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Saltos Cósmicos

A analogia entre os sistemas do Universo é uma realidade. Realmente procede que o Criador partiu de um Modelo original comum para criar todas as coisas e, respeitando as devidas proporções com suas próprias escalas de tamanho e energia envolvidas, uma coisa é certa: o Universo harmônico se replica desde os átomos até as grandes galáxias.

É com esta base que me permito idealizar a realidade dos Saltos Cósmicos, estes que as naves do universo efetuam por meio de Wormholes, acompanhando a analogia do mesmo salto quântico que elétrons realizam entre suas órbitas, pegando minúsculos atalhos sem precisar percorrer todos os espaços de separação daquelas camadas da eletrosfera, e tudo o que fazem é mudar a frequência-padrão que regula cada órbita específica.
Para mudar essa frequência, alterações precisas de energia são realizadas, e quando a nova frequência é acionada, o salto acontece. Transporte-se esse conceito aos domínios do Universo, quando planetas e estrelas se organizam na mesma métrica, ou seja, em sistemas orbitais igualmente regidos por frequências que padronizam cada órbita de onda estacionária (movimento fechado) e dispostas matematicamente por uma série numérica de equação bastante simples *conforme a Lei de Titius-Bode, e temos o modelo do salto cósmico ou atalhos espaciais em grande escala, para teletransporte de naves.

Destaco agora duas passagens importantes da Bíblia que podem nos ampliar a compreensão de tudo isso:

1) A escadaria na visão de Jacó

“E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar.
E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;
E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência;
E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra;
E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado.
Acordando, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.
E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus.
Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela.
E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz.”
Gênesis 28:11-19
Detalhe: o nome anterior da Cidade era Betel ou Bit-Al, que significa A CASA DE DEUS.

2) A ascensão de Moisés na Montanha Sagrada

“E aconteceu que, ao terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos sobre o monte, e uma espessa nuvem, e um sonido de buzina mui forte, de maneira que estremeceu todo o povo que estava no arraial.
E Moisés levou o povo fora do arraial ao encontro de Deus; e puseram-se ao pé do monte.
E todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente.
E o sonido da buzina ia crescendo cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia em voz alta.
E, descendo o Senhor sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou o Senhor a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu”.
Êxodo 19:16-20

Repare na relação: Moisés sobe a Montanha, sob o som de uma persistente trombeta, enquanto “Deus” desce ao seu encontro, numa nuvem fumegante, e todo o monte fumegava e trovejava.

Não parece um encontro extraterrestre ou com a divindade, na subida de uma montanha? Mas será que essa subida não é, na verdade, uma subida de frequências do corpo de Moisés, fazendo-o passar para outra dimensão, onde se encontra “Deus”? Passar para outras dimensões pela simples mudança do padrão de frequência me parece, com toda certeza, o caminho mais prático e inteligente da viagem pelo universo.

Juntando os dois textos, dentro de uma visão unificada, percebemos que o céu ou o Universo (com ou sem espíritos, com ou sem ETs) é organizado em camadas, em degraus, e que a mudança de camada ou degrau se efetua por mudança de frequência – o som da trombeta aumentando, não só de intensidade, mas de frequência, passando o corpo de Moisés para outra dimensão (ele sobe) ao encontro de Deus (Ele Desce). Isso porque o templo, a pirâmide, a Árvore no eixo do mundo e a montanha sagrada cumpriam, todos, o mesmo papel de pontes de ligação entre a Terra e o céu na visão dos antigos. Cumpriam o papel de PORTA DOS CÉUS, que dava então acesso à Casa de Deus e as muitas moradas do Pai.

Moisés sobe na montanha com a elevação da frequência da trombeta, e ao mesmo tempo, “Deus” ou o Senhor IHVH em sua nave-nuvem brilhante, desce, e eles se encontram como que numa dimensão intermediária entre a Terra e o céu,representada pelo cume da montanha. Houve certamente aqui um deslocamento dimensional movido por frequências, de ambos os lados, tanto de quem desce de uma dimensão/nível, como de quem sobe de uma dimensão/nível, dentro de um mesmo sistema considerado.

A Lei de Titius-Bode previu com grande precisão estas camadas orbitais cósmicas, através de uma equação bastante simples, e esta relação era escrita como
r = 0,4 + 0,3 (2n) onde n = 0, 1, 2,….

O sistema solar é composto por níveis orbitais planetários, e isso foi retratado no Gênesis como o céu composto de uma imensa escadaria. Todos os sistemas cósmicos, estelares e mesmo galácticos, a partir do núcleo central e a maré gravitacional se propagando em ondas pelo tecido do espaço-tempo, são assim compostos destes níveis orbitais gravitacionais, à semelhança da própria eletrosfera atômica.

Da mesma forma que os elétrons efetuam saltos quânticos entre estas órbitas, ao ganhar ou perder energia, SEM PERCORRER DISTÂNCIAS ESPACIAIS (atalhos, minúsculos buracos de minhoca), não os planetas (massas muito grandes para tanto) mas naves operando nestes espaços orbitais, manipulando energias que produzam então frequências alinhadas com determinados níveis orbitais planetários poderiam saltar, por exemplo, do espaço orbital de Mercúrio para o de Saturno, ou mais ainda, considerando os mesmos níveis orbitais entre estrelas próximas, saltar do nível orbital do Sol para o de Sirius, dentro da nossa Galáxia e, portanto, na mesma rede gravitacional disposta sobre o Espaço-tempo.

Tudo com base em ajustes de frequências que se relacionam a tais níveis orbitais, em saltos quase INSTANTÂNEOS que facilmente podem ser caracterizados por aqueles atalhos chamados de Buraco de Minhoca. Isso seria uma forma de controle da gravidade aplicada ao conceito do Hiperespaço, onde os fenômenos harmônicos (vibrações, frequências) tem nota predominante. Aliás, trata-se de uma visão que definiria o Universo todo numa tábua de escalas e frequências, se tornando completamente dobrável e penetrável, em termos de espaço e tempo relativos, quando se é capaz de manipular a energia da gravidade e operar com frequências alinhadas.

Um grande mapa harmônico do Universo é tudo o que os ETs precisariam para se locomover em todas as partes, usando o Salto Cósmico, que atravessa distâncias sem percorrer o espaço, e numa demanda baixa de energia.

Parece-me que todo o Universo está ligado entre si dessa forma, e todos os sistemas, operando em padrões análogos, replicados uns sobre os outros, podem então ser visitados na forma de saltos ou atalhos, para os quais todo conceito de espaço, distância, tempo e massa realmente se tornam relativos. Isso seria uma idéia que pode dar continuidade aos modelos de Einstein, que permanecem ainda inacabados.

Longe de pensar somente em naves e em tecnologias de aparelhos, penso mais na máquina humana e na igual propriedade do nosso corpo e mente também saltar nas dimensões do universo apenas pela mudança do padrão de frequências que ali costumam vibrar: da mesma forma como Moisés subindo a Montanha Sagrada e indo ao encontro de Deus, por uma questão de frequência que gradualmente se elevou, e o teletransportou.

Ciência e Espírito sempre foram uma mesma realidade. Faltou ao mundo moderno apenas a ciência capaz de explicar os mistérios do Espírito. Ela esteve sempre escrita nos testemunhos dos antigos, mas nunca soubemos interpretá-las devidamente. E por isso, nossa arrogância os atirou de lado, e inventamos a desculpa de que eram mitos, para nos auto-consolar em nossa ignorância solitária dentro do universo infinito e vazio para quem caiu nesse estado obscuro de pensamento e egocêntrico de coração.
JP em 22.02.2019

 

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