Templates by BIGtheme NET

Ricardo Boechat – acaso ou destino?

 

Não importa se alguém é ateu ou não, se acredita ou não num Deus, numa Lei, numa Força inteligente e Programação Superior que comanda todas as coisas por Ela Criada… e que tem o dia do nosso nascimento e o dia da nossa morte (dos muitos nascimentos e mortes) já determinadas em seu Relógio… A Lei do Destino está acima das crenças ou descrenças da nossa mente limitada.

Será que este importante jornalista e comunicador brasileiro acreditaria na carta marcada do Sete em seu destino ou no gatilho sincronitário do 11-11?

Não, com certeza, e ele diria que tudo é bobagem e coincidência… “coincidência”, a palavra-chave que todos usam quando estão diante de algo que não compreendem, mas o orgulho intelectual não permite reconhecer como tal, preferindo dizer: “é bobagem, é coincidência”… do que dizer: “reconheço que estou diante de algo que minha inteligência não alcança…”

Vejamos então:

RICARDO (7 letras)
EUGENIO (7 letras)
BOECHAT (7 letras)

Nascido em 13.07.1952 (data soma 28 = 7+7+7+7), mês 7, ano 52 (soma 7) em Buenos Aires, Argentina.

Falecido num acidente fatal de queda de Helicóptero no dia 11.02.2019, quando tinha 66 anos e 7 meses.

Dia 11, 66 anos (6×11), e por volta das 11h45 da manhã (soma 11), o helicóptero saiu de Campinas, do Hotel “Royal Palm Plaza” (14 letras, 7+7).

Por volta das 11h50 o helicóptero passava pelo km 22 da Rodovia Anhanguera sentido Interior.

Um Helicóptero antigo, BELL 206B, prefixo PT-HPG, ano de fabricação 1975, que soma 22 (11-11), e o número de série, 1705.

O Sol estava na casa VII (7), meio dia, quando o acidente aconteceu.
O horário exato do acidente, 12h07 (minuto sete do meio dia)

“Do nada cai uma coisa lá do céu em cima da tua cabeça.” Foi dessa maneira que o motorista João Adroaldo Tomackeves (22 letras), 52 anos (soma 7), definiu o acidente ocorrido com o caminhão que ele dirigia.

Adroaldo lembrou do socorro que recebeu da vendedora Leilaine da Silva, 29 anos (11).

Biografia resumida de Ricardo Boechat

Sua carreira começou na década de 1970 (70, 7), e sua carreira completa durou 49 anos (7×7).

Também foi chefe de reportagem da Rádio Nacional, em 1973, aos 21 anos (7+7+7), no início da carreira.

Em 1987 (ano 7) assume cargo importante, a Secretaria de Comunicação do Estado do Rio de Janeiro, no governo de Moreira Franco.

Em 1997 (ano 7) ganha uma coluna com o próprio nome no Jornal O Globo, onde recebe mais projeção pessoal, e também ingressa no Bom Dia Brasil, da rede Globo, como comentarista.

Trabalhou 14 anos (7+7) com Ibrahim Sued, experiência que ele considerou fundamental para a sua formação como repórter.

Em janeiro de 2005 (soma 7), aos 52 anos (soma 7) sua carreira começa a decolar ao se tornar o âncora do jornal matinal da Band. No ano seguinte, passaria a liderar o Jornal no horário nobre, até o fim trágico de sua carreira.
Outros 14 anos (7+7) como âncora do Jornal da Band (2005-2019).

Boechat trabalhou em SETE (7) importantes veículos de comunicação: apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista “IstoÉ”.
Ele trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”,
“O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”.

Juntou 14 prêmios importantes (7+7):

Prêmio Esso (1989, 1992 e 2001), 3 vezes
Prêmio Comunique-se (2006, 2007, 2008, 2010, 2012, 2013, 2014 e 2017), 8 vezes
Jornalista mais admirado do país, junto com Miriam Leitão (2014) e (2015), 2 vezes
Troféu Imprensa 2016 – Melhor Apresentador de Telejornal
(3+8+2+1 = 14, 7+7)

Deixou sete membros da família, esposa Veruska
(7 letras) e seis filhos.
Veruska Seibel Boechat, casada com ele desde 2005
(soma 7) por 14 anos (7+7).

(…)

Na luz da numerologia, a carta e número que deram poder à ascensão na carreira deste jornalista foi a carta e o número 7, o Carro, e o Carro, literalmente, na queda de um veículo (helicóptero), tirou a sua vida. E por causa de outro veículo, um caminhão que apareceu em cena “do nada”, contra o qual o helicóptero colidiu e explodiu, matando carbonizados ele e o piloto, Ronaldo (7 letras) Quattrucci.

O Destino dá, o destino toma de volta.

O dia 11.02.2019 soma 16, e 16 soma 7.

O Arcano 16 se refere a quedas, e mostra dois homens caídos de uma torre elevada, um rei e um plebeu, o que significa que a Justiça Divina vale para todos, nobres e pobres, famosos e anônimos, porque todos voltam ao mesmo pó de onde vieram.

Essa carta ensina a grande futilidade do orgulho em vida.
E, literalmente, dois homens caíram do céu em um helicóptero que entrou em pane e explodiu ao colidir com um grande veículo, praticamente materializando o Arcano 16 do taro.
(…)
Acaso ou coincidência?
(…)
Não existem coincidências e nem acaso, e todos estamos à mercê do destino, mesmo quem não acredita em Deus ou no destino. Seja você um famoso, seja você um anônimo.

Analisando este e outros casos, concluo que eventos de porte do Destino acontecem quando certos alinhamentos envolvendo números, nomes, lugares e pessoas acontecem, como elementos convergindo para um determinado lugar e tempo, onde então estes eventos estão para acontecer.

No final das contas, o Destino de todos nós é como uma partitura de números e sinfonia de acordes sincronísticos que ainda não sabemos ler… porque se soubéssemos, poderíamos até evitar. Se bem que, muitas vezes, os sonhos premonitórios ajudam, tentando avisar. Resta-nos então apenas lembrar deles e tentar interpretá-los!

Acaso? Casualidade? Acidente?
(…)
“Deus não joga dados com o mundo”
Albert Einstein, um dos maiores gênios da História humana.

 

JP em 12.02.2019

************************************************************

Ricardo Boechat: a data de nascimento do jornalista estava na placa do caminhão que causou a sua morte!
Acidente ou Destino?
Novos dados aumentam o prognóstico determinístico em torno da morte trágica do jornalista Ricardo Boechat e o piloto do helicóptero, Ronaldo Quattrucci, no último dia 11.02.2019.
Vejam só.
Antes, tínhamos comentado sobre o Número e Carta Sete e o gatilho do número-mestre 11 e múltiplos, determinantes na vida e morte do jornalista.
Agora, novos dados aparecem, e o mais terrível, a data de nascimento do jornalista (13/07) estava nos números da placa do caminhão que colidiu com o helicóptero, causando sua morte.
O caminhão, de Caxias do Sul (11 letras), é identificado pela placa IVT-0137 e Boechat nasceu em 13/7, no ano de 1952.
(137 soma 11).
Boechat, de 66 anos, e o piloto Ronaldo Quattrucci, de 56 (11), morreram no local. O motorista do caminhão, João Adroaldo Tomackeves, de 52 anos, ficou ferido e foi hospitalizado.
(…)
Não existem coincidências ou acidentes… o que existem são sincronicidades apontando direções determinadas no destino, as quais, infelizmente, ainda não sabemos ler…e evitar.
E repito Einstein: Deus não joga dados com o mundo.
 
JP em 16.02.2019

Comentários