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Teorias cosmológicas em evolução

A ciência moderna já subiu os três degraus fundamentais que nos aproximaram um pouco mais da Cosmologia Harmônica do Universo Onda. Só falta um degrau para que alcancemos o patamar do Universo Musical de Pitágoras…e curiosamente, o que pensávamos andar para frente, na verdade voltou ao ponto de partida.
No Princípio era o Verbo, a Palavra, a Música, o Som…
Em vez de Einstein, vou começar evocando o exemplo de Isaac Newton, e a experiência da maçã, alguns dizem que foi real, outros mito.

Se a pessoa conseguir pegar o fruto da experiência (literalmente aqui, a icônica maçã de Newton) e transportar para uma idéia que, da esfera de experiência pessoal, tenha abrangência global, ou em outras palavras, possa ser testada e reconhecida como uma nova lei da natureza, eis a descoberta que alavanca a ciência para cima.

 

E elas começam de experiências pessoas e reflexões individuais.

Mas veja, no caso de Newton, a idéia era tão gigantesca (gravitação universal) que ele teve que inventar um novo tipo de cálculo para ela.
Já no caso de Einstein, ele teve que acessar a complexa geometria diferencial de Riemann  para compreender a mecânica da Relatividade em ação nas grandes massas e a distorção do
espaço-tempo.
(Georg Friedrich Bernhard Riemann (Breselenz, Reino de Hanôver17 de setembro de 1826 — Selasca, Verbania20 de julho de 1866) foi um matemático alemão, com contribuições fundamentais para a análise e a geometria diferencial). 

 

Na questão da Cosmologia harmônica, creio que vamos para o mesmo caminho… será preciso uma nova leitura e interpretação do universo harmônico vibrando na raiz de todas as coisas, para que possamos entender aquela velha Música das Esferas ainda soando nos ouvidos dos gênios, sábios e santos de todos os tempos!!!

 

O próprio Einstein, com seu violino (Lina) e seu amor por Mozart e Bach, argumentava que, na sua interpretação de um universo mais simples, ele deveria se resumir a regras matemáticas e notas musicais… o que sempre nos traz de volta a teoria da Música das Esferas, desde Pitágoras…

 

Newton descascou uma camada da cebola e viu a gravidade reinando. Depois veio Einstein e descascou outra camada da cebola e viu a Relatividade. E antes deles, Galileu já deslumbrava-se com a matemática e a ordem reinando no Universo móvel, e se ele se tornou o pai da ciência moderna, bem como da física e da astronomia modernas, com justiça esse título lhe cabe, porque desenvolveu todo o cenário da experimentação como base da ciência da observação (das leis que regulam a ordem das coisas).

 

Mas, e quando os instrumentos de observação são limitados, não serão também limitadas as experiências que abram campo para novas formulações teóricas? Não precisaremos sempre de melhores olhos e melhores OUVIDOS para saber mais?

Agora, quem descasca essa nova camada da cebola, o que verá?
Ou melhor, o que OUVIRÁ?

 

E até o vácuo pode ser questionado dentro dessa nova estação do trem. Ora, os planetas e as estrelas não tem matéria entre elas, porém, ondas gravitacionais se propagam, então existe um meio aí. Se ondas se propagam, um meio existe. A própria constituição do sistema solar subentende todos estes objetos ligados por forças.

 

Se é matéria escura ou tecidos dobrados de espaço que permeiam esses falsos vácuos, este é mais um ponto a ser desvendado.
E, definitivamente, não há vácuo algum lá em cima, e sim, um Universo em movimento musical contínuo… me perdoem os surdos.
E daí, pular para o universo das cordas vibrando entre os mundos, ainda que separados por enormes distâncias, não será difícil, porque estas cordas devem vibrar junto com a gravidade, que também oscila e percorre o vácuo…
A gravidade ainda pode surpreender e muito se alguém um dia demonstrar que ela procede de uma corda íntima do núcleo da estrela se esparramando ao redor, distorcendo o tecido por onde passa.

 

Aliás… não é este o exemplo da pedrinha atirada na face das águas?

 

Realmente Einstein não criou aquela geometria, ela já existia nos meios matemáticos do seu tempo, e nesse ponto, Newton foi mais desbravador, descobriu o novo astro e construiu o novo telescópio para demonstrá-lo ao mundo. E também inventou a nova matemática para argumentar sobre a nova lei que acabara de descobrir, chamada Gravitação Universal, o laço que une todas as coisas e imprime movimento ao Universo Onda (que é a realidade final da Cosmologia Harmônica, a camada central daquela cebola).

 

E se a Gravidade é a força suprema nestes rincões de universo, naquelas outras praias, o que rege tudo é Ressonância. Porque se aqui tudo tem massa e peso, lá, tudo tem som, corda, nota, vibração e musicalidade…

E aquela nova mente brilhante que chegar e ouvir o acorde final desta Cosmologia, este será, verdadeiramente, o verdadeiro Crononauta do nosso tempo, desbravando, como Colombo, as terras virgens da Quarta Dimensão além do mar-oeste de tudo o que é conhecido e definido pela ciência 3D moderna, e que não será mais…
JP em 05.05.2019

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