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OS GIGANTES DO PASSADO

(Fotografia gigante fossilizado de 3,70 metros, encontrada em Condado de Antrim, na Irlanda)

Os gigantes eram o resultado do cruzamento entre os filhos dos deuses e as mulheres humanas, o que reforça a teoria do alienígena humanóide, muito semelhante a nós, inclusive com genética compatível, demonstrando também que nossas origens esbarram neles, segundo as leis do hibridismo.

Essa é mais uma prova a favor da teoria que os antigos Aliens eram humanos como nós, sem grandes diferenças, ao menos, em termos de aparência. Mas com certeza geneticamente superiores.

Nefilim, o termo plural que vem de Nafelá, cair.

Caiu Caiu Babel, Nafelá Nafelá Babilônia, a expressão hebraica usada pelo profeta Isaías e repetida no Apocalipse. Babel, hebraico para CONFUSÃO ou sistema generalizado de transgressão aplicado por todo um povo ou sociedade.

Esses filhos dos deuses eram Anjos ou seres de uma casta superior a quem era proibido o contato com humanos. A queda, ou o termo queda, começa a fazer sentido no aspecto de uma transgressão das leis dos Beni-Elohim (Os Filhos dos Deuses), outra terminologia bíblica para definir Anjos e seres celestes de Hierarquia superior, subentendidos, participando de uma obra na Terra, governados por uma hierarquia superior.

O termo específico para GIGANTES aparece na verdade em outra parte, no livro de Números, e eles são chamados de ENAQUIM ou descendentes de Enac.

Há quem veja paralelo entre o termo/nome Enac e o nome de Enki, o antigo deus das experiências genéticas, o protetor de Noé e de Gilgamesh.

O termo Enac, (HwNQ), como nome, significa ADORNO DO PESCOÇO, algo que se coloca no Pescoço. A idéia nos leva ao fato de que estas hieraquias de seres tinham o poder especial da palavra, do Verbo de D’eus, sendo esse o seu poder de comando, energia e submissão em relação às raças inferiores. Subentende que os filhos de Enaq desvirtuaram o poder do Verbo, retirando-o da Grande Obra e passando a usá-los em seus interesses pessoais, Destes Enaquim é que provavelmente saíram as raças ET dominadoras da Terra, os escravizadores e manipuladores dos humanos.

Mas como podemos ver, tanto a Biblia como o Livro de Enoque (termo paralelo a Enaq) concordam em dizer que foi apenas uma parte dos deuses que caiu. A grande maioria permaneceu fiel a Obra da Terra e serviço da Grande Hierarquia até o fim, fim esse que ainda não chegou.

Interessante que a relação com PESCOÇO e Palavra de poder é estabelecida no episódio da Torre de Babel, porque se conta que o homem antigo conhecia um idioma de poder, baseado no antigo idioma dos Anjos que era capaz de controlar as forças da Natureza.Quando a ambição tomou conta do homem no projeto TORRE DE BABEL (uma metáfora ao que vivemos hoje em relação a ciência e tecnologia na busca desenfreada por poder) então ELOHIM mudou os idiomas, e houve a dispersão dos povos e o esquecimento daquele idioma original de poder, com o qual os deuses controlavam os homens, os animais e até os elementos.

“32 E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.

33 Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.”

Números 13: 32-33

Portanto, Nefilim é associado aos gigantes quando associado ao termo Enaquim, ou descendentes de Enaq, e ambos os termos aparecem na Bíblia para designar não só gigantes, mas também demônios ou casta caída de determinados seres que entraram em transgressão, em relação a um plano original de obra determinado na Terra por hierarquias.

In Principio erat VERBUM…. este é o Instrumento Maior de Poder dos deuses, o poder da Voz associado ao idioma original, chamado idioma dos Anjos, cujas letras e palavras tem conexão direta com as frequências naturais das coisas e com a vibração matemática dos departamentos da criação. Estabelecendo ressonância com todos os elementos e formas, usando o Som da Voz como vetor de energia direcionada, estes seres tinham o maior de todos os poderes em suas mãos… ou melhor, em suas gargantas. Até hoje, verificamos que homens de poder raramente o são se não tiverem oratória, discurso e influência psíquica pelo uso das palavras.

