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Universo e Ilusão

“A realidade existe, mas não da forma como olhamos para ela”!

Aí fica perfeito.

E mais uma vez, esta concepção de Universo-Ilusão não é novidade alguma, como alguns modernos estudos científicos pretendem alegar como idéia nova e original, porque os místicos do Hinduísmo chamavam essa concepção subjetiva do Universo de Maya, a Grande Ilusão. Teias sobre teias sobrepostas, e tudo o que vemos são superposições de realidades subjetivas, ou irrealidades objetivas.

Por isso, declarar que tudo o que existe é tudo o que vemos, eis o absurdo.
Eis o erro permanente de todo ceticismo cuja base é 3D.

E a Física está cada vez mais perto de provar isso. A questão das múltiplas dimensões, que podem esconder múltiplas formas de vida.

Até Fadas!!!

A própria Teoria da Incerteza pode entrar nesse modelo, porque a configuração estranha e perturbadora das partículas subatômicas pode realmente manifestar uma grande miragem ou ilusão observacional.

Podem até existir outras realidades para o átomo, em seus domínios tão profundos e difíceis de serem observados, mas que, para o grau da nossa observação, apareceriam então daquele jeito.

Uma espécie de Teoria que pretende ser a continuação da Relatividade de Einstein para domínios mais amplos. A nossa realidade é que deixa de existir quando não olhamos para ela. Não “a Realidade”. Isso é bastante relativo.

E dentro de um Universo unificado, nada mais lógico do que prever que o observador interage sempre com o objeto observado. Isso acontece em todas as partes do Universo, porém, somente nos domínios quânticos é que podemos mensurar tais efeitos singulares.

Mas, por exemplo, a partir do momento em que eu começo a observar uma árvore, a árvore também passa a me observar, e o comportamento dela muda. Então, a árvore muda em algo depois que eu passei a observá-la, supondo aqui uma interação, e a sua realidade muda também.

As realidades são em si mesmas subjetivas, porque mudam de instante a instante quando interagem entre si. E todas elas convergem para aquela Grande Realidade existente, que é a Realidade-Deus de todas as coisas Unidas, Indiferenciadas, em estado puro e Absoluto antes de sua expressão material em todos os campos.

Me parece que o Universo foi fragmentado por Deus para fortalecer os liames do AMOR, obrigando então as partes separadas a se procurarem, a interagirem, para então, no retorno ao UM original, retornarem, cada uma destas partes, mais fortes, sólidas e conscientes da LEI DO AMOR QUE REGE TUDO, DESDE O PRINCÍPIO.

É como se todos os seres individuais precisassem retornar ao TODO necessariamente conscientes desse comportamento do Todo, que é Deus no exercício da Lei do Amor. Esta é a religião donde saiu todas as outras.
O simples e puro exercício do retorno consciente ao Amor, ao Todo, a Deus.

Então, no final das contas, se tomamos que as realidades subjetivas deixam de existir perante a Grande Realidade Onipresente e Absoluta, então a Teoria de alguns cientistas nessa direção do Universo ilusório é pertinente.

Porque o conceito de Ilusão (Maya) é algo que não existe.

E os místicos falaram isso há milênios e milênios atrás sobre o Universo que nos rodeia. Apenas exercitando os poderes da mente com percepções além dos cinco sentidos.

Como diria a sabedoria popular: “Nunca confie nos olhos. Eles sempre nos enganam!”

E aqui estamos todos nós, na maior das escolas nesse sentido.

A Relatividade abocanha a Física Quântica. A Incerteza é pura Relatividade.

Einstein não viveu tempo o bastante para pressentir que ele teve a resposta todo o tempo.
Mas acredito na reencarnação e na sua volta para acabar o que começou.

Se é que isso tem fim…

A casca final que nos separa da Grande Realidade é feita de Cordas vibrantes e oscilantes. O Universo começa (Big Bang) como uma orquestra afinando os seus instrumentos antes de executar a Grande Partitura, aquela que promove a Sinfonia Maior que vai sustentar a marcha das estrelas. Antes, partículas caóticas, instáveis, eram instrumentos se afinando para começar a partitura.

E quando as cordas se afinam, a orquestra começa a peça, com suas pausas, seus crescendos, seus adágios e seus prestos. Para terminar num acorde final, que repete o tom inicial da partitura. E antes de pensarmos em partitura, temos que lembrar que alguém a compôs. Então, o Universo é fruto de seres conscientes. Isso não é Misticismo. É Física do Pensamento. É Corda do Coração.

