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A mensagem bíblica do crop circle 2025 no Brasil

A mensagem bíblica do crop circle 2025 no Brasil

E ela não poderia estar mais explícita e, ao mesmo tempo, mais escondida do que neste crop circle de Ipuaçu, Brasil, dia 03.11.2025, escondida em sua geometria simples convertida em números, porque temos um triângulo interno cercado por um polígono de 14 vértices formado por dois heptágonos cruzados (7+7).

O que gera o número duplo 3: 14
Um código bíblico e cabalístico formidável, como veremos.

Primeiramente porque este é o número cabalístico dos nomes SHADAI e METATRON, nomes associados à primeira grandeza do espírito divino, o Deus Todo Poderoso e o Arcanjo da Face, inteligência que governa o primeiro céu e todas as milícias de anjos.

Lembrando que 3:14 são os três primeiros dígitos do número PI, a razão constante entre círculo e diâmetro, um dos números da Criação, irracional e profundamente belo por traduzir a dualidade da vida (homem, diâmetro, a reta, e mulher, o círculo, a curva) bem como a relação da quadratura do círculo, lendo o quadrado como símbolo da Terra (a matéria, o fundamento) e o círculo como símbolo do céu (a energia, o espírito).

Em termos de coordenadas da Bíblia, o capítulo/versículo 3:14 é altamente representativo dentro do código envolvido.
A partir do Gênesis, primeiro livro da Bíblia, onde tudo começou:

“Então o Senhor disse à serpente:
Porquanto fizeste isto, maldita serás mais do que toda fera, e mais do que todos os animais do campo: sobre o teu ventre andarás e pó comeras todos os dias da tua vida”
(Gênesis 3:14)

Aqui começou o drama da humanidade, quando uma serpente (símbolo dos anjos caídos, dos demônios e do próprio Lúcifer infiltrado no paraíso) enganou o casal primordial e o conduziu ao pecado original (luxúria, fruto proibido, porque o sexo era proibido aos filhos de Deus, conforme a sequência do capítulo 6 do mesmo Gênesis).

E no mesmo capítulo 3, Deus promete um Messias saído da casta da mulher vitoriosa do futuro (a Virgem Maria).

Interessante é que a Cabala nos fornece mais informações aqui.

Se somarmos 44 ao valor 314, teremos o número 358. Ora, 44 é a soma entre duas expressões, Pai e Mãe, porque Deus é Pai e Mãe:

Shadai + Ab + Am =
Poderoso Deus + Pai + Mãe =
314 + 3 + 41 = 358.
E 358 é número de dois nomes,
NaChaSh e MeShiaCh,
Serpente e Messias!

Aqui, a dualidade perfeita da grande batalha, a serpente que feriu a humanidade e o Messias que vai curar a humanidade. E o Messias assume o papel da serpente luz, a serpente de cura que Moisés elevou num cajado, o que vem nas próximas citações bíblicas, porque Moisés foi a primeira imagem de Messias da Bíblia, aquele que libertou o povo hebreu do cativeiro no Egito, e o fez celebrar pela primeira vez a Páscoa (passagem) da escravidão para a liberdade.

O Messias (MShICh, 358) foi ungido para derrotar a serpente do mal (NChSh, 358) e redimir a humanidade dos efeitos do seu veneno – o pecado original.

Seguem outras passagens bíblicas do código 3:14 que expandem o sentido de tudo isso.

“E disse Deus a Moisés:
EU SOU O QUE SOU. E disse mais:
Assim dirás aos filhos de Israel:
EU SOU me enviou a vós!”
(Êxodo 3:14)

O Senhor Deus, IHVH-ALHIM, se identificando com EU SOU O QUE SOU pela primeira vez, e Moisés foi o primeiro a receber seu Nome e sua Lei.

E mais, este Ser Supremo envia Moisés com a missão de libertar o povo hebreu escravizado no Egito, mas antes, levantando Moisés como um mestre iniciado na magia cabalística dos Anjos, e seu primeiro “milagre” foi a transformação de uma vara em serpente, a vara que era de Moisés, seu cajado de realização de prodígios (conforme o Êxodo 4).

