
Anjos, portais e Arrebatamento
A linguagem do Arrebatamento de Jesus Cristo se torna alinhada com o final dos tempos. É o fim do ciclo da humanidade que justifica o arrebatamento, da mesma forma que a chegada da estação antes do inverno soa o momento da colheita.
Jesus Cristo anuncia nos evangelhos que, quando chegasse esse tempo para o mundo, ele mesmo enviaria os seus anjos aos quatro ventos, as quatro direções da Terra, para reunir os seus escolhidos logo após a materialização dos sinais do fim, descritos com detalhes no capítulo 24 de Mateus e, claro, no livro do Apocalipse.
Esses anjos ceifadores são parte importante do processo do arrebatamento, e a visão do Apocalipse coloca Jesus Cristo em unidade com o trono do próprio Senhor YHWH, servido por suas quatro criaturas divinas, ou anjos do trono:
O Touro (Vênus)
O Leão (Sol)
A Águia (Mercúrio)
O Anjo/Homem (Lua)
Estes são os quatro seres que compõem a Merkabah divina, ou os Querubim da visão do profeta Ezequiel, e se trata de um veículo de energia e manifestação do Espírito de Deus nos planos inferiores onde Ele se movimenta (garantindo a sua onipresença).
Aqui aparece uma conexão direta entre Arrebatamento, Arca de Noé e uma antiga profecia maia que declara que, no final de cada ciclo da humanidade, quatro irmãos divinos se reúnem para construir um barco e salvar algumas pessoas.
Ora, foram quatro os construtores da Arca do Gênesis, Noé e seus três filhos, Sem, Ham e Jafé. E quatro são os anjos retratados pelas criaturas divinas do Trono do Senhor YHWH, em unidade de poder com Jesus Cristo, que atuarão no arrebatamento.
A Merkabah ou Carro de Deus é o veículo de manifestação do Espírito na matéria.
A Arca, na verdade, chamada TBH, não é sinônimo de barco e nunca foi, porque representa um sistema de energia espiritual atuando na quarta dimensão, a dimensão paralela, refúgio ancestral da humanidade, e por efeito, no mundo material da terceira dimensão, e que conta com a operação de quatro elevados espíritos ou Anjos irmanados relacionados com os astros internos da Astrologia dos Anjos:
Sol (Miguel), Mercúrio (Rafael), Lua (Gabriel), Vênus (Uriel).
Esses são os mesmos quatro irmãos divinos da mitologia maia e a pequena família de Noé, que se reúnem em todos os finais de ciclo para abrirem portais de resgate na quarta dimensão que se materializem, então, no plano físico da terceira dimensão.
Estes são os construtores da Arca, e encontrarão cada pessoa eleita por Deus neste mundo onde quer que ela esteja, para arrebatá-la deste mundo quando soar a trombeta do Anjo, anunciando as grandes tribulações planetárias.
Cada Anjo se encarrega de uma direção e setor, mas todos trabalhando sob as ordens de Jesus, e todas as quatro direções convergem para o Leste, a porta solar do novo dia nascendo, e todas as portas olham para o centro do sistema, centro esse que é o próprio ponto de ruptura entre a terceira e a quarta dimensão, fora deste mundo, entre o céu e a Terra, onde fluiam os querubins da visão de Ezequiel.
Estamos nos tempos do fim, e os sinais das Luas de sangue proféticas já foram apresentados entre 2014 e 2015, e daí em diante, quando a Mulher coroada de doze estrelas foi vista no céu em 2017, e a Nova Israel completou 70 anos em 2018, a consumação do fim avançou.
Sete anos se passaram desde então, e o mundo só confirmou as tribulações próximas em seu estado de maldade crescente.
Por tudo isso, os quatro anjos já estão posicionados nas quatro direções, dois a dois, conforme o modelo dos querubins guardiões do Éden (Gênesis 3: 24).
Outra conexão interessante é que os quatro primeiros apóstolos chamados por Jesus Cristo eram PESCADORES:
Simão Pedro e André, irmãos.
Tiago e João Zebedeu, irmãos.
Pescadores de almas convertidos, o que ilustra relação com os quatro anjos do Arrebatamento, preparados para pescarem almas no dia do Senhor chegado.
Esta é a Arca de Noé, a Merkabah do Espírito de Deus atuando na matéria e seus quatro elementos através de quatro seres de poder, que agem em toda parte como força unificada. Eles têm a missão de reunir no monte ZION a primeira Igreja de Cristo: 144.000 antes da grande tribulação (o novo dilúvio).
Quem estiver vigiando e orando, e escutar o chamado do Espírito, este verá a porta se abrindo em sua casa, em seu quarto, e um Anjo irá lhe aparecer, dizendo que vem em
nome do Senhor para levá-lo até a sua presença. E é bom que toda a família esteja reunida em preparação e oração para que não aconteçam dolorosas separações.
Essa forma de se compreender a Merkabah divina ou Veículo de Deus nos ajuda a situar as operações do Arrebatamento que não envolvem discos voadores ou tecnologia de máquina, mas algo muito superior, tecnologia do Verbo e do Espírito operando nos quatro elementos do mundo material com impactos diretos na quarta dimensão tangendo a terceira.
Esta é a Arca, esta é a porta da Arca, estes são os seus construtores, os quatro pescadores de Jesus Cristo.
E por falar em peixes, eis que o primeiro crop circle da temporada 2025 representou todo esse sistema descrito, e naquele seu estilo celta modificado para quatro nós, contemplamos também quatro peixes entrelaçados diante de uma porta aberta.
Os portais começaram a se abrir.
Sol em Leão
Neste dia 23 de Julho, o Sol ingressa no seu próprio signo, Leão, que então marca o período/mês de maior força do astro-rei sobre os destinos da humanidade. Muitos falam no periodo do portal de Leão, cujo ápice alcança o dia 08 de agosto. De qualquer forma, é interessante notar essa relação com os temas sobre portais que vêm sendo expostos pelos recentes crop circles ao longo de toda temporada 2025.
E neste dia de hoje em que publico esse artigo, dia 23 de julho, Sol entrando no seu domicílio, Leão, eis que me vi em plano astral usando um relógio de ouro no pulso direito.
Pulso direito quer dizer, daqui em diante, a partir de hoje rumo ao futuro. E relógio quer dizer este momento presente. E ouro quer dizer bênção, riqueza, espírito, luz de Deus!
AHAU!
Outra curiosidade é que calculei a data de hoje a partir dos símbolos astrológicos do crop circle de 12 de julho (link abaixo).
JP em 23.07.2025