A ciência quântica não é o último estágio da Física. Temos ainda as cordas. Elas precedem o comportamento quântico do mundo subatômico. Mas como ainda os aceleradores de partículas não as encontraram por trás das partículas estouradas, então, por ora, tudo ainda é teoria. Mas uma teoria que já foi enunciada a milhares de anos por mentes que viram além das partículas, na dimensão zero.

são muitas teorias, e cada vez mais diferentes entre si, para um único Universo e uma única realidade. Mas até isso, é dado que confirma a teoria do tópico: cada qual vê o universo segundo a teoria que melhor lhe apresenta, mas a Realidade ainda é Nada disso. Porque ainda estamos vendo a casca. 


E a casca das coisas, para cada olho, se apresenta de um jeito.
Eis a Relatividade. No final, Einstein estava mais perto da Realidade ao dizer que tudo era Relatividade. Até a Quântica é relatividade pura.

A confusão está justamente quando fragmentamos o Conhecimento que, originariamente, era uma entidade unificada, aplicada sobre todas as partes do Universo compreendidas numa Interação. Uma coisa é Misticismo. Geralmente quem rotula o Conhecimento Espiritual de Misticismo é ateu ou nunca teve uma experiência espiritual transcendental.

Mas o conhecimento era comparado a uma Árvore, na antiguidade. A Árvore do Conhecimento, e podemos entender que os ramos diversos do conhecimento são os galhos desta árvore, partindo para direções diferentes, mas todos eles sustentados por um mesmo tronco, e este tronco mantido por uma mesma raiz.

A raiz do conhecimento é a consciência do homem. Foi daí que o conhecimento começou a ser construído, assumindo diferentes direções com o tempo. Na minha opinião, a confusão só aparece quando a gente desmembra as partes desta árvore e tenta entender o Universo sem considerar o espírito atuando na matéria, e o pensamento na forma. Bem como a observação na onda que se observa.

A idéia da Integralidade das partes ativas do Universo é a concepção mais bela e exata desse conhecimento original na objetiva da consciência. Fragmentar tudo isso é o que está trazendo confusão e caos. Por exemplo, a Psicologia separada da Medicina, e de modo geral, a ciência da fé.

Tudo funciona de modo coeso, interligado, mas para os cinco sentidos, aparece como que separado. E isso também está contido na teoria do Universo ilusório, e que ele não é como a gente vê, isto é, existem outras realidades operando por trás da subjetividade dos cinco sentidos. Naturalmente, que as disciplinas são estudadas em separado, dentro de certa medida, mas é preciso encontrar o elo de ligação entre elas, senão a confusão se instala.

A confusão está na separação, não na unificação. O não esclarecimento das coisas aparece quando vemos tudo separadamente. E esta é outra ilusão assumida pelos cinco sentidos no universo das aparências.

Ps: a Teoria das Cordas (ou Supercordas) é a prova maior desta visão unificada do Cosmos, e que, partindo da Física em sua última instância de análise observacional, compreende o Universo inteiro saindo de uma singularidade vibracional. Não pode haver uma origem mais simples e mais uniforme para todas as coisas diferenciadas do que esta. Um simples ponto que vibra, produz feixes de ondas e concebe todas as coisas. Um simples ponto de consciência original, a matriz de tudo, O Big Bang.

Não é difícil compreender que a Diversidade tenha saído da Unidade, isso é um dado impessoal.

A visão da ciência busca a unidade das coisas da mesma forma que um arqueólogo que, desenterrando ossos, procura por todas as peças para reunir numa coisa só, chamada esqueleto, a partir do qual, e somente do qual, poderá ter a visão final do que realmente se trata aquele monte de peças (ossos) que, separadas, não são coisa alguma. Os ossos separados são as disciplinas. O esqueleto é o conhecimento, sem divisões, embora com setores. Mas tudo organizado num conjunto original pré-estabelecido.

Essa parte da teoria é minha: a origem das cordas são os pontos que vibram.

Na verdade, cordas oscilam. Pontos/núcleos pulsam, ou vibram, e geram as cordas.

Pontos conscientes e dotados de vida, chamados de MÔNADAS pelos antigos iniciados da Grécia, sob as asas do deus Pitágoras!

 

JP em 13.02.2019

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