
A chave maia do eclipse solar no novo crop circle 2026 continuado
Isso porque ele apareceu no campo de Roundway Hill, exatamente ao lado da primeira formação do dia 11 de julho, e no mesmo alinhamento geométrico que aquela.
Provocativamente, os aliens colocaram essa magnífica representação do eclipse solar (12/08/2026) dentro de uma estrela de 13-13 pontas!
Exatamente ao lado (e alinhado) com o primeiro crop circle de Roundway, dia 11 de julho (7 dias atrás, repete o argumento 7-7 daquele crop circle).
É algo impressionante, essa retomada de mensagens depois de anos de atividade bem reduzida… com certeza já constitui mensagem só por si.
E como anunciei em vários estudos, eis o eclipse solar (o próximo é em 12 de agosto) bem do lado daquele crop circle padrão 72 que eu inclusive associei ao eclipse solar.
Dentro de uma estrela de 13 pontas.
Abaixo, o labirinto decifrado (crop circle de 16/07/2026) em 52 lances (52 é um número importante na cosmologia maia): o labirinto é o tempo, e certos comandos tem poder para abrir portais (como eclipses). Falei tudo na análise anterior (veja link final da página).

Aquele 13 da métrica 13×4 = 52.
Arcano das passagens (falei do selo 13 do calendário maia no último artigo, selo dos alinhamentos e passagens dimensionais destacado na pedra asteca do Sol).
Este crop circle dá continuidade ao primeiro deste campo, do dia 11 de julho, 7 dias depois (7 + 11/7 = 18/7)
Outra vez, o código 7.
Mas a estrela tem duas camadas de 13 pontas, o que soma 26, o argumento cabalístico do ano vigente, 2026 (sendo que YHVH vale 26 na Cabala).
E 13+13 = 26 também nos conecta ao dia fora do tempo, 25 para 26 de julho, daqui a 7/8 dias, estudado no artigo anterior, igualmente relacionado a portais e passagens dimensionais do tempo (a 4° dimensão).
Eu declarei que esse ano seria atípico por causa disso. E no que toca aos crop circles, está muito atípico.

Argumento maia
Para os maias, o céu diurno se dividia em 13 setores. O primeiro setor aparecia ao leste, a casa do nascimento do Sol, e o sétimo, ao meio-dia, ápice solar.
Era na casa 13 que o Sol se punha, “morrendo” aquele dia (o Sol passava para outro plano, o submundo, e essa alegoria era usada também no Velho Mundo ainda sem contato com o mundo pré-colombiano em seus modelos cosmológicos).
Além de 13 setores do céu, haviam os 13 céus na cobertura da Terra.
Os Treze Céus (Oxlahuntikú)
Na cosmologia maia clássica, o Universo era composto por 13 céus superiores, a
Terra no centro e
9 mundos inferiores (Xibalba)
Os treze céus eram governados pelos chamados Oxlahuntikú (“Os Treze Deuses”), relacionados com o Sol.
Bolon Tiku, os nove deuses do submundo
(relacionado com a lua).
Algumas pirâmides maias, como a pirâmide de Kukulkan de Chichen Itzá, tem nove plataformas (referência ás camadas do submundo), donde se projeta o portal (no topo) para as dimensões do Sol (13).
O fato de Sol e Lua se unirem diante destes treze céus traz um evento de destaque com poder de criar acessos ao plano dos 13 deuses. Assim, os deuses encontravam portas de acesso ao plano terrestre através destes fenômenos relatados (os astros, para eles, eram corporificações de deuses).
Antigo Egito empregava o trânsito do Sol durante a noite para ilustrar a viagem do deus Rá pelo submundo, combatendo a serpente do caos, Apophis, preservando a ordem e a regularidade dos dias ao garantir que o Sol nascesse na manhã seguinte (coisa que Apophis tentava impedir todas as noites).
O eclipse solar dentro de uma estrela de 13 pontas reforça a teoria que conecta alinhamentos planetários com a criação de passagens dimensionais, criando zonas de influência que conectam os núcleos dos astros alinhados e ativados.

