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A mensagem do caduceu nos dois crop circles

A mensagem do caduceu nos dois crop circles

Transmutar a energia das serpentes até alcançar a estrela! Assim apontou Hermes, o grande sábio da ciência antiga codificada no seu caduceu (de Mercúrio), hoje, símbolo da Medicina e da cura.

Mas haverá uma leitura deste mesmo caduceu para tecnologia UFO no sentido de uma transmutação de energias do ponto de vista das viagens cósmicas?
Certamente.

O crop circle da serpente alada apareceu em Alton Barnes, enquanto o crop circle da estrela dos caduceus, em Roundway Hill, e ambos no mesmo dia, o significativo 25 de julho, dia relacionado ao calendário maia como dia fora do tempo, dia verde, porque naquele sistema de contagem de tempo 13 luas de 28 dias somavam 364 dias redondos, deixando um dia de fora, então, o dia 25 de julho, véspera do ano novo maia em 26 de julho.

Inclusive o crop circle da serpente alada projetou um fantasma no ano seguinte, demonstrando melhor ainda a sua autenticidade (alienígena).

Por que os mensageiros escolheram justamente esta data para enviar esse par de imagens com sentido combinado entre si?
Uma chave atemporal, já que as viagens por wormholes (minhocas, serpente alada) acontece na dimensão atemporal do hiperespaço?

Se a estrela de cinco pontas é Vênus numa primeira análise, e Sirius (no Egito, pentagramas representavam estrelas) então estamos diante de uma chave de deslocamento espacial.

Os dois crop circles se aplicam na temática da serpente, que significa energia básica inferior, e que deve ser transmutada (ganhar asas) para assumir poder expansivo. Essa leitura do ponto de vista iniciático (Moisés e a serpente curativa de bronze hasteada no alto da vara) assume também leituras tecnológicas, porque a energia é uma mesma entidade da Física, seja operando em baixa escala nos corpos vivos, seja operando em altas escalas nos planetas e estrelas e, também, nos artefatos tecnológicos.

A energia nuclear, por exemplo, é uma energia transmutada, que precisa fender ou fundir os átomos para ser liberada (sistema de fissão e fusão nuclear).
A energia vital do nosso corpo também precisa quebrar os alimentos e converter carboidratos em calorias utilizáveis pelo organismo. Assim funciona o Caduceu, em sua linguagem mais genérica.

A Estrela de cinco pontas com cinco formações circulares sugere a leitura do Caduceu na reunião das polaridades Sol-Lua (o disco do eclipse solar), porque cada serpente do objeto realmente assumia estas polaridades de energia, o ativo e o passivo, ou o positivo e o negativo do eletromagnetismo.

Já a serpente alada possui uma simetria: 6 círculos na asa direita, 6 círculos na asa esquerda e 6 círculos no corpo central, este representando as fases de um eclipse solar que culmina na sua cabeça (com aquele padrão face ET coroada, aparecendo desde 2005 nos crop circles).

A serpente alada era a forma que os povos da América primitiva tinham para falar de alquimia, com o mesmo conteúdo do caduceu de Mercúrio, já existente em modelos sumerianos.

A alquimia era realizada em sete escalas, e essa serpente alada tem sete escalas, porque tanto o eixo central como as duas asas (666) culminam juntas no sétimo circulo superior, a cabeça da serpente. E corretamente, a energia ascendeu em sete fases da cauda até a cabeça da serpente.

O caduceu da estrela também ilustra isso, reparem como ele dá seis voltas antes do encontro das duas ondas na base, a sétima volta final.


O sétimo grau representava, nestes modelos, o grau final da energia em seu ponto de maior poder (após sucessivas transmutações). É o sétimo chakra na analogia com o sistema humano de alquimia interna, o chakra onde a alma ganha asas para voar (consciência expandida).

E a cauda da serpente possui um tridente e o numeral maia para o número 8.
Oito significava estrela (asterisco) na antiguidade (começando pela Suméria).

