rumo ao Norte, os frutos conhecidos. É a base da vida, por onde toda reedificação começa. Na astrologia, considerada a casa da alma, fundamentos psíquicos.
O Sol está no ponto mais baixo, reciclando energias e vencendo a serpente das trevas e da noite para poder continuar a marcha da vida no dia seguinte. Cor amarela, referente às energias solares.

MARTE, O PAUAH VERMELHO DO LESTE
Judas refere-se a esta direção como que trazendo um novo conhecimento ao mundo (no tempo dele, no tempo do manuscrito, 1944-1945, época em que os pesquisadores Gudjeff, Oupensky e Blavatsky eram bastante conhecidos e estudados, todos naturais do Oriente – Armênia e Rússia, mais os livros gnósticos descobertos nas cavernas de Nag Hammadi, em 1945).
Esses conhecimentos influenciaram muitos estudiosos, esoteristas e Ordens místicas até os nossos dias. O leste é a direção do nascimento. Vermelho, cor do sangue, do Sol que ressurge, do despertar, a direção da ressurreição.

SATURNO, O PAUAH NEGRO DO OESTE
E este Anjo é muito provavelmente a Hierarquia de Judas! Aquele que fez a ponte da morte entre as duas Igrejas.
A direção do poente, onde o Sol se põe e “morre”. Cor negra, cor da terra, dissolução.
As direções solares das divindades egípcias (Rá, Kephri, Tum) coincidem.
No centro deste arranjo está a cor Verde, cor da cura e da imortalidade.
Porque o centro místico das quatro direções do mundo físico 3D é a passagem para a Quarta Dimensão, o Éden Verde da vida eterna.
Misturar, portanto, as tintas amarelas e negras das 24+24 ramas (48 leis, o plano físico humano) para obter a cor verde da regeneração é trabalhar com a morte do ego e redescobrir as energias da base vital, o que é muito coincidente com os fundamentos da Alquimia em sua primeira fase: putrefação e a busca pela pedra oculta, que é o fogo secreto e agente principal da Grande Obra. Fazer subir a serpente de bronze na vara, kundalini, coluna vertebral, transmutação, sistema nervoso etc.
Todas as doutrinas e filosofias de pensamento entregues ao homem neste mundo, desde o início dos tempos, após a sua queda do estado de graça e de imortalidade, consistem de leis de entendimento dos procedimentos necessários que conduzem á regeneração.

Porque a sétima geração é uma geração degenerada, e a sexta geração pode degenerar como ela se não fizer por onde. Trabalhar com a morte do ego, porque nossos defeitos são parasitas da energia vital no corpo e na mente, e precisaremos trabalhar com estas energias em força total para reedificar nossas bases física e psicológica, prelúdio do segundo nascimento!
A cor verde resultante é a cor da imortalidade, da cura, da regeneração total.
A cor central do Quadrado dos Espíritos e as quatro cores.
E cada uma das sete gerações do Grande Ser se nivelam com um plano dimensional de energias da mesma Árvore da Vida, que é o Universo dos astros em movimento e da Palavra de Elohim.

“Amarelo é o Sol, negra é a Terra, verde é o florescer da Imortalidade.
Assim poderás começar a andar pelo caminho da regeneração, e tua geração será então a geração que é oito vezes três. Assim eram os Gigantes da Pequena Cozumil.
Quatro vezes três: assim eram os Pauahs, o do Oriente, o do Poente, o do Norte e o do Sul.
O Pauah come o alimento do Sol.
Duas vezes três não o concebe senão o Pauah que não pode morrer.
Mas todo homem pode ser Pauah.
Uma vez três não podemos nem sequer pensar em nossa atual condição, porque é um Katun que somente um Pauah o entende.
Todos são tempos diferentes, medidos por distintas medidas.
O Maya audaz e ousado vai de um a outro Katun, sempre para Cima e é três gerações em uma”. JK

Amarelo é o Sol, a energia vital, a raiz de vida no vaso do Bacab do Sul (Vênus) enquanto a Terra é negra, o pó donde viemos, o pó da transformação. As duas primeiras etapas iniciais da Alquimia, putrefação e o fogo-raiz a vida, Kundalini, a semente vital da reedificação do Espírito Santo em sua nova morada, que se torna imortal (a cor verde, cor do centro).

