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A chave musical dos crop circles

A chave musical dos crop circles

Em 1990, o astrônomo e matemático Gerald Hawkins descobriu que os primeiros círculos nas plantações codificavam proporções diatônicas, o que os musicólogos chamam de intervalos perfeitos da escala musical.

De acordo com os cálculos de Hawkins, a probabilidade de isso acontecer por acaso é de 1 em 400.000.

“É muito difícil criar uma proporção diatônica, ainda mais no escuro. Ela precisa ser traçada com precisão, com uma margem de erro de alguns centímetros em um círculo de 12 metros, por exemplo.”

E em 1995, círculos nas plantações medindo até 90 metros continham proporções diatônicas com uma precisão de alguns centímetros.
Isso o levou a procurar relações geométricas entre os círculos usando a geometria euclidiana.

Euclides foi um matemático grego do século III a.C., cujo tratado de treze livros sobre matemática estabeleceu as regras e técnicas básicas da geometria que agora leva seu nome.

Hawkins analisou os círculos nas plantações novamente e descobriu que eles continham quatro novos teoremas.

“Estes são teoremas euclidianos”, observou ele, “mas não estão nos livros de Euclides.”
Isso era significativo porque os teoremas dos círculos nas plantações também continham razões diatônicas como um subproduto natural de sua geometria.

A implicação era que quem quer que tivesse feito os círculos estava intelectualmente no mesmo nível ou superior a Euclides.
Então, quase por acidente, ele descobriu um quinto teorema, mais geral, do qual todos os outros foram derivados.

Para demonstrar como é difícil conceber um teorema matemático, Hawkins apresentou esse quebra-cabeça entorpecedor aos 267.000 leitores do Science News em todo o mundo.

A ideia era desafiar cientistas e matemáticos a criar, dados os outros quatro, esse quinto teorema. Ninguém conseguiu. Um desafio adicional aos leitores do Mathematics Teacher provou-se igualmente infrutífero. Então, em 1995, uma versão do teorema apareceu, codificada neste círculo nas plantações no dia 6 de julho de 1995, em Litchfield.


*O dia 6 de julho marca o anual alinhamento zodiacal entre o Sol e Sirius3 (entre os dias 6 e 8 dos anos em curso).

Mesmo com a interessante exposição teórica do pesquisador, ele não decifrou a mensagem deste enigmático crop circle de 1995, que é bastante simples, quando consideramos a cosmologia da Terra antiga.

Considerava-se que o planeta tinha 9 camadas internas (infradimensões) e sempre cercado por uma serpente que morde o rabo, a imagem do ciclo temporal de 24 horas. Mas, por alguma razão, esta serpente abriu uma porta, uma passagem para os níveis internos do planeta, e dois de seus 24 fusos horários desaparece, criando então uma abertura, uma passagem no espaço-tempo.

Combinando então a minha interpretação com a leitura “musical” do pesquisador, chegamos à conclusão evidente de que a mesma Música das Esferas que regula a Geometria sagrada das estrelas e mundos em movimento (movimento que cria os ciclos temporais, a serpente que morde a cauda) é aquela que invade as estruturas da Terra com padrões harmônicos que, combinados corretamente, nos dão a chave de todas as portas e passagens no mundo material 3D.

Eu mesmo identifiquei muitas proporções diatônicas do padrão 3/2, o mesmo existente entre a tônica (Dó) e a sua quinta (Sol), até como uma cifra de repetição.

Podemos então transportar essa cifra específica para chaves harmônicas envolvendo as muitas camadas de um sistema, efetuando saltos de energia entre níveis sequenciais, como as camadas da eletrosfera do átomo ou as órbitas planetárias do Sol.

Seriam saltos realizados em intervalos de quinta?

Saltos orbitais e energéticos entre Sol e Sirius em variações harmônicas dentro de uma sequência musical de todas as esferas cósmicas entre Sol e Sirius?

Contemplar um universo assim, regulado por esferas, níveis e vibrações harmônicas de intervalo, seria a apoteose da Cosmologia harmônica do Universo-Onda a reunir as duas Físicas para sempre, a Física macrocósmica e a Física quântica.


As proporções diatônicas referem-se às relações de intervalos de tons e semitons que definem a estrutura da escala diatônica maior e seus modos. A escala diatônica é a base da música ocidental, formalizada a partir dos estudos de Pitágoras sobre a matemática do som.

A principal proporção que caracteriza a escala diatônica maior é a sequência específica de intervalos entre suas sete notas (mais a repetição da tônica na oitava).
Tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom.

JP em 06.01.2026

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