A pedra asteca do Sol traz argumentos poderosos nesse campo.
No centro, o deus Sol Tonatiuh, abrindo a boca quando AS DUAS SERPENTES DE FOGO (Xiuhcoatles) se encontram na base (cabeças humanas) enquanto que o selo 13 é ativado no topo (ponto oposto ao do encontro das duas serpentes humanas).
O selo 13 do calendário maia é chamado BEN (Acatl no asteca) com o mesmo significado: cana (que transporta água).
O conceito de túnel do tempo, túnel de alinhamentos planetários (e os eclipses são os alinhamentos elementares que ocorrem todos os anos).
A conexão com o primeiro crop circle de Roundway Hill, 11 de julho, estabelece que duas entidades de energia (Sol e Lua) se encontram (alinhamento) e produzem o impacto energético 7-7, o que se relaciona com o portal central aberto.
Há uma harmonia nestes contextos, mensagens continuadas.
Fala-se do retorno de Quetzalcoatl-Kukulkan como centro da profecia pré-colombiana. E como escrevi antes, era através desses túneis cósmicos de alinhamentos planetários que os deuses desciam à Terra (e voltavam para o céu).

O Alien no portal 13
Cooks Plantation, em 23-08-2013, 13 anos atrás.
Uma face alien combinada com eclipse solar dentro de um anel de 13 compartimentos.
E na face alien, representações de uma coroa (pineal ativada) ou de um objeto (nave) em movimento).
Isso ele anunciou há 13 anos.
Vai acontecer.
Quando e onde, quem sabe?
O novo crop circle de Roundway hill 2 em detalhes.
Notem que há um trabalho de feixes trançados em pirâmide na parte externa da estrela, na parte clara dos 13 setores ao redor da estrela.
Pirâmide estrutural 6-5-4-3-2-1.
E uma pirâmide estilizada nos 13 raios da estrela.
As 13 luas
Podemos também pensar no calendário das 13 luas que cobrem o ano
(13 x 28 dias = 364+1, o dia verde, completando 365 dias). Essa análise eu fiz no artigo do crop circle do nó infinito quadrado (o labirinto do tempo), dia 16 de julho em Odstone Barn UK.
O mês começa na lua nova, e o próximo eclipse solar inicia o mês do calendário das treze luas (em 12 de agosto de 2026).
E também temos a referência ao dia verde, dia fora do tempo, entre 25 e 26 de julho dos anos, quando começa o ano novo maia.
Crop circles nestas datas eram comuns antigamente, e com certeza eles virão este ano.
Falar de 13 luas é algo genérico dentro da contagem dos calendários. O eclipse solar pontua algo mais específico e localizado dentro da mensagem deste crop circle.

A profecia do Chilam Balam e o eclipse dos deuses
O Chilam Balam é o nome dado a um conjunto de manuscritos maias escritos na península de Yucatán durante o período colonial (principalmente entre os séculos XVII e XIX), mas que preservam tradições muito mais antigas da civilização maia. Eles são uma das fontes mais importantes para compreender a religião, a cosmologia, o calendário, a história e as profecias dos maias iucatecas.
O Chilam Balam menciona repetidamente sobre o Oxlahun Lahun tiku como a deidade treze (ou treze deuses do céu) e Bolon Tiku como deidade nove (ou nove deuses do inframundo).
Tiku (deus), Oxlahun (treze), Bolon (nove).

Sua estrutura difere em alguns contextos.
Os treze céus são vistos tanto como camadas sobrepostas quanto setores do céu por onde o Sol viaja durante o dia (Leste casa 1, Meio-dia casa 7 e Oeste casa 13).
Algumas profecias antigas deste manuscrito maia fala em alinhamentos entre os trezes céus e os nove pisos do submundo através de eclipses, criando assim pontes de conexão entre a Terra e o céu.
Uma delas diz textualmente (relacionada ao Katun 13-Ahau):
“… o 13 Ahau é o tempo em que se juntarão e coincidirão o Sol e a Lua. Será noite e ao mesmo tempo o amanhecer de Oxlahun Tiku, deidade treze, e de Bolon Tiku, deidade nove. Será quando crê fará renascer Itzam Cab Ain, Bruxo da água-terra-crocodilo, vida perdurável na Terra.
Se derrubará o céu e se volteará a Terra, retumbará Oxlahun Tiku deidade treze”.
O 13-Ahau pode ser visto como uma marcação do tempo (dia) em que, dentro do Tzolkin de 260 dias, ocorrerá tal eclipse profético, ligando os dois mundos e invocando antigas divindades do universo.
O mesmo selo 13 (Acatl) alinhado na pedra do Sol (com as duas serpentes e o Sol central) aparece nos mitos maias sob um contexto paralelo, associado também a eclipses (alinhamentos) e portais de acesso dos deuses.