A geração de 8×3 (24 ramas da Árvore da Vida) é o primeiro estágio superior da obra de regeneração, e segundo Judas, nos nivela ao mesmo status dos apóstolos (nomeados simbolicamente de gigantes da pequena Cozumil), que nós conhecemos pelo título de Iniciados ou Duas Vezes Nascidos, homens com alma encarnada e veículos de alma confeccionados. Homens despertos e com certos poderes especiais. Homens cheios do Espírito Santo (como realmente eram os apóstolos).
A geração de 4×3 (12 ramas da Árvore da Vida) é um estágio ainda mais alto que o dos apóstolos, e já aparece relacionado por Judas ao mesmo nível dos Pauahs, que comem alimento do Sol, ou seja, status de Anjos com participação na Criação, cujo raio ocupado é o raio dos planetas na escala análoga das dimensões.
A geração de 2×3 (6 ramas da Árvore da Vida) é um estágio ainda mais alto que o dos Anjos, e conforme Judas, só o Pauah (Anjo) que não pode morrer (João) o conhece. Porque essa declaração de que “João não morreria entre os apóstolos” aparece no capítulo 21 do seu evangelho, se popularizando para indicar aquele que permaneceria, conforme Jesus determinou, até seu regresso.
E a geração de 1×3 (3 ramas da Árvore da Vida) é um estágio ainda superior a todos os demais, acima dos Anjos e dos Imortais, conhecido somente por Jesus Cristo (entre os seres que pisaram neste mundo). Somente o Pauah Jesus o entende. A dimensão das Galáxias.
E nas relações com os Pauhas e os planetas, Jesus se associa a Júpiter, enquanto João a Vênus: mesmo entre os Anjos, os Iniciados e os Pauahs, existe as classificações da Hierarquia.
Todos saídos do Grande Senhor Oculto, Deus, o Criador de tudo e de todos, anterior aos planos das Galáxias e de qualquer coisa. O Sol Absoluto.
Cada nível de Hierarquia espiritual está dentro de um círculo de tempo (katun) e dimensão própria.
O Espírito Maya vai renascendo a cada nova dimensão e katun, sempre atuando com o poder Três em UM dentro dele, para aumentar seu campo de influência no círculo material das forças do Cosmos (o Quatro).

Resumo: (Equação N = 3.2^n)

Origem Zero/Absoluto: N = 0 = 1x (-00) (menos infinito)
Primeira Geração: O Grande Senhor Oculto (Ele Mesmo) N = 1×1 = 1
Segunda Geração: Jesus Cristo (O Filho Unigênito de Deus) N = 1×3 = 3 (n=0)
Terceira Geração: João (Espírito Superior) N = 2×3 = 6 (n=1)
Quarta Geração: Anjos (Espíritos da Criação) N = 4×3 = 12 (n=2)
Quinta Geração: Iniciados (Duas Vezes Nascidos) N = 8×3 = 24 (n=3)
Sexta Geração: humanos mortais (nascidos pela roda da Natureza) N = 16×3 = 48 (n=4)
Sétima Geração: almas decaídas nas dimensões inferiores N=> 32×3 = >96 (n=>5)

Essa tábua foi, antes, desenvolvida pelos pesquisadores do Oriente (a direção do Bacab Leste e o novo conhecimento)
Na próxima passagem, Judas mostra a relação hierática dos nomes aos graus associados

“Por seu querer estar na quinta geração, geração de barro que se está cozendo, pode o Grande Senhor Oculto dar-se a conhecer ao Maya audaz, que tenha um só amor no qual tenha fundido todos os seus amores, mas o barro haverá de querer mais que o barro, a água haverá de querer mais que a água, o homem de barro haverá de querer mais que os Gigantes da Pequena Cozumil (1), e até mais que os Pauahs do Norte, do Sul, do Oriente e do Ocidente (2).
Haverá de querer mais que as palavras obscuras de João (3) ou de Chilam Balam.
E este querer lhe fará entender e viver aquele querer que, com suas sóbrias palavras, disse o Santo Senhor Jesus (4) que era o segredo da Vida Eterna:
‘Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo’
E quando o homem de barro aprender assim a querer, o Grande Senhor Oculto (5) falará a Palavra que é Deus (6) e que é o Verbo ao mesmo tempo, e fa-lo-á saber:
EU SOU A UNIDADE!

Pois assim, tem-se dito: o segredo está aí!” JK

Então, acompanhe a sequência aqui estabelecida:
(1)Descendentes da Quinta Geração (Iniciados) são os Gigantes da Pequena Cozumil, como os apóstolos.
(2)Descendentes da Quarta Geração (Anjos) são os Pauahs.
(3)Descendentes da Terceira Geração (Espíritos superiores) são como João.
(4) Descendentes da Segunda Geração (Filho Unigênito de Deus) são como Jesus.
(5) O Grande Descendente, o Grande Senhor Oculto (Metatron, a primeira Hierarquia, o pequeno Trono de Deus.
(6) A Origem de todos os Descendentes, o Mui Elevado (ELOHIM), Ser Infinito e Absoluto Deus, o Verbo.

