Os quatro cavaleiros do Apocalipse se estabelecem

A realidade do símbolo

O Apocalipse 6, ao iniciar a abertura do Grande Livro do Destino da Humanidade, lacrado com sete selos, por parte do Cordeiro, revela que os quatro primeiros selos tem uma relação direta com os chamados Quatro Cavaleiros do Apocalipse, cada um de uma cor diferente e com um cavaleiro por sobre, possuindo um objeto próprio.

O fato de somente o Cordeiro de Deus poder abrir o livro selado do Destino do mundo tem um primeiro significado de importância: que a vinda de Cristo, por efeito, significaria a abertura do Livro.

Ou seja, se todas estas coisas estão realmente acontecendo no mundo, é porque o Cordeiro, aquele que pode abrir esse Livro, realmente já está no cenário do mundo.

Muitos estudos já foram feitos sobre a complexa simbologia destes cavalos e seus cavaleiros, anunciando as famosas quatro pragas sobre a humanidade: guerra, fome, doença e morte (incluo também as pragas naturais, os cataclismos, cada vez mais comuns).

O primeiro cavalo é de cor branca, e sobre ele, um líder montado, um rei, com arco e coroa, e lhe foi dada a vitória. Este cavalo geralmente é interpretado como o símbolo da supremacia da raça branca (cada cavalo representa uma das quatro raças-raízes da humanidade, a grande raça humana). Ele revela a liderança da raça branca sobre a Terra, e se avaliarmos não somente as potências globais atuais, como também a supremacia da raça branca em relação a outros povos em séculos de História, desde o velho mundo e as direções da Europa, compreenderemos por que este cavalo é o primeiro: ele está mesmo na frente em termos cronológicos.
Atualmente, os USA representam a potência mundial, e a raça branca recebeu coroa para liderar, e arco (armas) para vencer. O maior poderio militar do planeta se justificaria aqui também.

Mas há outro argumento, porque, no capítulo 19 do Apocalipse, o Messias é apresentado como um líder poderoso sobre um cavalo branco, coroado e armado de espada, e saiu para vencer os exércitos tenebrosos da Terra, reunindo atrás de si uma incontável cavalaria celestial. Pode ser que este cavalo branco, o primeiro do Livro selado, também represente, paralelamente, Cristo saindo para o arrebatamento, antes que os demais cavalos e cavaleiros espalhem suas pragas sobre a Terra.

O segundo cavalo é vermelho, e seu cavaleiro recebeu uma grande espada e a ordem para tirar a paz na Terra, fazendo que os povos se matassem uns aos outros. É o cavalo da guerra.
Geralmente é associado ao Oriente Médio ou Comunismo (cor vermelha).

Na esfera psicológica, é a punição pelo pecado da IRA (a Guerra seria o castigo pela Ira, raiva e defeitos dessa natureza da humanidade pecadora).

Em termos de raças, pode ser associado também à raça vermelha: porque o maior genocídio da humanidade não foi aquele promovido por Adolph Hilter nos campos de concentração, mas sim, aquele orquestrado pelos europeus nas virgens terras das Américas repletas de índios, peles vermelhas, aqueles conquistadores que foram os maiores assassinos da História da Humanidade (por enquanto). É incontável o número de índios assassinados pelas “espadas” dos saqueadores europeus.

O terceiro cavalo é negro, e traz um homem com uma balança, anunciando medidas de racionamento de comida (trigo e cevada), em tempos de fome. É o cavalo da fome.
Curiosamente, a África já é assolada pela fome há muito tempo, antes dela se tornar uma praga mundial (o que não está longe de acontecer, porque cientistas já prevêm fome em larga escala pro causa das mudanças climáticas impactando a agricultura de modo direto em todos os lugares da Terra).
E a África é o continente onde nasceu a raça negra (afrodescendentes).

O cavaleiro daquele cavalo negro anuncia as regras (valores) para se comprar trigo e cevada (genericamente, pão, ou alimento, porque estes grãos eram os mais usados para fazer pão naqueles tempos bíblicos).
E ajunta: não causei dano ao azeite e ao vinho!

O Azeite e o Vinho eram preciosidades alimentares naquela época, e mais do que um alimento, o azeite era usado para nutrir as lâmpadas antigamente. Mas o vinho e o azeite representam ambos as entidades da vida: o vinho representa o sangue, e o azeite, as secreções sexuais.
Tanto a Ira (violência, ódio) como a Luxúria (libertinagens sexuais) ferem o vinho e o azeite no Santuário da vida, o corpo físico. De modo que este cavaleiro pode ser associado com os pecados do homem que ferem diretamente a carne viva e suas entidades vitais.
Mas logicamente, a fome é o karma direto do pecado da GULA.

O Quarto cavaleiro parece ser o mais tenebroso, porque fecha o trabalho dos anteriores.
O quarto cavalo é amarelo (às vezes, traduzido como pálido) e se chama Morte, e o Inferno o segue: e lhe foi dado de matar a quarta parcela da humanidade com espada, fome, pestes e animais da terra.

Muitos o qualificam somente como o cavaleiro da peste (doenças) mas não é isso o que o texto diz.
Esse cavaleiro reúne e finaliza a obra dos quatro anteriores. E a peste (doenças) lhe foi incluída, como as outras pragas.
De qualquer forma, a única raça-raiz faltante é a amarela, os orientais.

E de onde está saindo o atual coronavírus mutante, senão que da China, o país onde a raça amarela se originou nos primórdios da civilização?

As doenças são um karma geralmente associado a Luxúria e derivados, porque a impureza sexual, de uma forma direta, expõe o corpo a doenças, a partir da degeneração do DNA assumida pelas gerações posteriores.
E a China é um país extremamente populoso, afinal.
è o mais populoso do mundo, contando atualmente com 1.400.000.000 de pessoas (1,4 bilhões).
Luxúria é o que não falta por lá!
Na verdade, a luxúria transborda em toda parte… expondo o corpo ao mesmo veneno do Éden…

(***)

A humanidade, no princípio, começou a cair por causa do veneno de uma certa serpente.

Será coincidência que, agora, no final do ciclo, esse virus, já em status de pandemia, tenha vindo justamente… de uma serpente?

Ps: ano passado, falei que 2020 seria o ano do início do Julgamento da humanidade
(Arcano 20) E 2020 soma 4, os 4 cavaleiros do Apocalipse.
Os números falam.
Ultimamente, andam gritando…

JP em 31.01.2020

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