E três? Três estrelas integradas no mesmo sistema. O sistema assim mais conhecido pelos antigos (pelo menos, pelos Dogon da África) é Sirius3. Lembrando também que Vênus pertence à terceira órbita da Terra na antiga cosmologia geocêntrica.

Se temos Vênus/Sirius3 na cauda, e um eclipse solar na cabeça da serpente, e se a serpente precisa ganhar asas para voar, estamos diante de uma leitura que declara que UFOs, de alguma forma, transmutam energias inferiores (eletromagnetismo, gravidade) para poder efetuar SALTOS no hiperespaço da quarta dimensão, cruzando vastas distâncias por meio de atalhos (wormholes) na forma de túneis de energia.
Ou seriam “snakeholes”?

A analogia com o corpo físico retorna.
A serpente kundalini descansa na base da coluna vertebral, e precisa ser transmutada em sete níveis ascendentes de energia para alcançar a cabeça, no topo da coluna, ganhando asas (consciência desperta) e para isso, percorre a parte oca da coluna vertebral em seus feixes nervosos (o túnel da serpente).

Isso demonstra que todos estes conhecimentos (Alquimia, por exemplo, e a arte de transmutar todos os elementos e transformar energias) vieram das estrelas, vieram de Inteligências que não são deste mundo.

Todas as teorias alienígenas associadas a Vênus e Sirius são, portanto, legítimas.
Eles não são avançados apenas na sua tecnologia, mas também, no seu organismo transmutado e na sua mente poderosa.

Mais caduceus e crop circles

Nestes dois modelos fantásticos em anos seguidos, vemos o caduceu das duas serpentes, símbolo de magia e medicina associado ao deus Mercúrio, combinado com o pentagrama, outro notável símbolo de poder. A associação entre a dualidade e o pentagrama, tal como em cinco pães e dois peixes dos evangelhos e o milagre da multiplicação.

Seria esta a fórmula secreta de se encontrar o dom da cura e multiplicação da energia vital, o grande sonho da alquimia secreta e perdida na era tecnológica/

O primeiro crop circle, de 2010, apareceu em 25 de julho, no campo de Roundway Hill, Wiltshire, e o segundo crop circle, de 2011, apareceu em duas fases, dias 4 e 5 de julho, no campo de Honeystreet, também em Wiltshire.

Na primeira fase, quatro caduceus, e na segunda, o quinto caduceu é inserido e o design final do crop circle, realizado. A mesma transição do 4 para o 5 se verifica nas datas escolhidas para a realização da obra completa.

Do quatro para o cinco?
Do quadrado (matéria) para o cinco (pentagrama, estrela, espírito).
Não é essa uma mensagem explícita de alquimia da transmutação?

A chave está em combinar o DOIS com o CINCO. Dois significa a polarização das energias, comum em qualquer entidade eletromagnética, campos, partículas etc.

O Cinco representa a LUZ, ou o extrato energético final da sublimação material (quatro elementos), por exemplo, o conceito de quinto elemento extraído da combinação e refino dos quatro elementos.
Outra vez, a transição do quatro para o cinco nas datas de fabricação do crop circle de 2011.

O CINCO é a estrela, a meta espiritual, o código da ascensão, enquanto o QUATRO é a matéria, os elementos que formam a base da vida, ponto de apoio da escada que realiza a ascensão da consciência, a transição do animal para o anjo, e no meio do caminho, o ser humano entre as duas extremidades da ponta – uma ponte sobre o abismo.

E os mensageiros da ciência antiga, que é uma ciência eterna, nos ensinando que a maior das alquimias é aquela que transforma não o chumbo em ouro, mas a experiência humana na matéria (4) em consciência pronta para ascender aos universos da luz (5), morada das estrelas!

E tal ascensão está simbolizada de forma explícita na pequena pirâmide colocada na segunda fase, cobrindo o pentagrama de 2011, também com quatro níveis e mirando o quinto nível, onde uma pequena estrela resplandece.

Assim, esses crop circles acabam de desvendar para nós o entendimento místico e energético das PIRÂMIDES, templos de ascensão da matéria ao mundo espiritual nas asas do éter (o quinto elemento).

JP em 13.12.2025

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