“Não estará tudo isso claro para ti até que tenhas golpeado a pedra na escuridão.
A Grande Palavra, no selo da noite, selo do céu, disse o Chilam Balam.
“Eu sou o Princípio e o Fim”>
E João, Pauah que permanece, o mesmo que a Chilam Balam.
“Eu sou o Alfa e o Ômega”. JK

O Verbo é a espada que golpeia a pedra na escuridão (matéria prima) e cria todas as coisas, a começar pela Luz e a terminar pelos Filhos de Deus (não nascidos do sangue, nem da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus).
E João permanecerá até o retorno de Cristo, que vai abrir o espelho do Pai.

“E a Palavra emanou desde as entranhas do Oriente para que não haja Poente; e foi escrita no Norte para que não haja Sul.
Esta palavra disse novamente para o que tenha olhos para ver e ouvidos para ouvir:
EU SOU UNIDADE!
O que é UM está dentro do teu cérebro, o que é dois estende-se por tua espinha dorsal, o que é três, que é o querer estar do Espírito Santo do Grande Senhor Oculto, jaz dentro, bem dentro do teu coração, e por onde o queiras ver, se és capaz de ver.

Se entendes e fazes isto, dominarás a serpente que se arrasta na Terra e tua prudência lhe dará sua plumagem para que possa voar.
São o Pequeno Pai, o Pequeno Filho e o Pequeno Espírito Santo, os três pequenos Pauahs, o Vermelho, o Branco e o Eternamente Verde.
Guarda-te da serpente que te dizem que faz milagres!” JK

Como disse antes, Judas teve acesso ao grande conhecimento esotérico que brotou de mentes nascidas no Oriente, e menciono três nomes, em ordem de importância (no manuscrito):
Gurdjeff, Oupensky e Blavatsky, somados aos manuscritos gnósticos de Nag Hammadi, de 1945, simultaneamente à ação de Judas na Argentina, do outro lado do mundo.
E a citação seguinte fala das energias dos três centros espirituais do corpo físico, a saber, o cérebro (onde fica a Unidade-Pai dentro de nós), a espinha dorsal (a dualidade) e o coração, a trindade, a soma de todo o amor de querer estar em Deus, e o Espírito Santo é o veiculo da reedificação a partir do Kundalini, tema abordado por aqueles ocultistas.
A morada do Pequeno Pai (Deus interno) é no cérebro, do Pequeno Filho é no coração, e do Pequeno Espírito Santo, no sacro e núcleo dos instintos e energias vitais.

E criando a unidade destas energias, a serpente-cauda animal que o homem mortal carrega não rastejará, ma ascenderá pela vara e lhe dará asas: e ele voará ao Mayab, encarnando a serpente emplumada (o argumento da ciência do Caduceu de Mercúrio).

“Guarda-te da serpente que te dizem que faz milagres”
Judas se refere, num primeiro aspecto, à serpente, Satanás ou Dragão mencionado no Apocalipse, que seduz e engana o mundo com seus falsos prodígios, o retorno da Serpente do Éden em escala mundial.

Mas em se tratando de referências humanas, eis que, naquela época, um nome muito nefasto surgia no cenário místico do mundo: Aleister Crowley, auto-intitulado A Grande Besta (o que é uma referência direta àquela serpente maldita do Éden que voltava a seduzir o mundo) antes de Samael Aun Weor entrar no cenário, com seu mosaico esotérico e suas falsas identidades de guru da nova era.

Aleister Crowley,
ou Edward Alexander Crowley (Royal Leamington Spa, 12 de outubro de 1875 — Hastings, 1 de dezembro de 1947), foi um membro da Ordem Hermética da Aurora Dourada e influente ocultista britânico, responsável pela fundação de uma doutrina (ou filosofia, dependendo do ponto de vista) que batizou de Thelema. Ele foi o co-fundador da A∴A∴ e, mais tarde, um líder da O.T.O. Atualmente, é mais conhecido como autor de obras sobre magia e misticismo, dentre eles o Livro da Lei, que tornou-se a escritura sagrada principal dos thelemitas, e doutros tratados sobre diversos assuntos esotéricos como a cabala e o tarô.
Crowley também era poeta, mago, escritor, hedonista, e crítico social. Em muitas de suas façanhas, buscava “ir contra os valores morais e religiosos do seu tempo”, defendendo a liberdade individual e espiritual baseada no principal lema thelêmico: “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”.
Por isso, ganhou imensa notoriedade em vida, e foi tachado pela imprensa britânica como “The wickedest man in the world” (algo como “O homem mais ímpio do mundo.”