Bem, sabemos de onde isso veio, dos Enaquim, aqueles que tem adornos no pescoço (a simbologia do termo).

Inclusive o último filme sobre NOÉ, utilizou essa parte do conhecimento, mostrando anjos caídos na forma de gigantes horríveis petrificados, que voltaram ao céu quando se redimiram pelo sacrifício.

E é exatamente essa a redenção de qualquer ser caído, anjo ou humano.

O sacrifício, só ele redime o mal cometido.

A lição mais importante da cruz é justamente esta.

Dos Gigantes aos Pigmeus, todos os espectros de altura da espécie já apareceram na Terra, e a faixa de altura atual equivale ao nível médio encontrado pela solução evolucionária da Natureza, por n fatores ambientais que, então condicionavam determinadas espécies ao gigantismo, e outras ao nanismo.

Mas Gigantismo e Nanismo são apenas referenciais para nós, que nos consideramos seres de estatura normal.

Porque, para os gigantes, os anões somos nós.

E para os anões, somos gigantes.

Tudo é relativo também aqui!…

Contudo, quando a espécie humana encontrou na estatura-padrão moderna o seu equilíbrio evolucionário, tanto o gigantismo como o nanismo das espécies antigas, até então naturais dentro daquela escala evolucionária, se tornaram deficiências genéticas, pelo simples fato de que em alguns seres o DNA não replicou a medida “corrigida” da evolução com o tempo.

Não acho difícil trilhar essa possibilidade.

Cada DNA é uma identidade particular de uma vida individual que seguiu uma trilha evolucionária toda sua ao longo da evolucionária cadeia imposta pelo tempo, e assumiu tal ou qual padrão de forma orgânica de acordo com uma série sistemática de fatores tão “pessoais” e intransferíveis que somente a ela caberá, inserida no contexto da natureza, o ajuste finalizado pelas forças operantes.

A altura que serviu para as girafas, não serve para o homem, por uma simples questão de caminhos evolucionários diferentes.

E não existirão dois iguais… talvez nem dois parecidos.

A história toda dos gigantes (segundo a Biblia e outras culturas paralelas da época) é que foram gerados à sombra de uma experiência que, saindo do controle, partiu para um cruzamento indiscriminado entre certos seres do espaço (Beni Elohim) e os humanos daquele tempo. Gênesis 6 e Números 13 sintetizam nas Escrituras essa passagem.

Porque, para a maioria dos pesquisadores acadêmicos, foram pessoas muito ignorantes e primitivas (e não o Espírito de Deus) que escreveu estes relatos. E então, não os levam a sério, mesmo tendo a Biblia já servido de guia valioso e preciso para inúmeras descobertas arqueológicas que continuam acontecendo até os nossos dias.

Mas ainda acho que estes mesmos usam sim a Bíblia em pesquisas e explorações paralelas e não divulgadas publicamente.

E que existem muitas coisas guardadas em câmaras subterrâneas, monitoradas 24 horas ao dia, e que somente os do alto escalão do poder conhecem.

A metáfora evolucionária da Estátua do Rei Nabucodonosor

Nabucodonosor II, Nebucadrezar (na ortografia babilônia Nabu – kudur – uzur, Nebo, proteja a coroa! ou Nebo, proteja as fronteiras!) foi o filho e sucessor de Nabopolassar, rei da Babilônia que libertou o reino da Assíria e destruiu Nínive.

Em uma inscrição, ele se chamava de o favorito de Nebo. Foi o mais poderoso rei da Babilônia.

Obs: nessa perspectiva o sonho da estátua teria o seguinte significado:

cabeça de ouro: Império Babilônico
peito e braços de prata: Reino Medo
ventre e coxas de bronze: Império Aquemênida (Persa)
pernas de ferro e pés de ferro/argila: Império Grego de Alexandre, depois dividido entre Ptolomeus e Selêucidas

Sob outro contexto, fora do ponto de vista histórico e simbologia das nações no poder como partes da estátua, a profecia de Daniel sobre a ruína da mesma pode representar que os gigantes falhariam como solução biológica no tempo e a própria evolução os faria desmoronar sobre o próprio peso, não suportado por uma ossatura e musculatura compatíveis.

Pés de ferro misturados ao barro podem simplesmente representar essa fragilidade evolucionária dos gigantes, o que os extinguiu da Terra com o passar dos anos.