A serpente de novo no tema, só que, desta vez, não é a serpente venenosa e rastejante do pecado, mas a serpente ascendida na vara, que resplandece o poder de Deus na mente e na palavra, a imagem da serpente de bronze que Moisés elevou na vara para curar os hebreus no deserto. A Iniciação, o Messias Moisés era um Iniciado e filho da serpente de luz, o que está registrado no livro de Números e confirmado por João (também 3:14!).

Depois que o Iniciado Moisés se converteu num Mestre, num Ungido, é que Deus pode enviá-lo ao Egito ao lado do seu irmão Aarão, outro Iniciado da Serpente, para o cumprimento da missão designada.

“E aconteceu que, partindo o povo de suas tendas para passar o rio Jordão, levaram os sacerdotes a arca da aliança adiante do povo”
(Josué 3: 14)

A arca da aliança é o selo da semelhança do Espírito de Deus com um objeto manufaturado e supostamente tecnológico.
A arca representava o próprio Espírito de Deus diante do povo, tal como um templo móvel, manifestando poder em sua presença.

“Convertei-vos, oh filhos de Israel, rebeldes, diz o Senhor. Pois eu vos desposei e vos tomarei, a um de uma cidade, e a dois de uma família, e vos levarei a Sião”
(Jeremias 3: 14)

Uma citação importante referente ao arrebatamento e ao lugar da Grande Reunião dos filhos de Deus: o monte Sião, que não é a montanha de Israel em seu lugar físico atual, mas uma morada fora desta dimensão, porque tal monte passou a representar a morada de Deus na Terra, especialmente no Apocalipse.

“Então o Espírito me levantou e me levou, e eu me fui amargurado, na indignação do meu espírito, porém a Mão do Senhor era forte sobre mim”.
(Ezequiel 3: 14)

Ezequiel foi o profeta que melhor descreveu o mecanismo espiritual do poder de Deus na simbologia da merkabah e suas quatro criaturas divinas, o qual, aqui, ele resume numa simples expressão, que pode inclusive se tornar um mantra de invocação em nossas orações:
“A Mão do Senhor está sobre mim”
ou
“O Poder do Senhor está sobre mim”
(já que Mão e Poder – Iod – são sinônimos).

“E como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado”.
(João 3: 14)

Aqui, saltamos para o Novo Testamento com João cumprindo um importante link com aqueles versículos do Velho Testamento sobre a serpente e o Messias que vem para derrotá-la, e no caso, através da energia da boa serpente, a serpente levantada no deserto por Moisés e que curou os doentes.
A serpente é a energia da vida, e dois caminhos existem para ela, a degeneração (quando rasteja no chão e se torna imunda) ou a regeneração (quando ascende até a cabeça e desperta os poderes da alma, reconectando-a ao Espírito, a origem e fonte da vida e da consciência).

Alquimia pura para poucos, e que nem Nicodemus entendeu quando Jesus lhe declarou isso. Os cristãos da letra morta tentam manobras intelectuais e discursos sobre esse tema para fugir das páginas herméticas do Cristianismo puro, como se pudessem nascer de novo sem a obra da serpente erguida na vara (alquimia, iniciações, transmutação e sublimação do animal instintivo em Anjo espiritual).

“E o Anjo da Igreja que está em Laodicéia escreve: isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da Criação de Deus”
(Apocalipse 3: 14)

E assim, a última passagem do código 3: 14 constando no último livro da Bíblia, aponta a mensagem para a sétima e última Igreja, o último estágio das religiões e espiritualidade em evolução, ou seja, o pior de todos (a grande Babel e confusão moderna), quando então o Amém, o Verdadeiro, faz as mais graves advertências aos seus congregados.

Não existe revelação ou evolução espiritual sem cura prévia, sem arrependimento de pecados, sem mudança radical, sem destruição do ego originado na ignorância e na mentira, e não na consciência da verdade.

Porque a Verdade é o princípio da Criação (e a palavra amém vem do termo hebraico VERDADE).

É ela, a verdade, a única religião que existe.

Fora dela, ideologias e crenças, tradições e costumes, religiões e seitas saídas daquele ego nas sombras não tem nenhum valor para a Sagrada Lei que, cedo ou tarde, pesará todas as almas em sua infalível Balança.

Porque Sábio e Santo é o seu Juiz.

JP em 26.11.2025

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