Além das atividades esotéricas, era também um premiado enxadrista, alpinista, poeta, dramaturgo, artista e novelista.
Em 2001, uma enquete da BBC descrevia Crowley como sendo o septuagésimo terceiro maior britânico de todos os tempos, por influenciar e ser referenciado por numerosos escritores, músicos e cineastas, incluindo Jimmy Page, Alan Moore, Bruce Dickinson, Raul Seixas, Marilyn Manson, Kenneth Anger, David Bowie, Fernando Pessoa e Ozzy Osbourne. Ele também foi citado como influência principal de muitos grupos e individuos influentes do esoterismo ocidental da posteridade, incluindo vultos como Kenneth Grant e Gerald Gardner.

Entre os muitos desvios doutrinários desse ocultista e “mago” (negro) destacam-se seus rituais paganistas, suas magias sexuais absurdas e suas liberalidades, incluindo um combate às instituições cristãs e o velho aforismo:
“Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei” (para a plena felicidade do ego humano)!
Thelema é uma filosofia-religiosa baseada em um postulado de mesmo nome, adotado como princípio fundamental por algumas organizações ocultistas, desenvolvida no início de 1900 por Aleister Crowley, um escritor inglês e mago cerimonial. A lei de Thelema é :

“Fazes o que tu queres, há de ser o todo da Lei. O amor é a lei, amor sob vontade.”

(O grande problema é interpretar sexo e instintos passionais pervertidos como formas de amor…)
Pode ser que o alerta de Judas sobre a serpente milagreira seja relacionado à grande e perigosa influência deste nome nos círculos esoteristas da época, e sua influência corre no mundo até os dias de hoje, inclusive entre celebridades (do lado mais dark da cultura).

“Todo o barro que sabe onde e como fazer a guerra para poder morrer é Terra de Vigília e Oração, Terra sem sede, Terra regada pelo Amor que há de servir a Deus para uma nova civilização; e quando morra em sua sexta geração, viverás outro Katun na quinta; três vezes quatro será seu sim, três vezes dezesseis será seu não. ” JK

A Sexta geração, a geração humana mortal e comum, ainda regida pelo ego, precisa ingerir a tinta amarela e negra para regenerar duas coisas: o ego (tinta negra da Terra para sua morte) e a base física (tinta amarela do Sol para a criação de uma nova raiz física, kundalini desperto etc).

A geração seguinte é a geração dos Iniciados, que passa a ser regida por 24 leis, abandonando as 48 leis da esfera mortal anterior: por isso, 3×4 (12) será seu sim, e 3×16 (48) será o seu não, porque, precisamente, a quinta geração (24) está entre a quarta geração (12) que passa a aspirar (o seu sim) e a sexta geração (48) que já abandonou (o seu não).

“Irá do sepulcro ao berço se é que quer ir, porque haverá passado da morte à vida e permanecerá com João. Pois seus testículos terão comido o alimento do Sol, e seu sêmen não será sêmen de carne unicamente, senão sêmen com o espírito de regeneração e não arrojará espírito fora de si quando arroje seu sêmen.
Porque nele não haverá fornicação, e seu um, seu dois e seu três serão realmente castos e seu sexo estará incendiado de pureza. Será sexo, não mais.” JK

Essa é a parte mais polêmica, quando a sexualidade é abordada como uma forma de energia, o que é a proposta do Tantra da mão direita, da Yoga e da via asceta dos monges e santos. Até aí, nenhuma novidade, porque essa cosmologia interna cm base na transmutação seminal em choques e oitavas de energia, com o resto das energias dos centros fisicos em harmonia, faz parte dos ensinamentos notáveis de Gurdjeff, que em nenhum momento aborda a relação sexual como “chave exclusiva do Arcano da transmutação” e tudo mais, como fez Samael.

A transmutação do monge, do iogue, do santo e do celibe, fazendo da oração, da castidade e da vida de amores somados no coração, a sua porta de entrada para a Palavra de Deus através do Espírito Santo reedificador, que é o real agente das novas gerações ascendentes da alma andando de três em três naquela cosmologia conectada ao Todo, e por isso, menciona testículos capazes de ingerir energia solar (a cosmologia de Gudjeff).

