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Os Segredos Harmônicos de Kefren

O Egito incorporou todos os mistérios da cosmologia harmônica em suas edificações mais notáveis, e aqui torno a Kefren, sua pirâmide que, em língua egípcia (o nome) significa KAF RA: Suba RÁ (SOL).

Então, oculto está o mistério da Pirâmide neste nome e seu significado, e se as pirâmides apontavam para as estrelas dos deuses, então subentendemos que elas eram Máquinas que efetuavam saltos dimensionais aos divinos faraós, desejosos de retornar às suas moradas sublimes.

O ângulo de inclinação da Pirâmide de Kéfren é cerca de 53°10′, o que produz uma tangente de 1.3333, que é PRECISAMENTE O INTERVALO DE UMA QUARTA, ou um Fá (em relação a Dó, tônica).

Não foram poucas as culturas antigas, inclusive a egípcia, que acentuaram a importância da nota FÁ no Universo.


“Segundo músicos chineses e engenheiros acústicos modernos, a Terra no espaço gera uma vibração de baixíssima frequência mas afinada na nota Fá. Os egípcios pensavam da mesma forma e associaram este tom natural à cor verde. Destaca-se que toda a grande pirâmide e, de modo especial, a câmara de Quéops,vibra nesta nota, enquanto que o ‘sarcófago da ressurreição’ vibra em Lá.
O professor Rice, na sua ‘Música Chinesa’, afirma que os chineses reconheceram o fá por tônica natural há milhares de anos, dizendo por exemplo que as águas do rio Huang-Ho, ao fluirem, entoavam o Kung, o ‘grande som’ ou ‘tom’ da música chinesa, o Fá, que alguns físicos defendem seja mesmo a tônica de toda a natureza.”

Então, mais pistas ajuntamos aqui. Codificou-se o tom da natureza inteira no ângulo de inclinação de Kéfren, e este harmônico é o próprio salto da vida, ou melhor, da imortalidade, que o faraó executava ao passar para uma dimensão superior ao utilizar os misteriosos e secretos dispositivos do Ta Khut.

O chakra anahata (coração) vibra no tom fá (verde)

 

A principal função da pirâmide era o de ponte para outras dimensões, acionada pelo uso de sons e combinações harmônicas secretas e específicas em seu interior, estas mesmas combinações que as proporções do monumento guardaram, ao lado do nome KAFRA: Ascenda RÁ. Suba SOL!

Apenas focalizando a Pirâmide de Kéfren, no centro de Giza, como aquela que possui coordenadas harmônicas relacionadas a mudança de consciência e abertura de portais e planos de realidade paralela, não tão explorados porque o fulgor de Quéops desvia e muito as atenções de si. Para começar, o nome Kefren, em egípcio, tem duas traduções interessantes:

Coroa de Rá ou Suba Rá. Sabendo que Rá é o deus-Sol tipificado no próprio faraó imortal em sua viagem para as estrelas na barca de Rá, e isso já é parte da chave; porque se a idéia era elevar a alma do faraó para as estrelas e as realidades paralelas onde os deuses vivem, então faz todo sentido imaginar que as pirâmides em geral (e esta em particular) tragam estes códigos em forma de cifras matemáticas e proporções harmônicas de pronto uso.

estátua do fara[o Kefren

Coroa de Rá (Sol) significa que o deus Sol que vive dentro de nós, alma, espírito, precisa saltar pela coroa, pelo vértice da pirâmide (topo da cabeça, o último dos vórtices neurais do psiquismo cerebral) e, viajando na sua Barca (a mente), conhecer os universos de todos aqueles deuses egípcios lá nos domínios do Tuat (o céu ou dimensões superiores, realidades paralelas na língua egípcia).

Os egípcios foram um povo muito próximo aos conhecimentos extraterrestres, se rivalizando com os maias nesse sentido, de tal sorte que a similaridade entre pirâmides e hieróglifos em sua cultura não é nada acidental, porque em ambas funcionava o politeísmo.

 

O enigma da Esfinge:
Suba Rá! Suba, alma do Faraó, suba aos céus e se imortalize como os deuses, como Osiris, como Rá!


Outro código importante, e este é a chave essencial, está no ângulo de inclinação da pirâmide de Kéfren, maior em cerca de 1° que o de Quéops, que é de 53°10′, cuja tangente é exatamente 1.333 ou 4/3! Quem estuda música já reconhece nesse número um intervalo importante: a nota FÁ.

Os antigos músicos chineses, com seu apurado ouvido, consideravam que o Fá era a nota harmônica da natureza, e esse conceito é aceito inclusive por músicos modernos e físicos.
O ângulo de inclinação da Pirâmide de Kéfren é cerca de 53°10′, o que produz uma tangente de 1.3333, que é PRECISAMENTE O INTERVALO DE UMA QUARTA, ou um Fá (em relação a Dó, tônica).