Xolot, o irmão gêmeo de Quetzalcoatl
Xolotl, o deus cão do submundo (o guia) é irmão gêmeo de Quetzalcoatl nos mitos pré-colombianos.
Assim, Xolotl estaria ligado a Bolon Tiku (deus lunar do submundo) e Quetzalcoatl, o rei solar dos 13 céus.
As lendas acrescentam que Quetzalcoatl desceria à Terra para se reunir ao seu irmão Xolotl, e que este lhe serviria de guia na descida ao submundo, dentro da missão de resgatar os ossos da velha humanidade do Quinto Sol finalizado para poder iniciar a nova humanidade do Sexto Sol.
Eles podem ser associados àquelas serpentes gêmeas de fogo se encontrando na base da pedra asteca do Sol diante de alinhamentos proféticos (2012) e portais do tempo acionados.
Existem inclusive interpretações iconográficas em que Xólotl representa o Sol em seu percurso pelo submundo ou seu obscurecimento durante um eclipse, enquanto Quetzalcóatl simboliza seu renascimento após a travessia.

Os dois irmãos simbolizam uma polaridade fundamental:
Quetzalcóatl – Xólotl
Céu – Submundo
Luz – Escuridão
Vida – Morte
Estrela da manhã – Estrela da tarde
Ascensão – Descida
Criação – Transformação
Essa lenda e os modelos da cultura pré-colombiana (maia e asteca especialmente) vem sendo usados há décadas por crop circles relacionados ao símbolo de Vênus (o Pentagrama) modelos de eclipses e calendários.
Há anos que crop circles com o tema eclipse 13 e portais vêm sendo anunciados.
É certo que os deuses mencionados acionarão portais em datas adequadas.
Só não sabemos quando, porque em todos os anos, temos eclipses e alinhamentos.
Aqui, a publicação que fiz no dia do crop circle de 11/07 ao lado do qual apareceu o segundo, onde associo a chave com eclipses e portais. E de fato, este eclipse 13 ao lado do crop circle no mesmo campo, 11 dias depois, dá uma confirmada geral nas análises.

O próximo Eclipse solar (astronomia)
O eclipse solar total de 12 de agosto começará começará na costa norte da Sibéria (Península de Taimyr, Mar de Laptev), inicialmente se movendo de sul para norte. Após realizar um amplo arco pelo Oceano Ártico, aproximando-se do Polo Norte a poucas dezenas de quilômetros de distância, onde 98,6% do Sol estará oculto, a rota mudará de direção para o sul. Continuará então pelo nordeste da Groenlândia, seguindo em direção leste até alcançar o ponto máximo ao largo da costa noroeste da Islândia. Posteriormente, cruzará o Atlântico Norte, chegando ao norte da Espanha durante a noite local e concluindo ao pôr do sol nas Ilhas Baleares.
Ele terá seu momento de escuridão máxima por volta das 17:46 GMT (14:46 no horário de Brasília. O ápice do eclipse solar ocorrerá no Oceano Atlântico Norte, a leste da costa noroeste da Islândia.
Posteriormente, teremos um eclipse lunar parcial entre 27 e 28 de agosto (no Brasil) e poderá ser visto em nosso país.
E seu ápice se dará às 01h12 da madrugada.
O eclipse solar de agosto projetará escuridão total por cerca de 6 minutos, considerado um dos eventos astronômicos mais aguardados da década.
Ele acontecerá diante da constelação de Leão (o rei anunciado em algumas mensagens crop circle?)