O que fica um tanto polêmico é que Judas não exorciza aqui a ejaculação, como fazia Samael, ao que eu entendi, quando ela parta de um ato reprodutivo (desde quando magia sexual como forma de segundo nascimento nunca existiu). O próprio Judas, na página 36 do Manuscrito, fala que a paixão do enamorado não é amor, apenas um mero argumento da Natureza para manter as finalidades da reprodução da espécie, o que descarta sexo como agente mágico e ocultista do renascimento e da regeneração, como pregava Samael e simpatizantes.

O monge no caminho não se torna um celibe afeminado, antes, um homem cheio de vigor e energia porque sua sexualidade, bem como os outros instintos do aparelho total, são transmutados de modo a abrir nele os veículos e as conexões de energia com a Terra, o Sol, as estrelas, o Universo todo, do qual os mortais ainda são partes inativas e inoperantes até o dia em que nascerem segunda vez, tomando parte das ramas da Árvore da Vida em sua própria escala de espírito.

Seu Um, dois e três são as medidas de energia interna e também, suas unidades básicas de SER, com relação ao Espírito Unidade e suas almas gêmeas. Esse triângulo fundamental é como o átomo pessoal da alma em todos os seus renascimentos e ascensões nos andares do universo.
Será santo mas não será um efeminado. Será assexuado no sentido de ausência de desejos físicos, porque sua sexualidade foi transformada numa outra espécie, sexo dos anjos, paixão de almas gêmeas em escalas do Amor totalmente desconhecidos para esta geração carnal e caída.

Será o divino Êxtase na presença da Chama Violeta! Três em UM.

“Busca o conhecimento dos homens Mayas, qualquer que seja a sua ânfora, qualquer que seja a sua língua. Busca o conhecimento que chegou outra vez do Oriente. Busca o conhecimento que está escrito no Norte. E não terás nem Poente e nem Sul, se é que és diligente.” JK

Não ter Poente é não mais morrer, e não ter Sul é não mais descer às bases da vida e da alma para se refazer… se bem que tanto a morte como a descida à base da vida e da alma sempre acontecerão, a cada renascimento de ascensão para niveis mais e mais elevados do SER nas dimensões de Deus.
“Porque o Senhor Jesus, cuja vinda a precedeu uma Estrela do Oriente, disse que aquele que peça, ar-se-lhe-á o que pede, e aquele que busca, encontrará o que busca, e aquele que chama às portas do Mayab interior, abrir-lhe-á a Princesa Sac-Nicté.

Pensa no Grande Senhor Oculto e em seu querer estar que é o começo do teu querer ser.
Então sentirás o teu querer estar, e farás seu querer ser.
E compreenderás e saberás.” JK

Esta declaração, mais uma vez, desvincula a imagem de Sac-Nicté com a de qualquer e alguma sacerdotisa de cunho sexual, enfatizando claramente que a Mãe Divina é quem abre as portas ao reino do Mayab interior, conforme os caminhos disciplinares das Ordens Antigas e Sabedoria Milenar da corrente dos Iniciados na Terra.
A semente desse trabalho é o “querer estar em Deus”, o Grande Senhor Oculto, é esse primeiro mandamento vivo no coração “Amarás a Deus sobre todas as coisas, com todas as suas forças, inteligência e alma”!… O Querer estar nos leva a comunhão que, com o tempo, vai construindo o Querer Ser, até que o homem seja UM com Deus, nas etapas da Iniciação.

Quem queira ser amo, faça-se servo, disse o Pauah do Norte.
Quem queira ser livre, faça-se escravo, disse o Pauah do Oriente.
Quem queira viver, aprenda a morrer, disse o Pauah do Poente.
Quem queira morrer, ouse e desperte, disse o Pauah do Sul.
Quem ouve e não faz o que, no silêncio da real quietude, fale a linhagem do seu sangue Maya, sofrerá porque o escravo matará seu amo e o servo colocará no cárcere a liberdade, e o escravo sugará o sangue do amo e também morrerá, e o servo tiranizará a liberdade e não viverá, mas se degenerará como um chupador” JK

A nossa alma é a serva do Espírito. Tudo temos, corpo e vida, e pensamento, porque o nosso amo, Deus interno, tudo nos fornece com amor, e esse Amo só exige um serviço leal e obediente.
Mas quando o servo quer inverter os papéis, o ego tenta assumir o controle da vida e destino que não lhe pertencem, mas a Deus dentro somente. Essa é a leitura do enigma que Judas associa aos quatro Pauhas na forma de instruções espirituais.
Temos que ser servos de Deus para viver para sempre. Temos que ser escravos da Verdade divina para sermos livres. Temos que aprender a morrer para viver melhor, e temos que despertar para realmente compreender a importância da morte do ego em nossa vida falsa, porque nos tornamos senhores e amos da nossa vida, retirando esse papel que somente a Deus deveria caber.

Talvez, porque Pedro morreu com a cabeça em terra, suas ovelhas estão mal apascentadas, e chupadores as tranquilizam; e as que querem que sua lã seja negra, os chupadores negros, os ladrões da alma, seu sangue sugam. Dos dois chupadores, os chupadores negros são os mais perigosos, porque são ignorantes que pretendem saber, e por sua pretensão cairam e continuarão caindo.
Guarda-te deles, porque mais te valerá não saber nada do que saber o pouco e mal que eles sabem
Guarda-te da serpente que te dizem que faz milagres!” JK

Judas usa muito o tempo “chupadores” para referir-se aos seres mal intencionados, enganadores e oportunistas, que exploram a fé alheia com mentiras e posturas hipócritas, e os chupadores em todas as Igrejas são uma realidade. Falsos padres e falsos pastores que não honram o seu sacerdócio, e que se comportam como cegos guias de cegos. Na verdade, isso é o que mais existe no mundo.
Mas aqui, ele faz a referência a chupadores negros, e eu atribuo isso a classe de homens-demônio, que se tornam ladrões de alma. Ignorantes da luz, caindo desde muitas gerações até nossos dias.
E outra vez, a conexão com a Serpente que faz milagres, que no Apocalipse é a imagem da própria Besta e Anticristo, que começo o seu programa de dominação do mundo lá no Éden.
“Tem se perdido as pedras para se estender a ponte para o Mayab interior, e poucos permanecem enquanto ele chega. Mas o Senhor do Tempo que vem pelo Oriente dá a medida justa, e há poucas ânforas que saibam receber. Por isso, ao que não se tenha feito olhos para ver e está em trevas, o que é vermelho lhe parecerá negro, assim, na escuridão. E o Senhor do Amor que vem pelo Norte dá em abundância e generosamente. e também são contadas as ânforas que sejam continentes e que saibam consagrar-se. ” JK

Pedras para o Mayab interior, os recursos para manter a ponte viva em tempos tão difíceis.
O Senhor do Tempo se move no Espírito de Saturno, o negro, aquele que fala de morte do eu e transformação interior, abençoando este novo ensinamento do Oriente. É o Espírito de Judas.
O Senhor do Amor vem pelo Norte, o conhecimento eterno, o Evangelho de Cristo, porque este é o Senhor do Norte (Júpiter, o branco).
O que parece claro é que Judas fala numa nova aliança com Jesus Cristo (Senhor do Tempo e Senhor do Amor) na construção dessa ponte que conduz ao Mayab interior, antes de levar ao Mayab exterior.
Porque o Pauah Marte é o Senhor da Força, e provavelmente está conduzindo a Igreja de Pedro em seus últimos momentos sobre a Terra, enquanto o Senhor da Vida é Vênus, aquele que move o espírito de João na preparação da Nova Igreja (a Grande Reunião dos eleitos e transformados pelo Senhor do Tempo e Senhor do Amor), o que inclui fraternidade com venusianos (a mensagem crop circle é o evangelho eterno de venusianos nos campos de cultivo).


“E o Senhor que não tem poente e não tem sul, que é o Senhor do Seu Querer Estar, emanará de si outras águas, emanará de si outras terras, e fará outros barros que lhe recebam melhor.
Outras vezes o tem feito, e assim se pode ver quando se estuda atentamente que coisa foi que, em seu katun, perderam os seres-formiga, os seres-cupim, os seres-abelha, que um dia foram e já não são” JK

Não ter poente e nem sul é não ter morte e nem renascimento, uma forma interessante e simbólica de se falar em imortalidade. Porque o Sul é a casa da vida, a base e raiz sobre a qual a árvore da vida renasce, e o Poente é a casa da morte, por cujas portas toda vida se transforma, se dissolve nos ciclos do tempo da natureza. Novas terras, novas águas. A água simboliza a fonte da vida, Senhor do Sul, e a terra, a matéria-prima do corpo, que se dissolve em pó, morte, Senhor do Poente. Mas o Espírito de Deus concederá terras e águas renovadas para uma nova e permanente reedificação.

