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Ta Khut, a Morada da Luz

 

Ta Khut, esse era o nome original das Pirâmides (pirâmide vem do grego) no idioma egípcio antigo.

Em arquitetura, uma pirâmide (do grego “p??aµ??” – pyramis ou pyramidos) é uma estrutura onde as superfícies exteriores são triangulares e convergem para um ponto.

“pyramidos”, cujo prefixo “pyra” significa fogo, luz ou visível e “midos” que significa medida.

A Medida do fogo, a medida da luz.
Qual fogo, qual luz?
O fogo comum das lareiras, a luz comum do Sol?

Não e não.

A Morada da Luz que, em sua geometria pura e em sua localização perfeita, como montanha artificial ligando a Terra ao céu, ponte dos deuses e escadaria dos espíritos, realizavam esse matrimônio alquímico entre as energias telúricas terrestres e as forças estelares, cósmicas, celestiais, retratado isso no casamento místico entre a Terra (Geb, o deus) e o céu (Nut, a deusa).

Este Hieros Gamos tinha na pirâmide o seu templo de realização, e entendemos a expressão do simbolo como algo muito superior. Um artefato realmente capaz de fundir as duas emanações num plano intermediário, que se localiza na Quarta Dimensão, onde a Luz referida se encontrava, concentrada, e não a mera luz eletromagnética, mas outra… a Luz do éter antigo, que é o quinto elemento, o ponto de apoio para as realizações mágicas dos antigos.

Um fluido, um tecido ondulante ou uma entidade própria daquele mundo do Hiperespaço, e em vão tentaram os cientistas modernos localizar, medir ou simplesmente detectar uma entidade que não pertence a esta dimensão de quatro elementos ou quatro estados da matéria:

1. Fogo, o estado plásmico da matéria, as taxas mais elevadas de vibração de calor das partículas, ao ponto de romperem com toda forma molecular, vibrando então em manifestação caótica pura, grau zero de ordem. Mas é o mais energético dos elementos, energia livre em alto grau, capaz de realizar fenômenos eletromagnéticos, como luz e radiação.

2. Ar, o estado gasoso da matéria, taxas menores de calor, mas ainda elevadas, moléculas de gás vibrando em expansão caótica, porém subordinadas a fenômenos de regularidade na natureza, como os ventos.

3. Água, o estado líquido da matéria, taxas bem menores de calor, moléculas deslizando umas nas outras, com características de fluidez e viscosidade.

4. Terra, o estado sólido da matéria, as menores taxas de vibração calórica de suas partículas, de modo a formarem estruturas fixas e com arranjos geométricos harmônicos, regulares.

Cada estado da matéria confere a ela seu leque de propriedades, características e atributos.

E o quinto elemento?

Nele não há mais caos ou vibrações de calor regendo a temperatura das coisas, mas não se trata de temperatura zero (nula) e a solidificação absoluta da matéria, e sim, de uma outra natureza de vibração, não mais calórica, porém, harmônica.

Imagine todas as partículas de um elemento vibrando numa mesma direção, num mesmo plano, numa mesma ordem, faixa e campo de oscilação? Sem colidirem umas com as outras, mas vibrando juntas como limalhas num fluxo magnético.
Partículas inseridas num fluxo musical… submetidas à própria tônica maior do planeta ou sistema cósmico que as abriga, num contínuum de oscilações que cria incríveis e totalmente desconhecidas dessa forma nova de matéria.

Por tal razão é que os antigos atribuiam importância capital ao Som (Verbo) no universo dos fenômenos ocultos.

Porque sabiam que, se aqui, no plano 3D, a tônica das coisas é o calor, lá, no plano 4D, a tônica é outra: é a Harmonia, o Som, a Palavra, e subordinado a eles, a Geometria Sagrada.

Porque o Som geometriza.

E Ta Khut, a Pirâmide, é a forma das formas, é o diamante dos sólidos, é a casa da luz, cujas proporções atraem NATURALMENTE elevadas quantidades de Quinto Elemento, transformando-as em espaços de ressonância cósmica.

Sua forma com base quadrada e com faces triangulares, voltadas exatamente para os pontos cardeais, e convergindo para o núcleo-esfera que havia no vértice superior, representando o mundo celeste, tem o esquema de uma tecnologia que realmente era capaz de recolher os quatro princípios elementais (energéticos) dos quatro pontos da Terra, e concentrá-los em seu útero de pedra, com a finalidade de captar ao máximo a energia telúrica disponível antes de combiná-la com a radiação cósmica (energia cósmica), criando assim seus incríveis e incontáveis prodígios, desde portais até sinalizações de comunicação com outras pirâmides de mundos distantes, como uma rede de sinalizadores em contínua conexão.

Era ela o verdadeiro ponto de apoio para a alavanca que pretende elevar UFOs ou Espíritos ao céu, pelos conhecidos atalhos do Hiperespaço, rompendo todas as regras, caminhos, tempos e forças do mundo 3D, o exílio dos anjos que perderam suas asas e esqueceram como se voa… porque não sabem mais como aplicar a “medida da luz” da pirâmide em si mesmos, sem saber que a pirâmide é uma réplica deles mesmos, ou de todo ser do mundo material em constante laço com o Universo…

JP em 07.06.2019

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