ApocalipseBíbliaJogosMundoPolíticaTecnologiaTerra

As profecias de Daniel e a Terceira Guerra Mundial

As profecias de Daniel e a Terceira Guerra Mundial

Cada vez mais fica claro que ISRAEL se tornará o epicentro da Terceira Guerra Mundial, o que concorda com várias profecias bíblicas, com destaque especial aos relatos e visões do profeta Daniel.

No capítulo 7 do seu livro (e os ataques do HAMAS a Israel aconteceram num dia 7 de outubro de 2023) é que as visões de Daniel contemplam quatro monstros que, na sua época, simbolizavam as importantes guerras locais ao redor de Israel mas que, na transposição às visões de João no Apocalipse, numa espécie de continuidade, esses mesmos quatro monstros foram aglutinados em uma única Besta, chamada a Primeira Besta e representando a Política Mundial.

Sete cabeças, dez chifres, aparência de leão com asas, urso e outras feras.

Após a visão dos quatro monstros, Daniel tem visões a respeito das guerras locais também na imagem de animais furiosos combatendo entre si, e entre estes animais, localiza-se o império medo-persa.

O Império Medo-Persa, também conhecido como Império Aquemênida, foi um dos maiores impérios da história antiga, surgindo da união entre os medos e os persas. Os medos foram os primeiros a estabelecer um império na região do planalto iraniano, mas foram eventualmente subjugados pelos persas, liderados por Ciro, o Grande. Ciro unificou os dois povos e expandiu o império, que alcançou seu auge sob governantes como Dario, o Grande, abrangendo vastos territórios na Ásia, África e Europa.

O Império Persa, também conhecido como Pérsia, corresponde à região histórica do atual Irã, onde se desenvolveu uma das civilizações mais importantes da Antiguidade. O território do Império Persa, no seu auge, abrangia uma vasta área que incluía não apenas o atual Irã, mas também partes da Turquia, Egito e Índia, entre outros.

O Irã é um dos protagonistas dentro dos conflitos do Oriente Médio que tem em Israel o seu epicentro, isso desde a sua formação como nação restaurada pela ONU em 1948.

Transportando também os conflitos entre as nações em destaque do tempo do profeta Daniel na circunvizinhança de Israel para o tempo atual (Apocalipse), eis que o cenário perigoso que estamos testemunhando hoje pode realmente ser o sinal de coisa muito pior chegando, em nível global.

Pelo que, completando suas visões, o Anjo Gabriel lhe aparece para dar sentido a tudo (a profecia das setenta semanas, que localiza o fim dos tempos) e também é levantado o Anjo Miguel, com a missão de proteger e guiar o povo de Deus quando chegasse esse mesmo tempo do fim.

De todos os livros proféticos do AT, é o livro de Daniel que apresenta com mais detalhes os cenários de guerra durante o cativeiro de Israel em Babilônia, cenário esse que, transportado ao nosso tempo via Apocalipse, descreve o cenário de guerra global em função da Primeira Besta (a Política Mundial).

O profeta Daniel profetizou sobre Babilônia, tanto em termos de sua ascensão como de sua queda. Ele viveu e profetizou durante o período do exílio babilônico dos judeus e suas profecias abordaram o futuro reino de Deus, que se estabeleceria após a queda de Babilônia e outros impérios.

A Babilônia que o Apocalipse definiu como sendo o mundo inteiro quando chegassem os tempos em que as profecias locais sobre Israel se tornassem globais.

Tudo se compreende quando transportamos as visões locais dos profetas da antiguidade para a era moderna, pelo simples fato de que ISRAEL continua sendo o centro de gravidade ou epicentro de todos estes conflitos, antigos e modernos.

O interesse das forças tenebrosas do Inferno não diminuiu com a crucificação de Cristo naquela nação. Apenas aumentou, com o acréscimo de outra tenebrosa profecia:

O Anticristo virá de Israel e por Israel será servido. Até por uma questão de lógica, já que Israel não aceita Jesus Cristo por Messias e talvez nunca aceite.

Uma coisa que precisa ser esclarecida a respeito da identidade “sagrada” de Israel.

Essa Israel não é a mesma Israel de Deus, desde que levou Cristo à cruz e foi dispersa e destruida pelos romanos no ano 70 AD.

Ela se tornou uma nação comum entre todas. Jesus Cristo veio com a missão de estender o pacto do Pai e Senhor Deus a todas as nações.

Nâo existe mais nação eleita ou povo eleito segundo uma etnia, mas segundo o espírito e o coração em Cristo de cada ser humano.

A crucificação de Jesus Cristo por mãos de Roma mas por influência de Israel anulou todos os pactos existentes com a nação escolhida, desde Abraão.

Não apenas Israel se tornou nação comum, mas pior, até afundou ainda mais em culpa. O cerco sofrido pelo mundo muçulmano desde a sua formação em 1948 não é casual, mas kármico.

O que se compreende cristalinamente diante da citação do Senhor ao seu povo:

“Eu vos entregarei nas mãos dos vossos inimigos todas as vezes que vocês desobedecerem as minhas leis”.

Ora, não teria a nação eleita uma responsabilidade maior do que todas as outras nações perante o Senhor YHWH?

E do mesmo modo, não sofreria punições mais severas diante de suas transgressões, no arco oposto dos seus grandes privilégios e conquistas?

JP em 23.06.2025

Comentários

Botão Voltar ao topo