O rei Jesus Cristo? (lembrando que os mitos relacionados a Quetzalcoatl, divindade de Vênus, são muito paralelos com os modelos cristãos, descida ao submundo, ascensão ao céu, resgate dos mortos etc).
O ano 2026 mostrando-se atípíco.
Amanhã 19/07 é possível vir novo crop circle, num roteiro acelerado de mensagens diante de algo por vir.
Concluindo
Não acredito, diante do exposto, que o deus Quetzalcoatl baixará na Terra em naves. Para mim, ele se prepara antes para um encontro pessoal com seu irmão gêmeo, cruzando algum portal.
Ele vai fazer isso, está dando todas as indicações e mensagens a respeito.
Talvez esse irmão esteja em algum lugar, recebendo todos esses chamados.
E é certo que esse encontro acontecerá não nos palcos do mundo, mas no retiro dos deuses.
Veremos porém os efeitos de tudo em ação na Terra.
Mas as causas acionadas por Oxlahun Tiku e Bolon Tiku permanecerão em oculto.
Vai acontecer, está acontecendo e mudará as coisas.
Paralelos com as duas testemunhas do Apocalipse e o encontro dos gêmeos e da profecia hopi, e os gêmeos salvadores Xbalanque e Huhnapu dos mitos maias (Popol Vuh), são todos pertinentes.
A figura dos Gêmeos Heróis presente em diversos povos indígenas das Américas.
Todos estes elementos são desdobramentos da grande profecia maia de 2012 que fala do retorno dos deuses e da reconstrução da humanidade no final do Quinto Sol, passagem para o Sexto.
Desdobramentos que você jamais imaginou ou conheceu (porque distorceram muita coisa daquela profecia do calendário maia em 2012, ficando desacreditada para muita gente). Mas a profecia ainda está em curso e o encontro dos gêmeos de Vênus é parte vital de tudo isso.
JP em 18.07.2026

Conexões Roundway Hill com outros crop
circle 2026
No dia 03 de julho, algo similar ao par de crop circles Roundway Hill acontece, porque dois crop circles foram dispostos lado a lado no mesmo campo de Alfred’s Castle, vinculando temas e mensagens entre si.
Vemos um pictograma estilo eclipse solar (alinhamentos) de um lado, e um modelo do Sol central com órbitas planetárias de outro. Claramente uma informação de natureza astronômica sendo indicada aqui.
Esse Sol central com órbitas também parece desenhar as curvas internas de um TÚNEL (wormhole, alinhamentos).
Oito dias depois, o primeiro crop circle Roundway Hill trouxe a chave 7-7 do portal de energias, e quinze dias depois, o segundo crop circle Roundway hill trouxe o modelo do eclipse (o mesmo de Alfred1s castle) dentro da estrela dupla de treze pontas (outra forma de ilustrar a relação com portais 1+3 = 4 e alinhamentos cósmicos).
Essa é a forma correta de se interpretar crop circles, nunca isoladamente, mas em combinações dentro de uma mesma (ou até outras) temporada, como peças de um enorme puzzle que aos poucos revela sua imagem completa.
Estou inteiramente certo de que virão novos crop circles (até o dia 12/08) insistindo no tema.

Novas conexões surgem quando comparamos o pictograma de 29 de abril, lá no começo da temporada, com o primeiro modelo de eclipse/alinhamento surgido em 3 de julho. Trata-se de uma mesma ilustração referente ao fenômeno do eclipse solar adiante. Eclipses são comuns, todos os anos temos eclipses solares e lunares, e mesmo que a ciência oficial não esteja habilitada a detectar, eles sempre produzem oscilações temporais sutis abalando as rígidas estruturas dimensionais (diminuindo a densidade entre as terceira e quarta dimensões).
Isso explica o grande interesse de muitas culturas antigas em medir e até prever, com seus monumentos alinhados, eclipses e outros eventos astronômicos, justamente para melhorar o seu contato dimensional com os deuses!

Eis o conceito!
Combinando Roundway Hill 1 + Roundway Hill 2, com o primeiro dentro do segundo, visualizamos a causa (eclipse solar) e o efeito (portal 7-7) acontecendo no mundo.
Etimologia curiosa do local
Round = redondo, circular, em volta.
Way = caminho, via, estrada
(O eclipse circular criando um caminho, uma via, uma estrada)
JP em 19.07.2026
Veja também:







