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OS DOZE ASTROS DA COROA DE GAIA

Na antiguidade, a Astrologia considerava que doze astros orbitavam a Terra, segundo o modelo geocêntrico, e entre eles, além dos planetas, incorporavam também o Sol e a Lua.
O curioso é que, na antiguidade, não se conheciam os planetas Urano, Netuno e Plutão, quanto menos Sedna e, mais recentemente, o Planeta X, que muitos alegam ser Nibiru mas não é – pelo menos, segundo as interpretações equivocadas de Zecharia Sitchin.
O fato é que agora, com a descoberta do planeta X, doze astros orbitam (ainda que de forma aparente ou indireta) a Terra, na referência da Astrologia, tal como era usada na antiguidade. E cada um regendo um signo.

São eles, na ordem:

1. LUA (signo de Câncer)
2. MERCÚRIO (signo de Gêmeos)
3. VÊNUS (signo de Touro)
4. SOL (signo de Leão)
5. MARTE (signo de Áries)
6. JÚPITER (signo de Sagitário)
7. SATURNO (signo de Capricórnio)
8. URANO (signo de Aquário)
9. NETUNO (signo de Peixes)
10. PLUTÃO (signo de Escorpião)
11. PERSÉFONE (Sedna – signo de Virgem)
12. Planeta X – Têmis (signo de Libra)

Eu chamaria TÊMIS o novo planeta justamente pela relação última e final com o signo de Libra, já que Perséfone (Sedna) passaria para a regência de Virgem.


Assim, cada signo com um astro regente, e o interessante é que, se formos separar no Zodíaco as zonas de regência dos planetas, conforme esta ordenança, teremos uma imagem geométrica de triângulos e setores triplos, conforme a estrutura da própria Árvore Sefirótica.

Outra coisa: no Apocalipse 12, há uma profecia: a visão da Virgem Mãe ou Gaia (a Igreja resgatada da Terra, ou o seu primeiro núcleo-144 mil) coroada com doze astros. Naquele tempo, uma mesma palavra, Astro, definia tanto satélites (Lua), como planetas e estrelas. Assim, entre os doze astros, temos um satélite natural (nossa Lua), uma estrela (o Sol) e o restante de planetas.
Essa imagem circular duodenária do universo representava a própria Jerusalém celeste, a Harmonia do cosmos reproduzida na Terra, no que chamava-se Reino dos céus.

Pois bem, com a descoberta do planeta X (Têmis, regente de Libra), se colocou a 12° e última estrela da coroa de Gaia, o que pode significar profeticamente falando o nascimento daquele Filho de Gaia, a ser arrebatado pelo Trono de Deus, este que mostrará o tempo em que a Igreja espiritual na Terra estará pronta para receber asas de águia e voar para o deserto, fora da presença do Dragão (Sistema, Nova Ordem Mundial).

“E foi visto um grande sinal no céu…”

A profecia localiza um grande evento no céu, e ao lado das doze estrelas/astros da coroa de Gaia, um dragão vermelho, arrastando tudo e perturbando a ordem cósmica, e que, astronomicamente falando, pode ser visto como Nêmesis (a companheira invisível do Sol), ou mesmo um grande cometa ou asteróide, com cauda pronunciada e trazendo abalos.

Tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, e em nosso tempo, configura a profecia do Apocalipse 12 na íntegra, sinalizando a época do arrebatamento da Igreja, em tudo o que ela significa (144.000).

Só faltava aparecer a décima segunda jóia da Coroa de Gaia…justamente aquela que traz a Justiça da Balança… Têmis-Libra. O que bate com a noção do Juízo Final.
Um planeta ou… o segundo Sol, vindo para realinhar tudo, como uma BALANÇA?

Têmis, regente de Libra, e Libra é o signo da divisão entre Escorpião (o masculino) e Virgem (o feminino), representados por um duplo M, cada qual com o simbolismo “sexual” relacionado.


Têmis estaria regendo o antigo andrógino, o elemento primordial do Éden, a nossa própria origem biológica. É como um aval para a união das metades desgarradas do Éden… porque é interessante notar que na Arca de Noé só entraram parelhas (e casais humanos). E na Arca da Aliança, consta de dois querubins energizando o seu sistema (no Propiciatório), simbolismo fartamente repetido no Templo de Salomão.

E Jesus mandava os apóstolos pregarem de dois a dois…
E as duas testemunhas apareceram na forma de duas oliveiras, que eram os dois varões (anjos) de branco, os mesmos que anunciaram o fim de Sodoma e Gomorra.

O retorno do casal sagrado, as duas colunas do Templo, é um dos fundamentos mais importantes da reedificação do Templo, a começar pela sua natureza interior (iniciática), a se estender depois a Igreja – sentido de congregação, de comunhão, os 144.000
Os paralelos bíblicos são incríveis. E reais. Tudo é questão de saber compreender as terminologias da época: como das doze estrelas da Coroa de Gaia.
JP em 02.02.2019

 

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