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Vírus, uma forma mental invasora?

“Vírus (do latim virus, “veneno” ou “toxina”) são pequenos agentes infecciosos, a maioria com 20-300 nm de diâmetro, apesar de existir vírus gigantes de (0.6–1.5 µm), que apresentam genoma constituído de uma ou várias moléculas de ácido nucleico (DNA ou RNA), as quais possuem a forma de fita simples ou dupla. Os ácidos nucleicos dos vírus geralmente apresentam-se revestidos por um envoltório proteico formado por uma ou várias proteínas, que pode ainda ser revestido por um complexo envelope formado por uma bicamada lipídica.

As partículas virais são estruturas extremamente pequenas, submicroscópicas. A maioria dos vírus apresenta tamanhos diminutos, que estão além dos limites de resolução dos microscópios ópticos, sendo comum para a sua visualização o uso de microscópios eletrônicos. Vírus são estruturas simples, se comparados a células, e não são considerados organismos, pois não possuem organelas ou ribossomos, e não apresentam todo o potencial bioquímico (enzimas) necessário à produção de sua própria energia metabólica. Eles são considerados parasitas intracelulares obrigatórios (característica que os impede de serem considerados seres vivos), pois dependem de células para se multiplicarem. Além disso, diferentemente dos organismos vivos, os vírus são incapazes de crescer em tamanho e de se dividir. A partir das células hospedeiras, os vírus obtêm: aminoácidos e nucleotídeos; maquinaria de síntese de proteínas (ribossomos) e energia metabólica.”
Wikipédia

Ora, se os Vírus não são considerados organismos, o que são?
Formas mentais invasoras.

Imagine um paraíso hipotético, onde os seres não apresentam doenças, porque na sua esfera vital, não existem essas formas invisíveis e invasoras chamadas de virus ou bactérias.
Se existirem gérmens, são aqueles gérmens benéficos que fazem parte da biologia natural, porque, se não existem doenças, é porque não existem formas mentais doentes nessa dimensão, o que significa não existirem virus e nem bactérias portadoras de doenças.

Qualquer virus é uma forma mental pura que, por vezes, encontra suporte em animais (geralmente animais próximos do contato humano, da alimentação humana, como foi com este coronavírus- morcego, e o H1N1 – porco, etc)
Os animais fizeram um tipo de ponte entre essas formas mentais invasoras e a biologia humana.

Mas o hospedeiro ideal é o homem, tanto que os animais, via de regra, não são atacados por estes vírus.
Pelo menos, não da mesma forma.

Então, o vírus, não considerado um organismo, é uma forma mental invasora e parasita, que assume essa constituição genética que os habilita a vampirizar a energia das células do corpo saudável.

Basicamente, os vírus são moléculas de DNA revestidas.
E o DNA, o que é? Códigos mentais transformados em sequências moleculares que o organismo interpreta como comandos biológicos. E quem ou o quê interpreta o DNA, senão que a mente encarnada no corpo?

Fica claro que todas essas doenças começam a partir de estados mentais negativos da humanidade, que assumem então forma virótica e bacteriana.

Uma analogia interessante são os vírus de computador.
Quem os fez? Uma mente criminosa e desocupada com péssimas intenções…

Pelo que vale cada vez mais este conselho: energia mental limpa, pura, positiva, é parte fundamental do tratamento. Porque todos os defeitos da natureza humana começam a partir de estados mentais negativos alimentados por emoções igualmente negativas, as quais, com o tempo, assumem forma e vida na nossa energia vital, e a partir de um único hóspede humano, podem infectar todo o planeta, por ressonância com os mesmos valores mentais e emocionais negativos… se virus significa “veneno”, não existe veneno mais letal do que aquele criado por maus pensamentos.

Todas as nossas doenças começam a partir de estados mentais doentes e doentios.

Não precisamos de nenhuma teoria conspiratória de guerra biológica premeditada. Nós mesmos temos arsenal suficiente em nossa mente pervertida para nos destruir, para nos extinguir da face da Terra.

JP em 26.03.2020

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