Muitas passagens da Bíblia são puras metáforas para outras verdades nas entrelinhas.

Golias foi um guerreiro de Gate (1 Samuel 17:4), descrito como um homem medindo 2, 90 m (6 covados e 1 palmo). Participou do episódio da batalha entre os Filisteus e o povo de Israel, que foi defrontado e morto por Davi, segundo relatos da Bíblia.

Ps: podemos contemplar a mesma metáfora na batalha entre Davi e Golias, o gigante filisteu.

Golias, o “Grande” sendo destruído por Davi, o “Amado”.

O amor é a grandeza real, e foi preferido por Deus ao poder.
A grandeza de um homem não está na estatura, mas na visão que enxerga mais alto.

A força de um homem não está na musculatura, mas na capacidade de auto-controle.

Essa é a diretriz da evolução sobre a matéria corporal e veículo físico da alma humana.

O nome Golias também pode representar EXÍLIO, ou Passagem, Mudança. Nomes simbólicos que também dão indicações do destino evolucionário dos gigantes da antiguidade.

Nefilim, o termo plural que vem de Nafelá, cair.

Caiu Caiu Babel, Nafelá Nafelá Babilônia, a expressão hebraica usada pelo profeta Isaías e repetida no Apocalipse. Babel, hebraico para CONFUSÃO ou sistema generalizado de transgressão aplicado por todo um povo ou sociedade.

Esses filhos dos deuses eram Anjos ou seres de uma casta superior a quem era proibido o contato com humanos. A queda, ou o termo queda, começa a fazer sentido no aspecto de uma transgressão das leis dos Beni-Elohim (Os Filhos dos Deuses), outra terminologia bíblica para definir Anjos e seres celestes de Hierarquia superior, subentendidos, participando de uma obra na Terra, governados por uma hierarquia superior.

O termo específico para GIGANTES aparece na verdade em outra parte, no livro de Números, e eles são chamados de ENAQUIM ou descendentes de Enac.

Há quem veja paralelo entre o termo/nome Enac e o nome de Enki, o antigo deus das experiências genéticas, o protetor de Noé e de Gilgamesh.

O termo Enac, (HwNQ), como nome, significa ADORNO DO PESCOÇO, algo que se coloca no Pescoço. A idéia nos leva ao fato de que estas hieraquias de seres tinham o poder especial da palavra, do Verbo de Deus, sendo esse o seu poder de comando, energia e submissão em relação às raças inferiores. Subentende que os filhos de Enaq desvirtuaram o poder do Verbo, retirando-o da Grande Obra e passando a usá-los em seus interesses pessoais.

Destes Enaquim é que provavelmente saíram as raças ET dominadoras da Terra, os escravizadores e manipuladores dos humanos. Mas como podemos ver, tanto a Biblia como o Livro de Enoque (termo paralelo a Enaq) concordam em dizer que foi apenas uma parte dos deuses que caiu. A grande maioria permaneceu fiel a Obra da Terra e serviço da Grande Hierarquia até o fim, fim esse que ainda não chegou.

Interessante que a relação com PESCOÇO e Palavra de poder é estabelecida no episódio da Torre de Babel, porque se conta que o homem antigo conhecia um idioma de poder, baseado no antigo idioma dos Anjos que era capaz de controlar as forças da Natureza.Quando a ambição tomou conta do homem no projeto TORRE DE BABEL (uma metáfora ao que vivemos hoje em relação a ciência e tecnologia na busca desenfreada por poder) então ELOHIM mudou os idiomas, e houve a dispersão dos povos e o esquecimento daquele idioma original de poder, com o qual os deuses controlavam os homens, os animais e até os elementos.

“32 E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.

33 Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.”

Números 13: 32-33

Portanto, Nefilim é associado aos gigantes quando associado ao termo Enaquim, ou descendentes de Enaq, e ambos os termos aparecem na Bíblia para designar não só gigantes, mas também demônios ou casta caída de determinados seres que entraram em transgressão, em relação a um plano original de obra determinado na Terra por hierarquias.

In Principio erat VERBUM…. este é o Instrumento Maior de Poder dos deuses, o poder da Voz associado ao idioma original, chamado idioma dos Anjos, cujas letras e palavras tem conexão direta com as frequências naturais das coisas e com a vibração matemática dos departamentos da criação. Estabelecendo ressonância com todos os elementos e formas, usando o Som da Voz como vetor de energia direcionada, estes seres tinham o maior de todos os poderes em suas mãos… ou melhor, em suas gargantas. Até hoje, verificamos que homens de poder raramente o são se não tiverem oratória, discurso e influência psíquica pelo uso das palavras.

Bem, sabemos de onde isso veio, dos Enaquim, aqueles que tem adornos no pescoço (a simbologia do termo).

Gigantes e Genética

” A diferença entre ser terrestre ou extra-terrestre é uma linha muito tênue.”

Imagine que voce tenha um amplo jardim com diversas espécies de flores.

Imagine que cada espécie de flor seja uma espécie de ser vivo inteligente (ou a definição de humanos ou alienígenas).

Um só jardim, um mesmo campo de cultivo, um mesmo solo onde se atiraram diversos tipos de sementes.

Cada semente se desenvolve do seu próprio modo, tem suas qualidades próprias, mas todas repartem o mesmo jardim e a mesma função biológica (raiz, fotossíntese, seiva, floração, frutificação, sementes, etc).
E todas as plantas possuem uma herança genética comum, desde a evolução da vida vegetal na Terra.

O Universo é o grande e mesmo jardim.

Deus, o dono do campo.

Espécies extraterrestres mais avançadas, os jardineiros em relação a espécies mais atrasadas.

Aos jardineiros é livre o exercício do “hibridismo genético” para corrigir defeitos nesta ou naquela espécie.

Porque, para o dono, o que importa é que as espécies melhorem a cada dia, se tornando indivíduos dotados de qualidades mais e mais perfeitas.

A lei da cooperação entre as espécies não é vetada, pelo contrário, sempre foi estimulada no “Amai-vos uns aos outros”.

Até que ponto podemos entender essa lei, funcionando também na forma de cooperação genética entre irmãos de planetas diferentes, mas dotados de uma mesma alma comum, isso vai da compreensão de cada um.

Pelo menos na minha compreensão, pode estar implícito este mecanismo também como uma forma de amor (a cooperação genética das espécies mais avançadas em relação às mais atrasadas).

Da mesma forma que os alunos mais adiantados da classe dão apoio aos mais atrasados.
Se o alvo do universo é a contínua evolução, isso deve mesmo acontecer entre as espécies conscientes como uma das tantas expressões do amor fraternal, a grande Lei do Dono do mesmo Jardim…

Imagens que falam mais do que palavras…

Os antigos não mentiam, não produziam hoax, não elaboravam fakes e nem imagens de computador.

DNA alienígena? Conhecimento de hibridismo entre sementes compatíveis?

Deixemos que as imagens do passado falem por si mesmas.

Entre o ceticismo dos eruditos modernos e o testemunho simples e direto dos antigos, fico com a segunda opção.

Agora, que os mistérios do DNA humano ainda não respondidos só poderão ser compreendidos com a inclusão definitiva da teoria do “hibridismo genético” (os textos antigos insistem em Vênus e Sirius), não há qualquer dúvida sobre isso.

Até porque essa técnica é relativamente simples dentro do nosso próprio acervo de conhecimentos modernos. Porém, aos extraterrestres não falta a compreensão fundamental de que, manipulando o DNA, manipulam consciência e potenciais mentais (o que nos leva de volta ao tópico anterior).

Essa separação entre organismo e pensamento é ainda o abismo que falta para a moderna ciência terrena cruzar… até lá, manipulação genética envolve riscos e graves danos ao equilíbrio da Natureza como um todo.

E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas,
Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.
Gênesis 6:1,2

Diversos registros do passado concordam com esta passagem.

Os antigos não mentiam, não produziam simulações, Tinham cuidado especial com a palavra dada, porque nela viam algo sagrado, da mesma forma como viam no sexo, mas hoje em dia, tanto a palavra dada e nem a sexualidade deixaram de ser coisa sagrada…

E entre o ceticismo dos modernos e o testemunho dos antigos, continuo com a segunda opção.
E existem coisas óbvias demais para serem levadas ao campo da polêmica…

JP em 03.02.2019

 

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