Quanto aos seres insectos, o que ele manda observar atentamente, creio, nessa metáfora, é que estes insetos ou representam ou já foram mesmo civilizações humanas literais no passado, que perderam a oportunidade de se tornarem Filhos de Deus, e hoje involuem nos reinos da natureza em sua condição de inseto.

“Tenho-te explicado o três, tenho te explicado o sete, mas só uma ideia tenho-te dado do quatro, e nada acerca da vontade com que se dá a continuidade a todo o sete que se quebra em dois pontos, em dois tempos. Quem não sabe como se dá esta continuidade não poderá fazer a Ressurreição de sua carne. Esta continuidade busca-a diligentemente e ouve o que sobre isso disse há muitos séculos o Chilam Balam, grande sacerdote da linghagem maya.
‘O Mal do Katun, de um golpe de flecha, pode se destruir. Então vem o peso dos juízes, chega o tributo. Pedir-te-ão provas COM SETE PALMOS DE TERRA ENCHARCADA”

Não será isto o mesmo que em seu katun falou o Santo Senhor Jesus?
‘E a qualquer que ouve estas palavras e não as faz, compará-lo-ei a um homem insensato que edificou sua casa sobre a areia, e desceu a chuva, e vieram os rios, e sopraram os ventos, e fizeram ímpeto naquela casa; e caiu, e grande foi a sua ruína” JK

O três e o sete são números muito empregados na cosmologia humana de Gurdjeff-Oupensy.
Três centros de energia, sete chakras, sete corpos, sete iniciações, etc.
Mas o três de Judas é mais amplo, fala na identidade padrão do espírito, que é três em um, almas gêmeas conciliadas com a mônada original, e é essa reintegração do Mayab interno (o Ser) que permite a ascensão espiritual nas dimensões, a cada três (a cosmologia alinhada do Universo com o espirito triangular).
O Quatro é o poder do Ser-Três de interagir com a criação, e com poderes criadores (IHVH)
A vontade que provê a continuidade do sete que se quebra em dois e forma 3.5, um número-chave do Kundalini e da ressurreição (os 3.5 dias das duas testemunhas), porque Judas o associa de forma direta à ressurreição da carne.
Esse é um grandioso mistério associado às almas gêmeas perante o Espírito reconciliado, porque o poder da ressurreição crística, em seu último grau, só pode acontecer na alquimia do Ser-Três plena, alquimia espiritual que nada tem de carnal ou sexual, mas totalmente apoiada no maior poder do Espírito manifestado, a Palavra, donde nascem os Filhos de Deus.
Judas procurou analogias na sabedoria de outros Pahuas, Jesus, Moisés, Buda e Lao-Tsé, sobre o mesmo ensinamento da reedificação do templo do Espírito Santo a partir de novas águas e terras, o que soa muito alquímico inclusive.
Jesus, Bacab Júpiter, Moisés Bacab Vênus, Buda Bacab Saturno e Lao-Tsé Bacab Marte.

Os sete palmos de terra encharcada como tributos de obra apresentada aos juízes (da Lei).
Sete palmos é morte. Terra encharcada é terra e água misturados num barro novo, vaso de oleiro, nova reedificação. O Velho Testamento usa muito a simbologia do vaso de oleiro, e quando o oleiro quer refazer o vaso, quebra e o modela outra vez, com água e argila. É a mesma reedificação da casa sobre a pedra firme, e não a areia, nas parábolas de Cristo.
Mas o Juízo de sete palmos de terra encharcada pode significar simplesmente, retornar ao pó, morrer e não realizar a obra do segundo nascimento, quando, debaixo de sete palmos, a terra se faz encharcada porque novamente deixa escapar do corpo (terra) a alma vivente (água).

Não será isto o mesmo que ainda em outro Katun falou o Santo Senhor Moisés?
‘Aos céus e a Terra chamo hoje por testemunhas contra vós, que vos tenho posto diante a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida para que vivas tu a tua semente.’
Não será isto o mesmo que ainda em outro katun falou o Santo Senhor Buda?
‘Iluminai vossas mentes… os que não podem quebrar imediatamente as opressoras cadeias dos sentidos, e cujos pés são demasiado débeis para pisar a calçada real, devem disciplinar sua conduta de tal modo que todos os seus dias terrenos transcorram irrepreensíveis, praticando caritativas obras’