Depois desta exposição da nota Fá, querendo chegar ao mecanismo secreto da nossa mente no acesso ás mesmas realidades paralelas fabricadas pelas pirâmides, associando certamente este TOM especial ao mantra dos mantrans, OM, chamado de bija mantra, ou mantra-semente de todos os mantrans, representando a própria ressonância do Universo pós-Criação, ainda ecoando em todo átomo, corpo, planeta e estrela (em nós, sim, OM da Criação ecoa até hoje em nós, os reflexos acústicos e vibracionais do Big Bang ainda reverberam em nós, é só fazer a ressonância) conseguimos uma chave de prática muito simples que pode ser executada por qualquer um que tenha o dom da paciência.

A.U.M

 


Porque a realização da repetição mântrica, na frequência-chave (Fá) é que vai produzir modificação das frequências mentais que, normalmente, estão em Beta (15-30Hz) consideradas muito aceleradas para qualquer transferência de consciência para outros planos. Se descer para Alfa (9-14 Hz) poderemos conseguir muitos vislumbres, melhor ainda se decair para Theta (4-8 Hz).
Realmente entraremos naqueles estados de meditação profunda que conferem visão muito além do alcance normal (tridimensional).

Combinando mantra, respiração rítmica e visualização, tudo em Fá, no mínimo por meia hora, e ao longo de uma série de dias, resultados são factuais.
Muitos passam horas e horas diante do computador mas não conseguem ficar num estado destes por mais de cinco minutos.
Certamente que isso é nocivo para a saúde da nossa mente, porque além de todos os potenciais de consciência, meditar faz bem para a saúde, colocando corpo e mente em desequilíbrio e nos trazendo ao ponto ZEN da longevidade.

E que sabem que a nossa mente ressonante com o Universo-Onda é a máquina mais eficiente para conectar as realidades paralelas e os seres que nela se movem, chamados de Anjos ou deuses pelos antigos, e de extraterrestres e espíritos pelos modernos.

Mas é preciso a prática diária e firme pelos dias seguidos para que os resultados apareçam, e que poderão ser constatados na mudança de padrão dos pensamentos e demais percepções.

TA KHUT é o nome egípcio da Grande Pirâmide, que significa MORADA DA LUZ. Combine isso com Khafra, e temos SALTE Rá, pela nossa cabeça, e viaje na barca de Rá (mente) por todo o Universo, tu que carregas o Olho de Hórus nas entranhas!

A pirâmide de Kéfren é aquela que exibe justamente a Grande Esfinge diante de si, aquela que tem corpo de leão e cabeça humana (do faraó Kefren) querendo dizer que o ser humano é, na verdade, um híbrido, metade animal (leão, a natureza instintiva) e metade humano (a cabeça humana, metade racional).
Mas… porque FÁ?
Primeiro, tome-se a escala musical natural:


DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI (DÓ)
1 2 3 4 5 6 7

Agora, reparando que FÁ está exatamente no meio da escala, compare-se com a escala cromática da natureza oculta da luz:
VERMELHO-LARANJA-AMARELO-VERDE-AZUL-ANIL-VIOLETA
 

Muitas figuras egípcias de Toth e do próprio Osíris representavam-nos na cor VERDE! A conhecida cor da natureza, da vegetação, do equilíbrio (por ser exatamente a cor que muda a fase cromática, intermediária entre as cores quentes e de frequência longa, e as ondas frias, de frequência curta). E mais, por ser a cor da imortalidade, o Verde da Vida eterna!

Ela se relaciona, portanto, ao FÁ, e é por isso que a natureza ressoa, em equilíbrio harmônico, o FÁ, e todas as frequências se somam nele. É a cor da PASSAGEM OU SALTO da extremidade quente da escala (as cores quentes representam os instintos) para a extremidade fria (as cores frias representam a mente, o psiquismo, a razão).

A COR DO MEIO, DO CENTRO, DO TAO (com toda propriedade)
E transferindo isso em chave prática de trabalho, basta fazer outra comparação, desta vez com a escala de vibrações que possuímos em nossos plexos nervosos, que concentram grande quantidade de energia nervosa, expulsando então vórtices de vibrações distintas, que são comumente chamados de chacras mas se explicam facilmente pelas leis mais simples do eletromagnetismo aplicados em circuitos fechados (nosso Sistema Nervoso, do central ao periférico, estabelece uma rede de circuitos que, recebendo energia nervosa, produzem os campos magnéticos com vórtices, tudo com base na ciência real, a ciência da vida).

CÓCCIX – PÉLVICO – UMBILICAL – CARDÍACO – LARÍNGEO – CEREBRAL1(FRONTE) – CEREBRAL2 (COROA)
Lá está ele, o plexo cardíaco e o coração, no centro do nosso setenário interno!


