
A filosofia moderna dos falsos doutores
Falsos doutores têm saido ao mundo, negando o poder da Vida cuja origem é Deus, e aplaudindo os assombrosos prodígios da máquina, alegando que a humanidade alcançará a vida eterna artificialmente daqui há alguns anos, o que é uma blasfêmia contra a Cruz e a vida real que habita em Deus e que fez de Cristo o seu doador entre nós.
Esses fariseus modernos também negam o Arrebatamento como uma chance de segunda oportunidade de humanos escolhidos para o novo Reino da Terra.
Toda a fé deles está na ciência moderna.
Toda a liturgia deles reza diante da máquina.
E portanto, toda a alma deles está em sombras, que já não conseguem contemplar outras realidades espirituais além destas do reinado da Besta.
Filmes de ficção têm pregado coisas que os anos não viram.
E nem verão, porque daqui em diante, as ondas da soberba humana não passarão, diz o Senhor Deus.
As filosofias tecnológicas não sairam e nem sairão dos roteiros de cinema.
Coisas como viver para sempre ou morar em Marte jamais acontecerão, porque num estalo de dedos, a Justiça Divina lançará o raio que fará ruir a Torre de Babel.
Todas as abominações têm um limite muito bem determinado e um propósito muito bem definido.
O limite é o tempo da dispensação da Graça, e o propósito é a separação do joio e do trigo.
A todo aquele que adorar o número e o nome da Besta, a sentença será lavrada no Livro da Lei.
Falsos doutores são almas já condenadas que ainda têm liberdade de falar ao mundo, recebendo aplausos e condecorações, por mais contraditório que isso pareça.
Enquanto os verdadeiros profetas ou são calados,
ou ainda falam no deserto.
JP em 13.04.2026