E não será isto o mesmo que ainda em outro Katun falou o santo Senhor Lao-Tsé?
‘O Universal é Eterno; o Universal é Eterno porque não existe como indivíduo; é esta a condição da Eternidade. De acordo com isto, o Perfeito, eclipsando-se se impõe; derrotando-se se eterniza; desegoistizando-se se individualiza. ‘
Todos, pois, falam do verde florescer do Imortal, de como o Infinito sempre vive no Eterno”
“Néscio é o homem que se crê dono do Tempo.
Néscio é o homem que se crê dono do Amor.
Néscio é o homem que se crê dono da Terra.
Néscio é o homem que se crê dono do Mundo.
Três vezes néscio o que deliberadamente ignora que o homem é um propósito do amor no tempo para a vida do Mundo na Terra” JK

Outra vez, Judas estabelece enigmas com as quatro potências espirituais da Terra, Bacabs, associando-os a nomes conhecidos da Sabedoria dos tempos.
Lao Zi ou Laozi (Lao Tsé) foi um filósofo e escritor da Antiga China. É conhecido por ser o autor do importante livro Tao Te Ching, por ser o fundador do taoismo filosófico e por ser uma divindade no taoismo religioso e nas religiões tradicionais chinesas.
Tempo, Amor, Mundo, Terra.
O Propósito do Amor se revela no trabalho do Tempo.
A Escola do Tempo se revela no Mundo dos homens criado sobre a Terra viva.
Viver a vida no mundo sobre a Terra sem propósito espiritual nenhum é o mesmo que estar morto.
O Senhor do Tempo fornece a Escola.
O Senhor da Vida fornece a Terra e os elementos que existem nela.
O Senhor da Força fornece energia para as batalhas do mundo.
E o Senhor do Amor se sacrifica por nós, para que possamos cumprir nosso propósito maior.
E assim, Judas termina o seu Livro II:

“Eu agora só quero fazer justiça a Judas, homem de Kariot.
Para que comece um novo Katun na linhagem Maya.
E o Mayab dos Andes seja, pois, o berço de uma nova civilização.
Tu farás a tua parte, se em tuas veias corre o sangue da linhagem Maya.
Para que haja misericórdia em tua cabeça, sabedoria em teu coração e possas encontrar a pedra justa com a qual possas estender a ponte que vai de Pedro a João no Destino do Homem Verdadeiro, que aqui declaro que é o Cristo vivo no Senhor Jesus.” JK

Mayab dos Andes? Apenas uma metáfora ou referência literal de bases secretas de refúgio dos remanescentes naquelas montanhas (e em outras)?
Pode ser que Judas realmente esteja a falar de uma grande cidade secreta e sagrada nos montes andinos, e em suas muitas estradas e esquinas inexploradas, um Mayab literal, não somente de aspecto espiritual.

Entretanto, sabemos que o mundo está repleto de bases secretas construídas pelas Hierarquias espirituais do planeta em aliança com inteligências extraterrestres já preparadas para os tempos do Apocalipse que já chegaram, soando sobre os sete anos finais da profecia de Jesus Cristo e os 70 anos a Figueira de Israel (a contar de 14 de Maio de 2018).

Para que possas encontra a pedra justa… aquela pedra que, na construção da sentença de Judas, não está nem na cabeça e nem no coração, mas no sexo, nos instintos polidos, cinzelados e transmutados, que sirvam de base sólida ao novo Templo de Barro cozido na terra e na água do Espírito santo.
Essa pedra, a pedra oculta da Alquimia, o fundamento do Templo, é a mesma pedra usada na construção da ponte chamada Iniciação que leva da Igreja de Pedro (crenças mortas) para a Igreja de João (a experiência espiritual viva e consciente): onde o homem é salvo porque aprendeu o caminho do segundo Nascimento, que faz deitar o seu Cristo íntimo na manjedoura do seu coração.

“E te relatarei como e o por quê Judas, o homem de Kariot, estendeu um fio importante no urdimento do destino deste novo katun. Seu fio fez possível que as Quarta e Quinta gerações falem nos tempos e nas medidas da Sexta Geração. Relatar-te-ei assim como eu tenho aprendido no Santo Mayab, amém!JK
Fim do Segundo Livro

Recordando os textos anteriores deste Livro II sobre as sete gerações do Grande Senhor Oculto, a Sexta Geração é a humanidade moderna, que está recebendo essas dádivas de Judas no nosso tempo (katun), e as muitas almas de linhagem maya que subirão á quinta e quarta gerações nos tempos do futuro haverão de lembrar esse feito memorável de Judas, registrado neste manuscrito de valor inestimável…

Continua na parte 15

Segue Livro para leitura

https://ovoodaserpenteemplumada.com/arquivos/o-voo-da-serpente-emplumada-para-leitura-03-04-2010.pdf

JP em 14.04.2020

Veja a parte anterior:

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