Assim, reforçando a nota FÁ por meio da vocalização, iremos atuar diretamente, com maiores fluxos de energia nervosa circulando, sobre o plexo cardíaco, ativando sobremaneira o vórtice ali existente, o que proverá total equilíbrio ao sistema, e com ele, o desejado SALTO (o salto Verde), da mesma forma que uma alavanca só pode se mover se encontrar um ponto de equilíbrio para oscilar! É idêntico ao nosso sistema.

A própria Pirâmide preconiza, em sua arquitetura, esse fantástico equilíbrio que provê estabilidade à sua enorme massa, bem plantada na terra e bem direcionada ao céu, às estrelas, e toda ela fala por si na linguagem da simbologia a respeito do que propõe sua tecnologia acústica secreta, com base no segredo dos harmônicos, números e geometria dos antigos egípcios.
A pirâmide representa o nosso próprio corpo físico, e seu vértice, nossa mente, capaz de disparar suas ondas mentais ao universo, se souber como. Um certo experimento com bobinas tesla dentro de uma pirâmide de cristal produziu tais ondas, disparadas ao universo. É só se basear na analogia.


Ora, se o universo é fractalizado, então todas as analogias são perfeitamente cabíveis.

Por isso é possível comparar a tábua cromática e musical setenária com a coluna vertebral e seus sete plexos nervosos, na mesma linha de escala ascendente de frequências internas e propriedades vitais refletidas nos órgãos, glândulas e tecidos por elas regidos.

Ativando o coração pelo OM-Fá verde, isso produzirá o Salto de RÁ pela Coroa de Rá, que em nós equivale ao vértice da Pirâmide, por onde o Sol (alma, espírito) que vive dentro de nós (nosso coração) salta e viaja pelos universos, na barca de Rá (Mente) carregando o Olho de Hórus (consciência desperta).
Tudo isso porque a prática correta permite a elevação gradual das frequências daqueles sete vórtices, um a um, debaixo para cima. Vamos dizer que é como se o nosso arco-íris interno é desbotado, sem brilho e com cores pálidas mas, com estas práticas, ele se fortalece e brilha mais, ficando com cores muito nítidas e vibrantes.

Assim, a consciência assume outros novos e elevados estados, que nos possibilitam a contemplar realidades paralelas, como os antigos. Esta é a simbologia da antiga forja dos deuses, onde eles derretiam metais nobres para o fabrico de armas raras, armas de poder, na forja da palavra e do som. E veremos que a nossa mente assim trabalhada supera qualquer máquina, de tal maneira que fica mesmo impossível sequer a comparação.

E para quem acredita em si e quem compreende que os maiores e melhores potenciais estão e sempre estiveram dentro de nós, é perfeitamente possível viajar em corpo e mente para universos paralelos e mesmo passear num disco voador nada virtual, mas totalmente real, e conversar de igual para igual com as inteligências que o operam.

Eu acredito que o maior valor da ciência está em poder ser aplicada no ser humano, para o crescimento de sua consciência, pelo atributo da analogia entre todas as coisas dentro de um Cosmos unificado. 
E esta é uma oportunidade de testar nosso aparelho natural e ir atrás das respostas.

Tem muito a ver com essa profecia de Parravicini:

“O sacerdote egípcio, que conheceu a alta matemática dos astros, que contribuiu na construção das pirâmides, foi ele, cuidadosamente dirigido por astronavegantes azuis, estes que, com devotada dedicação, ensinaram ao sacerdote o segredo das arestas. Eles elevaram e poliram as enormes pedras das Pirâmides. Eles iniciaram a medida e a relatividade na quinta dimensão!”

BSP

É de Toth, o grande sacerdote e mestre de ciências do Antigo Egito, que ele falou, ou Enoch

Maravilha da antiga tecnologia dos deuses, as pirâmides são portais dimensionais, e os UFOs tem relação de similaridade tecnológica com elas. São maravilhas da sabedoria antiga. As maravilhosas pirâmides do Egito, e estas aí, na Bósnia, e aquela da Romênia, que produz uma holografia a cada 28 de novembro dos anos (nos Montes Bucegi) e as pirâmides maias,enfim, fora as que desconhecemos!

As pirâmides ocultas da China, as pirâmides submarinas, e a suposta pirâmide de cristal no mar do Caribe, Triangulo das Bermudas, etc…

São as escadarias dos deuses!

 

A escadaria da Piramide de Kukulkan, no México

 

Plantada no centro do mundo, está a chave maior da sabedoria antiga, que veio das estrelas… Se Quéops representa o Cosmo inteiro, Kéfren codificou a estrutura das cordas harmônicas de todo o Cosmo, cordas na razão 3-4-5 das raízes sagradas e sólidos perfeitos.


Quando a Esfinge falar, vai declarar o elo final da Teoria de Tudo, tesouro que ela guardou até agora… O ser humano que melhor compreendeu este segredo foi Pitágoras, guiado pela voz do grande sacerdote da sabedoria, Toth, aquele que fabrica as pontes entre os mundos…
O EGITO FALARÁ !

Parravicini

JP em 23.05.2019

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